A Prefeitura de Curitiba insiste em manter a limitação de apenas 20% para a participação das professoras e dos professores no processo de crescimento vertical (por titulação acadêmica) neste ano.
Na prática, isso significa que a cada cinco educadoras e educadores que têm direito a avançar na carreira, apenas uma conseguirá.
Se na sua escola há 80 professoras e professores, apenas 16 poderão crescer: 64 ficarão de fora.
Se há 50 professoras e professores, só 10 terão acesso: 40 continuarão estagnados.
O argumento de que não há recursos para garantir o crescimento vertical para todas e todos é falso. A arrecadação municipal aumentou, há margem de sobra na Lei de Responsabilidade Fiscal e o orçamento do município tem recursos suficientes.
Se a gestão não garante o direito de todas e todos crescerem, é porque falta vontade política e compromisso com a valorização do magistério.
A mesma Prefeitura que faz propaganda sobre a “qualidade do ensino” na capital continua desvalorizando quem faz a escola acontecer no dia a dia.
Depois de anos de carreira congelada e salários achatados, impor esse limite é aprofundar a exclusão e o desrespeito.
📢 É hora de reagir coletivamente!
O SISMMAC realizará a Assembleia nesta quirta-feira (9), no auditório da APP-Sindicato (1ª chamada às 18h30 e 2ª chamada às 19h).
Na pauta estão a Campanha de Lutas 2025, as negociações com a Prefeitura e a deliberação sobre greve do magistério municipal.
Crescimento vertical é direito de todas e todos. Vamos à luta!











