Os vereadores da base do prefeito Eduardo Pimentel querem aprovar um projeto que pode promover o abuso sexual de crianças e adolescentes nas escolas municipais de Curitiba. Ele concorda com isso?
Nas eleições, ele afirmou que não iria militarizar nem privatizar escolas. Mas agora sua gestão carregará essa marca? Será lembrada como a gestão que deu abrigo a abusadores que, nas escolas militarizadas, ficam sem punição?
Já não basta o sofrimento das comunidades escolares, com falta de estrutura, salas superlotadas e ausência de profissionais de apoio à educação inclusiva. Agora terão que conviver com o medo? Com a violência?
Abusadores encontram guarida em escolas militarizadas porque sabem que ficam impunes. Não é exceção. É o padrão.
Aqui no Paraná, um abusador permaneceu dois anos na mesma escola após denúncias de nove alunas. Dois anos em contato com alunas.
Quem deseja isso para suas filhas, netas, sobrinhas, primas?
A Câmara dos Vereadores vota o que o prefeito permite. Cabe a ele dizer se é isso que quer para nossas crianças e adolescentes.
O resultado da votação será a resposta.
As famílias curitibanas não vão esquecer.












