📉 As professoras de Curitiba acumulam 6,8% de perdas salariais entre 2017 e 2021, nas gestões Greca e Pimentel.
Isso é mais do que um número: é o retrato de uma política contínua de desvalorização de quem educa.
Em vez de corrigir essa injustiça, a Prefeitura mantém os salários achatados, reduzindo ainda mais o poder de compra de uma categoria já precarizada.
É cruel.
É o oposto do que fazem os países desenvolvidos, que levam a sério a educação.
Nenhuma sociedade alcança altos índices de qualidade de vida desprezando suas educadoras.
A perda salarial, somada à sobrecarga, à estagnação na carreira, às salas superlotadas e à falta de apoio, vem adoecendo as professoras a níveis alarmantes.
✊ Esse é mais um motivo para o estado de greve do magistério.
Valorização não se faz com discurso — se faz com salário digno e respeito.
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