Sismac
  • 25 | 04 | 2016 - 17:45 Aposentadoria

    Por trás do discurso da crise, a ameaça de nova Reforma da Previdência

    Por trás do discurso da crise, a ameaça de nova Reforma da Previdência
    Relembre o que os trabalhadores perderam nas reformas da Previdência de 1998 e 2003

    Por trás do discurso da crise, a ameaça de nova Reforma da Previdência

    Você sabe o que está em jogo com a ameaça de uma nova Reforma da Previdência?

    Relembre o que os trabalhadores perderam nas reformas da Previdência impostas pelos presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1998, e Luís Inácio Lula da Silva (PT), em 2003.

    As regras previdenciárias dos servidores públicos no Brasil hoje são reguladas pela Constituição Federal e sofreram significativas pioras nos últimos anos. Em 1998, o governo Fernando Henrique Cardoso alterou as regras para vincular tempo e idade, fazendo com que o servidor que já tinha tempo para se aposentar tivesse que trabalhar mais para alcançar a idade mínima exigida.

    Em 2003, com a Reforma da Previdência, o governo Lula precarizou ainda mais o direito de aposentadoria dos servidores públicos: fixou teto e taxou parte dos proventos, acabou com a paridade e isonomia entre servidores da ativa e aposentados e restringiu a aposentadoria integral.

    Com a Reforma da Previdência de 2003, o trabalhador que ingressa no serviço público a partir de 31 de dezembro de 2003 não tem mais os seus proventos calculados pela última remuneração. O cálculo agora é feito por uma média de 80% das maiores contribuições, o que tende a diminuir o valor dos seus proventos na aposentadoria.

    Nenhum direito a menos!
    Resistência e união dos trabalhadores para impedir novos retrocessos!

    Uma nova Reforma da Previdência, que aumente a idade mínima para aposentadoria e iguale os critérios exigidos para homens e mulheres, foi apresentada por Dilma Rousseff (PT) no Congresso no início do ano. A proposta recebeu apoio da maioria dos parlamentares: tanto do contrários quanto das favoráveis ao impeachment.

    No áudio vazado no dia 11 de abril, Michel Temer (PMDB) também defendeu uma Reforma Previdência. Já se colocando na posição de presidente, disse vai fazer o que “precisa ser feito” para o bem do país.

    Nos bastidores da crise política e do impeachment, um “consenso” vem sendo construído por setores do empresariado para retirar direitos e transferir para os trabalhadores todo o ônus da atual crise econômica que eles mesmo produziram. Usam a crise como desculpa para garantir que, com ou sem impeachment, o estado continue sendo governado para manter os seus interesses de classe e para proteger seus lucros.

    Diante desse cenário, cabe a nós, trabalhadores, reforçar nossa mobilização, a partir dos locais de trabalho, para impedir qualquer tentativa de retirada de direitos! É preciso denunciar quais são as verdadeiras causas e causadores da crise e reforçar a luta por nenhum direito a menos!

  • 25 | 04 | 2016 - 17:45 Aposentadoria

    Por trás do discurso da crise, a ameaça de nova Reforma da Previdência

    Por trás do discurso da crise, a ameaça de nova Reforma da Previdência
    Relembre o que os trabalhadores perderam nas reformas da Previdência de 1998 e 2003

    Por trás do discurso da crise, a ameaça de nova Reforma da Previdência

    Você sabe o que está em jogo com a ameaça de uma nova Reforma da Previdência?

    Relembre o que os trabalhadores perderam nas reformas da Previdência impostas pelos presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1998, e Luís Inácio Lula da Silva (PT), em 2003.

    As regras previdenciárias dos servidores públicos no Brasil hoje são reguladas pela Constituição Federal e sofreram significativas pioras nos últimos anos. Em 1998, o governo Fernando Henrique Cardoso alterou as regras para vincular tempo e idade, fazendo com que o servidor que já tinha tempo para se aposentar tivesse que trabalhar mais para alcançar a idade mínima exigida.

    Em 2003, com a Reforma da Previdência, o governo Lula precarizou ainda mais o direito de aposentadoria dos servidores públicos: fixou teto e taxou parte dos proventos, acabou com a paridade e isonomia entre servidores da ativa e aposentados e restringiu a aposentadoria integral.

    Com a Reforma da Previdência de 2003, o trabalhador que ingressa no serviço público a partir de 31 de dezembro de 2003 não tem mais os seus proventos calculados pela última remuneração. O cálculo agora é feito por uma média de 80% das maiores contribuições, o que tende a diminuir o valor dos seus proventos na aposentadoria.

    Nenhum direito a menos!
    Resistência e união dos trabalhadores para impedir novos retrocessos!

    Uma nova Reforma da Previdência, que aumente a idade mínima para aposentadoria e iguale os critérios exigidos para homens e mulheres, foi apresentada por Dilma Rousseff (PT) no Congresso no início do ano. A proposta recebeu apoio da maioria dos parlamentares: tanto do contrários quanto das favoráveis ao impeachment.

    No áudio vazado no dia 11 de abril, Michel Temer (PMDB) também defendeu uma Reforma Previdência. Já se colocando na posição de presidente, disse vai fazer o que “precisa ser feito” para o bem do país.

    Nos bastidores da crise política e do impeachment, um “consenso” vem sendo construído por setores do empresariado para retirar direitos e transferir para os trabalhadores todo o ônus da atual crise econômica que eles mesmo produziram. Usam a crise como desculpa para garantir que, com ou sem impeachment, o estado continue sendo governado para manter os seus interesses de classe e para proteger seus lucros.

    Diante desse cenário, cabe a nós, trabalhadores, reforçar nossa mobilização, a partir dos locais de trabalho, para impedir qualquer tentativa de retirada de direitos! É preciso denunciar quais são as verdadeiras causas e causadores da crise e reforçar a luta por nenhum direito a menos!

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