Sismac
  • 11 | 02 | 2020 - 15:54 Condições de Trabalho

    Desrespeito com pertences da população de rua marca desgoverno Greca

    Desrespeito com pertences da população de rua marca desgoverno Greca
    Mudança do guarda-pertences para espaço distante e sem estrutura inviabilizou o uso do serviço por parte da população

    O preconceito de Greca contra as pessoas em situação de rua, aliado à sua política higienista, viola os direitos básicos da população e é repudiado pela classe trabalhadora.

    Vírus elitista

    Se alguém tinha dúvida de que o desprefeito utiliza de uma política segregadora para desmontar cada dia mais a assistência social, em entrevista no início de fevereiro, Greca deixou bem claro o que realmente acha sobre a população em situação de rua. O desprefeito questionou o direito desses moradores manterem seus pertences e ainda relacionou essa parcela da população com epidemias como o corona vírus e a dengue, chegando ao absurdo de dizer que “varrendo e limpando” a população em situação de rua da cidade, a dengue poderia acabar.

    Além de demonstrar um enorme desconhecimento sobre o corona vírus, a dengue e outras doenças, o desprefeito propaga desinformação na mídia estimulando preconceitos e colocando a vida da população em situação de rua em risco.

    A justiça inclusive teve que intervir para barrar o higienismo de Greca, após denúncias de que a gestão estava retirando os pertences de pessoas em situação de rua – atitude que foi proibida pela justiça, já que viola a dignidade humana.
    Um exemplo do higienismo social foi a mudança, sem comunicar os usuários e os servidores, do guarda-pertences da população em situação de rua do centro da cidade, para a unidade Plínio Tourinho, no Jardim Botânico. O caso aconteceu em outubro de 2019 e desde então a situação só piora.

    Além da falta de estrutura, os servidores estão trabalhando sem computador e internet, não conseguindo cadastrar os usuários e realizar parte do trabalho. Apesar de abrigar pertences de centenas de usuários, a média de atendimentos diários caiu drasticamente, quando era localizado no centro da cidade o guarda-pertences recebia cerca de 80 usuários por dia, hoje são apenas 15.

    E, embora os servidores tenham organizado a unidade da melhor maneira possível, o desnível que existe no local faz com que o guarda-pertences fique à mercê das chuvas na cidade. Em caso de enchente, os bens pessoais de todos que utilizam o local seriam perdidos. A administração tenta negar sua responsabilidade com a população em situação de rua, deixando o ambiente sem estrutura e segurança adequadas, colocando em risco os servidores que trabalham no local.

    A medida tem um objetivo claro: tirar a população em situação de rua do centro da cidade e colocar cada vez mais nas periferias, mascarando a verdadeira situação de Curitiba. E além de dificultar o acesso da população aos seus próprios pertences, o desprefeito tem dado ordens claras de recolher os pertences desses moradores sem a permissão deles.

    O desgoverno Greca adora propagandear as supostas melhorias nos serviços de Curitiba para enganar a população, mas a verdade sempre aparece e a falta de responsabilidade com os moradores tem ficado cada dia mais clara. Em 2020, não podemos nos tornar cúmplices de uma política que tenta acabar com pessoas em situação de rua, não podemos deixar que discursos higienistas sejam espalhados e normalizados, por isso, nas eleições é VAZA GRECA!

  • 11 | 02 | 2020 - 15:54 Condições de Trabalho

    Desrespeito com pertences da população de rua marca desgoverno Greca

    Desrespeito com pertences da população de rua marca desgoverno Greca
    Mudança do guarda-pertences para espaço distante e sem estrutura inviabilizou o uso do serviço por parte da população

    O preconceito de Greca contra as pessoas em situação de rua, aliado à sua política higienista, viola os direitos básicos da população e é repudiado pela classe trabalhadora.

    Vírus elitista

    Se alguém tinha dúvida de que o desprefeito utiliza de uma política segregadora para desmontar cada dia mais a assistência social, em entrevista no início de fevereiro, Greca deixou bem claro o que realmente acha sobre a população em situação de rua. O desprefeito questionou o direito desses moradores manterem seus pertences e ainda relacionou essa parcela da população com epidemias como o corona vírus e a dengue, chegando ao absurdo de dizer que “varrendo e limpando” a população em situação de rua da cidade, a dengue poderia acabar.

    Além de demonstrar um enorme desconhecimento sobre o corona vírus, a dengue e outras doenças, o desprefeito propaga desinformação na mídia estimulando preconceitos e colocando a vida da população em situação de rua em risco.

    A justiça inclusive teve que intervir para barrar o higienismo de Greca, após denúncias de que a gestão estava retirando os pertences de pessoas em situação de rua – atitude que foi proibida pela justiça, já que viola a dignidade humana.
    Um exemplo do higienismo social foi a mudança, sem comunicar os usuários e os servidores, do guarda-pertences da população em situação de rua do centro da cidade, para a unidade Plínio Tourinho, no Jardim Botânico. O caso aconteceu em outubro de 2019 e desde então a situação só piora.

    Além da falta de estrutura, os servidores estão trabalhando sem computador e internet, não conseguindo cadastrar os usuários e realizar parte do trabalho. Apesar de abrigar pertences de centenas de usuários, a média de atendimentos diários caiu drasticamente, quando era localizado no centro da cidade o guarda-pertences recebia cerca de 80 usuários por dia, hoje são apenas 15.

    E, embora os servidores tenham organizado a unidade da melhor maneira possível, o desnível que existe no local faz com que o guarda-pertences fique à mercê das chuvas na cidade. Em caso de enchente, os bens pessoais de todos que utilizam o local seriam perdidos. A administração tenta negar sua responsabilidade com a população em situação de rua, deixando o ambiente sem estrutura e segurança adequadas, colocando em risco os servidores que trabalham no local.

    A medida tem um objetivo claro: tirar a população em situação de rua do centro da cidade e colocar cada vez mais nas periferias, mascarando a verdadeira situação de Curitiba. E além de dificultar o acesso da população aos seus próprios pertences, o desprefeito tem dado ordens claras de recolher os pertences desses moradores sem a permissão deles.

    O desgoverno Greca adora propagandear as supostas melhorias nos serviços de Curitiba para enganar a população, mas a verdade sempre aparece e a falta de responsabilidade com os moradores tem ficado cada dia mais clara. Em 2020, não podemos nos tornar cúmplices de uma política que tenta acabar com pessoas em situação de rua, não podemos deixar que discursos higienistas sejam espalhados e normalizados, por isso, nas eleições é VAZA GRECA!

Rua Nunes Machado, 1644, Rebouças – Curitiba / PR, CEP. 80.220-070 - Fone/Fax.: (41) 3225-6729

DOHMS