O SISMMAC esteve hoje (1º) na Tribuna Livre da Câmara Municipal de Curitiba para mostrar a realidade das escolas da rede municipal, especialmente em relação à desvalorização da nossa carreira e às péssimas condições de trabalho que enfrentamos.
Em vez de debater os dados apresentados e falar sobre a realidade das escolas, o vereador Éder Borges preferiu atacar a honra da nossa categoria, dizendo que as professoras deveriam ser obrigadas a fazer exame toxicológico porque “usam drogas”. A presidente do SISMMAC, Diana Abreu, enquadrou o sujeito: “Vereador, lave a boca com sabão antes de falar das professoras de Curitiba!”
O negócio do ódio
Éder Borges apresenta projetos inconstitucionais não para aprovar leis, mas para gerar polêmica. Com isso, ele ganha visualizações, likes e muito dinheiro pago pelas redes sociais.
E usa o salário pago pelo contribuinte e a estrutura do gabinete para produzir conteúdo que estimula o ódio contra as professoras, manchando a imagem da Câmara dos Vereadores e afastando a população da política que deveria servir às pessoas.
Algo positivo para a cidade? Nunca.
Do discurso à violência
Ao convencer seguidores radicalizados de que professoras são criminosas, Éder Borges transforma nossa categoria em alvo. Esse tipo de discurso tem conexão direta com o aumento de ataques violentos a escolas no Brasil.
Quando uma professora sofre agressão, o ódio semeado por quem lucra com a violência é parte da cadeia que leva a esse resultado.
Ao final, ele ainda causou tumulto com o único objetivo de produzir mais conteúdo de ódio nas redes, esperando uma reação para depois criminalizar novamente a nossa categoria, que estava ali participando do CR extraordinário.
Não temos medo. E não deixaremos esse ataque sem resposta.
Hipócrita e investigado
Éder Borges está sendo investigado pelo Ministério Público do Paraná por nepotismo: teria empregado no gabinete a filha da mulher com quem mantém/mantinha relacionamento. Quem paga essa conta? A população.
Enquanto isso, ele faz discurso moralista contra o magistério.
Nepotismo é crime. Então, quem é o criminoso nessa história?
O magistério não se intimida. E também não silencia.











