A Prefeitura paga mais para estagiários do que para uma professora com 12 anos de carreira na rede municipal, com mestrado, doutorado e pós-doutorado.
Não é ironia. Enquanto profissionais do magistério recebem um salário líquido de R$ 2.000 (menos do que o salário-mínimo regional), um estagiário da Prefeitura chega a receber R$ 2.500 por mês.
É isso que a gestão Pimentel chama de “valorização”?
E a Prefeitura ainda pretende impedir que a maioria das professoras e dos professores avance na carreira pelo Crescimento Vertical: o único mecanismo que poderia reconhecer anos de serviço, anos de estudo e anos de dedicação à escola pública de Curitiba.
Titulação, tempo de serviço, formação continuada. Todo investimento que as professoras fazem para melhorar o ensino é ignorado por uma gestão que trata a educação como um gasto a ser cortado.
O direito das crianças a um futuro melhor fica em segundo plano.
Isso não é falta de recurso. É uma escolha que a gestão Pimentel faz todos os anos, com todas as letras, no orçamento da cidade.
Em 8 de abril, o magistério vai às ruas.
Porque uma cidade que paga mais ao estagiário do que à professora com pós-doutorado não tem política de valorização.
___________
Entre agora no nosso novo espaço de notícias no WhatsApp. Acesse: https://zap.sismmac.org.br/noticiasdosismmac
E se isso te deixa indignada, curta nossa postagem, comente e compartilhe!











