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Curitiba terá mobilização e atividades pelo fim da escala 6×1

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A campanha nacional pelo fim da escala 6x1 terá uma programação intensa nos dias 30 de abril e 1º de maio em Curitiba. O SISMMAC apoia essa luta, porque a defesa de uma vida mais digna para a classe trabalhadora vai além das fronteiras de cada categoria. A escala 6x1 impõe a milhões de trabalhadoras e trabalhadores brasileiros uma jornada que consome o tempo que deveria ser dedicado à família, ao lazer, aos estudos, ao cuidado com a própria saúde e à convivência social. Estudos já comprovaram os danos dessa escala à saúde física e mental de quem a cumpre. Não se trata apenas de uma questão trabalhista: trata-se de decidir que tipo de vida a sociedade considera aceitável para quem trabalha. 30 de abril: seminário e festival À tarde, acontece o Seminário Estadual das Centrais Sindicais pelo Fim da Escala 6x1, no auditório do Sintracon, das 13h30 às 18h. A programação reúne lideranças sindicais, políticas e acadêmicas para debater os impactos da escala 6x1 na vida das trabalhadoras e dos trabalhadores. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo link: https://forms.gle/cvvVUecYGUYoLvT79 À noite, a partir das 18h30, o Pátio da Reitoria da UFPR recebe o Festival pelo Fim da 6x1, com música, mobilização e consciência de classe. Sobem ao palco a banda Relespública, a Escola de Samba Rosa do Povo e a banda Striq. 1º de maio: nas ruas No Dia Internacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores, a mobilização vai às ruas. A marcha concentra às 13h na Praça 19 de Dezembro, como parte do ato nacional unificado pelo fim da escala 6x1.

A campanha nacional pelo fim da escala 6×1 terá uma programação intensa nos dias 30 de abril e 1º de maio em Curitiba. O SISMMAC apoia essa luta, porque a defesa de uma vida mais digna para a classe trabalhadora vai além das fronteiras de cada categoria.

A escala 6×1 impõe a milhões de trabalhadoras e trabalhadores brasileiros uma jornada que consome o tempo que deveria ser dedicado à família, ao lazer, aos estudos, ao cuidado com a própria saúde e à convivência social. Estudos já comprovaram os danos dessa escala à saúde física e mental de quem a cumpre. Não se trata apenas de uma questão trabalhista: trata-se de decidir que tipo de vida a sociedade considera aceitável para quem trabalha.

 

30 de abril: seminário e festival pelo fim da escala 6×1

À tarde, acontece o Seminário Estadual das Centrais Sindicais pelo Fim da Escala 6×1, no auditório do Sintracon, das 13h30 às 18h. A programação reúne lideranças sindicais, políticas e acadêmicas para debater os impactos da escala 6×1 na vida das trabalhadoras e dos trabalhadores. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo link: https://forms.gle/cvvVUecYGUYoLvT79

À noite, a partir das 18h30, o Pátio da Reitoria da UFPR recebe o Festival pelo Fim da 6×1, com música, mobilização e consciência de classe. Sobem ao palco a banda Relespública, a Escola de Samba Rosa do Povo e a banda Striq.

 

1º de maio: nas ruas

No Dia Internacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores, a mobilização vai às ruas. A marcha concentra às 13h na Praça 19 de Dezembro, como parte do ato nacional unificado pelo fim da escala 6×1.

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