Sismac
  • 29 | 04 | 2021 - 13:31 Mobilização

    Massacre do Centro Cívico completa seis anos

    Massacre do Centro Cívico completa seis anos
    No dia 29 de abril de 2015, milhares de trabalhadores foram à luta defender a aposentadoria atacada por Beto Richa

    Há seis anos, os servidores públicos do estado do Paraná eram brutalmente reprimidos, a mando do governador Beto Richa (PSDB), na aprovação do projeto de lei que reestruturou a ParanaPrevidência. O evento, que ficou conhecido como Massacre do Centro Cívico, contou com o braço armado do Estado, a Polícia Militar, que a mando do governo do estado, deixou mais de 200 trabalhadores feridos num verdadeiro cenário de guerra ao lado de fora da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

    Seis anos depois, os direitos do conjunto da classe trabalhadora seguem sendo duramente atacados, ora com violência e ora por baixo dos panos, sob o regime de urgência, nas esferas municipais, estaduais e federal.

    Os trabalhadores da educação e os servidores públicos em geral têm vivenciado os ataques à aposentadoria, o arrocho salarial, a desvalorização e congelamento das carreiras, a piora das condições de trabalho e as terceirizações.

    Hoje, nossa principal luta é pela contenção da pandemia no Brasil, por agilidade na vacinação da população e por auxílio emergencial de, no mínimo, R$600.

    Cada vez mais sob ataque dos governos, seguimos firmes em defesa de nossos direitos, com a certeza de que só a luta muda a vida!

  • 29 | 04 | 2021 - 13:31 Mobilização

    Massacre do Centro Cívico completa seis anos

    Massacre do Centro Cívico completa seis anos
    No dia 29 de abril de 2015, milhares de trabalhadores foram à luta defender a aposentadoria atacada por Beto Richa

    Há seis anos, os servidores públicos do estado do Paraná eram brutalmente reprimidos, a mando do governador Beto Richa (PSDB), na aprovação do projeto de lei que reestruturou a ParanaPrevidência. O evento, que ficou conhecido como Massacre do Centro Cívico, contou com o braço armado do Estado, a Polícia Militar, que a mando do governo do estado, deixou mais de 200 trabalhadores feridos num verdadeiro cenário de guerra ao lado de fora da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

    Seis anos depois, os direitos do conjunto da classe trabalhadora seguem sendo duramente atacados, ora com violência e ora por baixo dos panos, sob o regime de urgência, nas esferas municipais, estaduais e federal.

    Os trabalhadores da educação e os servidores públicos em geral têm vivenciado os ataques à aposentadoria, o arrocho salarial, a desvalorização e congelamento das carreiras, a piora das condições de trabalho e as terceirizações.

    Hoje, nossa principal luta é pela contenção da pandemia no Brasil, por agilidade na vacinação da população e por auxílio emergencial de, no mínimo, R$600.

    Cada vez mais sob ataque dos governos, seguimos firmes em defesa de nossos direitos, com a certeza de que só a luta muda a vida!

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