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Notícias | Além dos muros da escola

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  • Trabalhadores da Unilever estão em luta contra a terceirização
    09 | 10 | 2017 - 11:38 Além dos muros da escola

    Trabalhadores da Unilever estão em luta contra a terceirização

    O SISMMAC apoia a mobilização dos químicos de Vinhedo e repudia a repressão sofrida pela categoria no final de semana

    Os trabalhadores da Unilever têm sofrido duros ataques do capital! A categoria está em greve contra a terceirização e as demissões que a empresa tenta impor. Na tarde do último sábado, dia 7, a Polícia Militar, a mando da empresa, tentou colocar trabalhadores à força dentro da fábrica.

    Na tentativa de impedir esse ataque da empresa e do braço armado do estado, os trabalhadores e o Sindicato dos Químicos de Vinhedo se colocaram contra a entrada forçada da Polícia. Ao todo, cinco trabalhadores foram detidos durante a mobilização.

    A manifestação, que foi até a delegacia, foi covardemente reprimida pela polícia. Dirigentes sindicais, trabalhadores e estudantes que prestavam solidariedade aos trabalhadores presos foram atingidos com bombas, cassetetes e ameaças de mais detenções.

    A greve é contra a terceirização

    A greve já dura nove dias e paralisou todos os turnos da produção da Unilever. Antes de tentar colocar trabalhadores à força dentro da fábrica, a Unilever teve um pedido de interdito proibitório negado pela Justiça.

    Os químicos de Vinhedo estão em greve contra a intenção da empresa de dar continuidade ao processo de terceirização, precarizando, primeiro, os setores de logística e de processos, para depois terceirizar todos os setores. Dessa forma, a empresa aumenta seus lucros, demitindo os trabalhadores para depois contratar com salários mais baixos.

    O projeto de lei da terceirização, aprovado pelo governo Temer, tem por objetivo permitir que as empresas terceirizem toda a produção. E é isso que a Unilever tenta colocar em prática agora.

    Apesar de toda a repressão praticada a mando da Unilever, os trabalhadores continuam firmes! A luta, que começou com os químicos em Vinhedo aumenta a cada dia com a solidariedade ativa nas mais diversas categorias.

    Nós, professoras e professores da rede, nos solidarizamos com a luta dos trabalhadores da Unilever e manifestamos o nosso apoio ao Sindicato dos Químicos de Vinhedo! Seguimos firmes e juntos na luta contra a terceirização, as demissões e o ataque à organização dos trabalhadores!

    Nota produzida com informações da Intersindical
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  • 09 | 10 | 2017 - 11:38 Além dos muros da escola
    Trabalhadores da Unilever estão em luta contra a terceirização

    Trabalhadores da Unilever estão em luta contra a terceirização

    O SISMMAC apoia a mobilização dos químicos de Vinhedo e repudia a repressão sofrida pela categoria no final de semana

    Os trabalhadores da Unilever têm sofrido duros ataques do capital! A categoria está em greve contra a terceirização e as demissões que a empresa tenta impor. Na tarde do último sábado, dia 7, a Polícia Militar, a mando da empresa, tentou colocar trabalhadores à força dentro da fábrica.

    Na tentativa de impedir esse ataque da empresa e do braço armado do estado, os trabalhadores e o Sindicato dos Químicos de Vinhedo se colocaram contra a entrada forçada da Polícia. Ao todo, cinco trabalhadores foram detidos durante a mobilização.

    A manifestação, que foi até a delegacia, foi covardemente reprimida pela polícia. Dirigentes sindicais, trabalhadores e estudantes que prestavam solidariedade aos trabalhadores presos foram atingidos com bombas, cassetetes e ameaças de mais detenções.

    A greve é contra a terceirização

    A greve já dura nove dias e paralisou todos os turnos da produção da Unilever. Antes de tentar colocar trabalhadores à força dentro da fábrica, a Unilever teve um pedido de interdito proibitório negado pela Justiça.

    Os químicos de Vinhedo estão em greve contra a intenção da empresa de dar continuidade ao processo de terceirização, precarizando, primeiro, os setores de logística e de processos, para depois terceirizar todos os setores. Dessa forma, a empresa aumenta seus lucros, demitindo os trabalhadores para depois contratar com salários mais baixos.

    O projeto de lei da terceirização, aprovado pelo governo Temer, tem por objetivo permitir que as empresas terceirizem toda a produção. E é isso que a Unilever tenta colocar em prática agora.

    Apesar de toda a repressão praticada a mando da Unilever, os trabalhadores continuam firmes! A luta, que começou com os químicos em Vinhedo aumenta a cada dia com a solidariedade ativa nas mais diversas categorias.

    Nós, professoras e professores da rede, nos solidarizamos com a luta dos trabalhadores da Unilever e manifestamos o nosso apoio ao Sindicato dos Químicos de Vinhedo! Seguimos firmes e juntos na luta contra a terceirização, as demissões e o ataque à organização dos trabalhadores!

    Nota produzida com informações da Intersindical

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