Sismac
  • 12 | 08 | 2019 - 13:57 Informe-se

    Greve do magistério conquistou um novo Plano de Carreira em 2014

    Greve do magistério conquistou um novo Plano de Carreira em 2014
    Há 5 anos, luta do magistério por valorização resultou na conquista de um novo Plano de Carreira

    A greve pela implantação do Plano de Carreira está completando cinco anos. Nos dias 11 e 12 de agosto de 2014, o magistério municipal foi às ruas, na segunda greve do ano, para lutar pela implantação de um Plano de Carreira que valorizasse o tempo de serviço e incentivasse a formação continuada.

    A greve de agosto conquistou a definição em lei de prazos para o pagamento de cada etapa da implantação. É essa garantia jurídica que possibilitou que o SISMMAC ganhasse no judiciário a ação que assegurou o pagamento do retroativo da correção das distorções para as aposentadas e aposentados.

    Uma das principais reivindicações da greve era a implantação imediata do Plano de Carreira, o que não foi conquistado. O então prefeito Gustavo Fruet encerrou seu mandato dando um calote no último prazo: a migração para a nova Tabela de Vencimentos, que deveria ter ocorrido no dia 1º de dezembro de 2016. O prefeito Rafael Greca aprofundou esse ataque e congelou todos os planos de carreira, com o pacotaço de ajuste fiscal aprovado de forma autoritária e violenta na Ópera de Arame.

    O final de 2019 é o prazo para que os planos de carreira sejam restabelecidos. A Prefeitura tem dado sinais de que pretende impor novos ataques e formou 10 comissões para analisar todos os planos de carreira, sem qualquer participação ou diálogo com as servidoras e servidores. O resultado dessas comissões deve ser apresentado em setembro.

    Teremos que intensificar nossa mobilização para impedir que a Prefeitura desidrate nosso Plano de Carreira ou imponha mecanismos de avaliação de desempenho que podem se transformar em instrumento de perseguição e assédio nas mãos das chefias.

  • 12 | 08 | 2019 - 13:57 Informe-se

    Greve do magistério conquistou um novo Plano de Carreira em 2014

    Greve do magistério conquistou um novo Plano de Carreira em 2014
    Há 5 anos, luta do magistério por valorização resultou na conquista de um novo Plano de Carreira

    A greve pela implantação do Plano de Carreira está completando cinco anos. Nos dias 11 e 12 de agosto de 2014, o magistério municipal foi às ruas, na segunda greve do ano, para lutar pela implantação de um Plano de Carreira que valorizasse o tempo de serviço e incentivasse a formação continuada.

    A greve de agosto conquistou a definição em lei de prazos para o pagamento de cada etapa da implantação. É essa garantia jurídica que possibilitou que o SISMMAC ganhasse no judiciário a ação que assegurou o pagamento do retroativo da correção das distorções para as aposentadas e aposentados.

    Uma das principais reivindicações da greve era a implantação imediata do Plano de Carreira, o que não foi conquistado. O então prefeito Gustavo Fruet encerrou seu mandato dando um calote no último prazo: a migração para a nova Tabela de Vencimentos, que deveria ter ocorrido no dia 1º de dezembro de 2016. O prefeito Rafael Greca aprofundou esse ataque e congelou todos os planos de carreira, com o pacotaço de ajuste fiscal aprovado de forma autoritária e violenta na Ópera de Arame.

    O final de 2019 é o prazo para que os planos de carreira sejam restabelecidos. A Prefeitura tem dado sinais de que pretende impor novos ataques e formou 10 comissões para analisar todos os planos de carreira, sem qualquer participação ou diálogo com as servidoras e servidores. O resultado dessas comissões deve ser apresentado em setembro.

    Teremos que intensificar nossa mobilização para impedir que a Prefeitura desidrate nosso Plano de Carreira ou imponha mecanismos de avaliação de desempenho que podem se transformar em instrumento de perseguição e assédio nas mãos das chefias.

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