Neste momento de aumento da nossa mobilização, com a greve do magistério municipal de Curitiba iniciando nesta quarta-feira (8), é fundamental que a comunidade escolar compreenda o que está em jogo e por que nosso movimento chegou até aqui.
A Prefeitura tenta esconder a paralisação, forçando diretoras a abrir as escolas. Mas pressionar a escola a abrir sem professores e professoras, só para tentar esconder a responsabilidade da gestão Pimentel pelo que está acontecendo, vai colocar as crianças em risco.
Nossa categoria não chegou à greve por escolha. Entregamos a Pauta de Reivindicações em 31 de março do ano passado. A Prefeitura teve um ano para responder à altura do que o magistério precisa e merece. Não respondeu.
É essencial que as comunidades entendam que a responsabilidade por essa greve tem nome: o prefeito, Eduardo Pimentel, e o secretário de Finanças, Vitor Puppi.
As condições de trabalho nas escolas estão precárias em vários aspectos. Salas superlotadas, falta de profissionais, educação inclusiva sem estrutura e sem profissionais de apoio. Nossa luta é por melhores condições de trabalho para o magistério e melhores condições de aprendizagem para as crianças da rede municipal. São pautas inseparáveis.
Esperamos que a Prefeitura, agora, escute o magistério, valorize as professoras e os professores e apresente respostas concretas para as urgências da nossa rede.
No dia 8, o magistério estará na Praça 19 de Dezembro, a partir das 8h30.
A luta é justa. E nossa categoria não recua.











