O SISMMAC manifesta sua solidariedade à professora da Escola Municipal Wenceslau Braz, agredida por uma mãe de aluno nesta sexta-feira (24).
Segundo relatos, a docente, que ingressou no magistério de Curitiba em 2024, foi atacada na saída do período de aula, em um episódio que chocou toda a comunidade escolar.
Assim que tomou conhecimento do caso, a direção do SISMMAC esteve na escola para prestar apoio à professora e aos demais profissionais da unidade, oferecendo assistência jurídica e acolhimento integral. Seguiremos acompanhando a situação para garantir todo o suporte necessário.
O SISMMAC repudia com veemência qualquer forma de violência contra professoras, professores e demais trabalhadoras e trabalhadores da educação. Situações como essa são inaceitáveis e exigem reflexão profunda sobre o aumento dos casos de agressão e desrespeito à nossa categoria, que vem sendo alvo de intolerância e discursos de ódio.
É preciso reconhecer que esse clima de hostilidade vem sendo alimentado por políticos e grupos extremistas que, nas redes sociais e nas tribunas (inclusive na Câmara de Vereadores de Curitiba), espalham mentiras e estimulam a população a atacar quem se dedica à educação pública.
Essa postura irresponsável tem gerado um ambiente de medo e insegurança nas escolas, afetando o cotidiano das educadoras e dos educadores e o direito das crianças a aprender em um espaço seguro.
📢 Violência não se combate com silêncio. Devemos reafirmar, enquanto categoria, nosso compromisso com a defesa da integridade e da dignidade de todas as trabalhadoras e todos os trabalhadores da educação e seguir cobrando políticas de proteção e respeito ao magistério municipal de Curitiba.
Convocamos o magistério para que, na segunda feira (27), todas e todos façam cartazes e tirem fotos nos locais se trabalho em solidariedade à professora e em repúdio a todas as formas de violência contra as e os profissionais da educação.











