Neste 1º de maio, o magistério de Curitiba se une a toda a classe trabalhadora. Porque a luta pela educação pública de qualidade não está separada da luta por direitos trabalhistas, por jornadas mais humanas, por salários dignos, por uma vida que caiba mais do que o trabalho.
Quem educa forma quem vai à luta. Quem luta abre o caminho para quem vem depois. Esse é o fio que conecta o magistério a cada trabalhadora e a cada trabalhador que hoje está nas ruas.
A nossa categoria sabe o que é resistir. Sabe o que é construir com as próprias mãos, mesmo quando o reconhecimento demora. E sabe, agora mais do que nunca, que quando a classe trabalhadora se une, o que parecia impossível se torna conquista.
Porque o futuro não se herda. Se constrói, de luta em luta, de geração em geração.











