Atendendo a uma reivindicação do SISMMAC, a Prefeitura de Curitiba está aplicando uma pesquisa para identificar os fatores de riscos psicossociais presentes nos locais de trabalho.
O questionário está aberto até 30 de outubro e pode ser acessado pelo Portal do Servidor.
Temos cobrado da gestão municipal a adoção de políticas efetivas de prevenção ao adoecimento docente, em vez de apenas remediar as situações depois que elas se tornam críticas.
– Veja aqui o ofício que enviamos em maio, antes mesmo da NR1 entrar em vigor.
– Veja aqui a resposta da Prefeitura
Por que participar?
É importante que o magistério responda o questionário. Os dados dessa pesquisa podem virar diagnóstico oficial daquilo que professoras e professores já vivem todos os dias, como condições inadequadas de trabalho e sobrecarga, déficit de profissionais nas escolas, política de inclusão sem estrutura, violência crescente e todos os demais fatores que contribuem para o adoecimento.
Esse levantamento pode revelar, com dados reais, o custo humano das escolhas que a própria Prefeitura vem fazendo ao longo dos anos.
Como participar?
Segundo a PMC, a participação é voluntária, anônima e sigilosa. O login pelo Portal do Servidor serve só para evitar respostas falsas, e nenhuma resposta fica vinculada a quem respondeu.
Para valer, a resposta precisa informar o local de trabalho. Sem isso, o questionário é descartado. Quem já respondeu, mas esqueceu esse campo, pode responder de novo, sem prejuízo algum. Quem tem duas matrículas em locais diferentes pode responder duas vezes, uma para cada unidade.
São 48 perguntas sobre assédio, conflitos, sobrecarga, autonomia e reconhecimento no trabalho.
Quanto mais professoras e professores responderem, mostrando as dificuldades enfrentadas no cotidiano do chão da escola, mais difícil fica para a Prefeitura ignorar o que os dados vão mostrar. Essa pesquisa é oportunidade concreta de transformar o que a nossa categoria vive em número que a gestão municipal não pode negar.










