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Em reunião com o novo secretário de Educação, SISMMAC cobra avanços reais e avisa: o magistério está preparado para a greve

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Em reunião com o novo secretário de Educação, SISMMAC cobra avanços reais e avisa o magistério está preparado para a greve

A direção do SISMMAC se reuniu nesta quarta-feira (11) com o novo secretário de Educação de Curitiba, Paulo Afonso Schmidt, que substituiu Jean Pierre, responsável por uma das gestões mais caóticas da história da educação municipal.

Paulo Afonso ocupou o mesmo cargo nas gestões Cássio Taniguchi, inclusive no período em que o plano de carreira de 2001 foi implementado. Ele assume agora em meio à mobilização da nossa categoria, que tem Assembleia marcada para o dia 19 para deliberar sobre a greve do magistério.

Apesar do período de transição da SME, nossas demandas são urgentes e conhecidas pela Prefeitura: foram, inclusive, temas de promessas de campanha do prefeito Eduardo Pimentel. Promessas que, até agora, não foram cumpridas. Pelo contrário: nas questões mais importantes, a administração municipal caminhou no sentido oposto. Em vez de avançar, promoveu retrocessos.

Detalhamos nossa luta pelo crescimento vertical para toda a categoria, pela implementação do Descongela, cobramos uma política salarial e uma política de valorização real das professoras e dos professores, e também soluções efetivas para a falta de professoras e professores nas escolas, para a ausência de uma política séria e efetiva de inclusão, e para o fim do confisco das aposentadorias, entre outras pautas que você confere no vídeo completo [assista até o final].

 

 

 

Pimentel fez 20 promessas à educação municipal na campanha eleitoral. Cumpriu apenas uma. Agora, esperamos respostas concretas, com prazo real para implementação.

É preciso superar o caos que Jean Pierre deixou na SME. Pimentel tem a responsabilidade de virar essa página: rever o projeto político e econômico que estava sendo conduzido na secretaria e entender, de vez, que não há futuro para nossa cidade sem educação pública de qualidade. E não há educação de qualidade sem magistério valorizado.

No dia 19, nossa categoria estará na Assembleia, com a força de quem sabe que direito se conquista com organização e luta.

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