• Home
  • »
  • Notícias
  • »
  • Operação do Ministério Público prova que a Câmara dos Vereadores não tem condições morais de aprovar a Privataria da gestão Pimentel que abre as portas da Prefeitura para a corrupção

Operação do Ministério Público prova que a Câmara dos Vereadores não tem condições morais de aprovar a Privataria da gestão Pimentel que abre as portas da Prefeitura para a corrupção

Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram
Operação do Ministério Público prova que a Câmara dos Vereadores não tem condições morais de aprovar a Privataria da gestão Pimentel que abre as portas da Prefeitura para a corrupção

Nesta manhã, o Gaeco cumpriu 13 mandados de busca e apreensão no gabinete e em endereços ligados a Tico Kuzma (PSD), presidente da Câmara Municipal de Curitiba. Ele é investigado pelo Ministério Público do Paraná por venda de cargos públicos e prática de rachadinha. Foram apreendidos documentos, equipamentos eletrônicos e dinheiro em espécie.

A ironia não poderia ser maior. Tico Kuzma é quem conduz os interesses do prefeito Eduardo Pimentel dentro da Câmara. É sob sua presidência que a Casa aprovou, em primeiro turno, a Privataria: o projeto que abre caminho para repassar escolas, unidades de saúde e praticamente todo o resto da cidade à iniciativa privada, elimina mecanismos de controle e concentra todas as decisões em indicados do próprio prefeito, sem transparência, sem fiscalização, sem participação social.

Na prática, é um projeto que libera a corrupção em larga escala na gestão da nossa cidade.

A venda de cargos públicos é exatamente o tipo de negociação obscura entre o poder público e interesses privados que a Privataria vai legalizar e, certamente, ampliar.

Se o presidente da Câmara já é investigado por comercializar cargos, o que acontecerá quando contratos milionários com empresas privadas puderem ser firmados sem controle nenhum, com sigilo garantido?

Se isso já acontece no “pequeno”, imagine quando se tratar de dezenas de escolas, unidades de saúde e outros equipamentos públicos que a população investiu para construir, pagando impostos, e que poderão ser repassados a preço de banana, e ninguém saberá ao certo o que aconteceu, porque o projeto garante que tudo ficará escondido.

A resposta está no estado do Paraná, onde o mesmo grupo político já aplica esse modelo: empresas recebem fortunas dos cofres públicos, pintam paredes de escolas e faturam milhões por ano. A Privataria de Pimentel é a tentativa de reproduzir essa farra em Curitiba antes que o grupo perca o controle do governo estadual em outubro.

O SISMMAC exige a retirada do projeto da Privataria. Uma Câmara cujo presidente é investigado por corrupção não tem condições morais de aprovar um projeto que vai abrir as portas da Prefeitura para a corrupção em larga escala.

Posts Relacionados

Últimas Notícias