A greve do magistério municipal começa no dia 8 de abril. Mas a mobilização já começou, e ela vai além das escolas.
Nos próximos dias, a direção do SISMMAC estará nos principais terminais de ônibus de Curitiba, com o apoio de movimentos sociais e da categoria, para dialogar diretamente com a população sobre os motivos da paralisação e sobre o que está em jogo para a educação pública da nossa cidade.
As ações de panfletagem acontecem sempre às 17h30:
- 23/03: Terminal CIC
- 24/03: Terminal Pinheirinho
- 25/03: Terminal Caiuá
- 26/03: Terminal Tatuquara
- 27/03: Terminal Fazendinha
- 30/03: Terminal Santa Felicidade
- 31/03: Terminal Vila Oficinas
- 01/04: Terminal Carmo
- 02/04: Terminais Cabral e Santa Cândida
- 06/04: Sítio Cercado, Praça Rui Barbosa e Terminal Portão.
Por que esse diálogo importa?
Nas nossas redes sociais, temos recebido mensagens de apoio de mães e pais de alunas e alunos das escolas públicas municipais. Famílias que reconhecem o que o magistério vive dentro das escolas, que veem a precariedade de perto e que entendem que a luta das professoras e dos professores é também pelo futuro dos seus filhos.
Esse apoio não é coincidência. É o resultado de anos construindo uma comunicação honesta com a sociedade.
Exclusão da maioria do magistério do Crescimento Vertical, salas superlotadas, falta de profissionais nas escolas desde o primeiro dia de aula, inclusão sem estrutura e sem profissionais de apoio, confisco das aposentadorias, e diversas outras promessas de campanha, das quais Pimentel cumpriu apenas uma.
Cada uma dessas questões afeta diretamente a qualidade do ensino que as crianças e os adolescentes de Curitiba recebem.
Não há educação de qualidade sem profissionais valorizados. E não há futuro para nossa cidade se a Prefeitura mantiver as escolas públicas abandonadas.
Por isso vamos às ruas. Porque o magistério de Curitiba, quando se une e bate o pé, não está lutando sozinho.











