Na manhã desta segunda-feira (1º), a direção do SISMMAC iniciou uma nova rodada de panfletagens nas escolas da rede municipal de Curitiba. Nos próximos dias, a ação chegará a todas as regionais, com o objetivo de dialogar diretamente com as famílias sobre a urgência de uma política de inclusão de verdade: com respeito aos alunos e valorização das professoras e professores. Precisamos unir forças para cobrar mudanças concretas da gestão municipal.
É fundamental que as famílias compreendam que os problemas enfrentados hoje nas escolas não são responsabilidade das equipes das unidades, mas da Prefeitura de Curitiba, que há anos se recusa a investir seriamente na educação pública do município.
A atual política de inclusão mantém o modelo que se arrasta desde as gestões Greca: substituiu profissionais com formação e experiência por estagiários, e ainda deixa de contratar em quantidade suficiente para atender à demanda, e empurrou a responsabilidade para as escolas que sofrem com uma estrutura cada vez mais precária.
O resultado é um projeto que falseia a inclusão, ao mesmo tempo em que aumenta o número de alunos por turma, gera salas superlotadas e sobrecarga de trabalho. Assim, a Prefeitura prejudica o processo de inclusão dos alunos e ainda aumenta o adoecimento docente.
O SISMMAC reafirma que inclusão de verdade só se faz com investimentos, estrutura, profissionais qualificados e respeito à comunidade escolar. Seguiremos mobilizando escolas e famílias para que a Prefeitura abandone sua política ilusória e finalmente implemente uma inclusão real, com condições adequadas para estudantes e para o trabalho docente.











