O SISMMAC vem denunciando e cobrando providências efetivas da Prefeitura de Curitiba diante dos graves problemas enfrentados por professoras e professores com o CredCesta e o Banco Master.
Desde o final de 2025, após a operação da Polícia Federal contra o banqueiro dono do Banco Master, que revelou um dos maiores esquemas de fraude financeira na história do Brasil, passamos a receber, de forma sistemática, relatos de servidoras e servidores que não conseguem acessar faturas, utilizar o aplicativo, renegociar dívidas ou sequer receber atendimento. Há, ainda, denúncias de descontos indevidos em folha, agravando uma situação já marcada por insegurança financeira.
Diante desse cenário, o SISMMAC protocolou ofício cobrando providências imediatas da Prefeitura, entre elas a suspensão dos descontos em folha. Essa medida é plenamente possível e está prevista no próprio decreto municipal que regulamenta esse tipo de operação financeira. Havendo indícios de irregularidades, a gestão municipal pode e deve suspender o código que autoriza o desconto direto no contracheque.
Mas a gestão Pimentel nada fez. Por quê?
Denúncia no MP
Diante da inércia da Prefeitura, protocolamos denúncia junto ao Ministério Público, solicitando a abertura de investigação.
É muito importante que servidoras e servidores continuem registrando individualmente suas denúncias também, fortalecendo o pedido de apuração.
A Prefeitura não pode mais fingir que não tem responsabilidade. Foi o próprio poder público municipal, nas gestões Greca e Pimentel, que substituiu o antigo Cartão Qualidade por esse modelo de operação financeira que hoje lesa o funcionalismo.
O que impede a gestão Pimentel de agir? O Banco Master e seus dirigentes são alvo de acusações graves, como organização criminosa e lavagem de dinheiro, em um esquema que, a cada dia, se revela maior.
O SISMMAC seguirá denunciando e pressionando a administração. A Prefeitura não pode fingir que não é sua responsabilidade adotar medidas concretas para proteger quem acreditou na propaganda que a gestão municipal fez na época.
Porque as “facilidades” apresentadas pela Prefeitura agora tornaram-se sofrimento para inúmeras servidoras e servidores.
Manter os descontos ativos é abandonar as servidoras e os servidores e continuar sendo conivente com a situação. Por que a gestão Pimentel está com medo de agir?











