O celular vibra e aparece uma foto conhecida: o rosto de um advogado da assessoria jurídica do SISMMAC. Quem liga sabe seu nome completo, cita o número do seu processo, fala em valores a receber. Tudo parece verdadeiro. E é exatamente para isso que o golpe foi montado.
Como o golpe funciona
Professoras e professores do magistério de Curitiba têm relatado abordagens de golpistas que se passam por advogados ou pela assessoria jurídica do SISMMAC. Eles chegam a apresentar dados reais do processo e do servidor para reduzir a desconfiança da vítima.
Em muitos casos, usam a própria petição elaborada pela nossa assessoria (documento com informações verdadeiras, disponível no sistema digital do Judiciário) para convencer o servidor de que está falando com o escritório correto. Colocam até foto de um advogado real ou marca do escritório como imagem de perfil no WhatsApp e chegam a agendar falsas audiências.
Com as novas tecnologias, os golpes estão mais elaborados. Recebemos relatos de que criminosos chegam a capturar a imagem do rosto da vítima durante a conversa para usar em biometria facial e contratar empréstimo bancário em nome do servidor ou cometer outro tipo de fraude.
O sinal que nunca falha
Em quase todos os casos, existe um pedido de “adiantamento”. Eles falam que é uma taxa ou um valor para liberar o pagamento da ação vitoriosa. Assim que o Pix ou o depósito é feito, o criminoso desaparece.
Então anote isso: a Justiça não cobra valores antecipados para liberar pagamentos. Não existe essa possibilidade.
E nunca informe senha, dado bancário ou faça reconhecimento facial a pedido de quem entrou em contato por ligação, WhatsApp ou videochamada.
Diante de qualquer contato assim, pare, desconfie e confirme direto com o SISMMAC pelo nosso WhatsApp (41) 99737-2120.
Em caso de dúvida, fale com a gente antes de fazer qualquer pagamento.











