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    Conferência da Educação Básica começa com etapa micro-regional

    Conferência da Educação Básica começa com etapa micro-regional
    Debates no Colégio Estadual do Paraná preparam a Conferência Estadual, de 19 a 21 de novembro, e a Conferência Nacional da Educação Básica, em abril
    A direção do Sismmac e profissionais do Magistério estão participando da etapa micro-regional da Conferência Nacional da Educação Básica, realizada nos dias 7 e 8 de novembro no salão do Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba.

    A atividade prepara os debates para a Conferência Estadual, marcada de 19 e 21 de novembro, no Centro de Convenções de Curiitiba. Clique aqui para saber como participar e clique aqui para baixar as orientações para o debate, definidas pelos educadores no Congresso na CNTE.

    O objetivo desta e de uma série de conferências que serão realizadas em todos os 32 Núcleos Regionais de Educação do Paraná é a construção de um Sistema Nacional da Educação Básica, que vai estabelecer um modelo educacional para todos os Estados brasileiros.

    A professora Taís Moura Tavares, doutora da Universidade Federal do Paraná e militante em defesa da educação pública, abriu a conferência com a palestra “Desafios da Construção de um Sistema Nacional Articulado de Educação”.

    Ela defende que se estabeleçam consensos sobre uma pauta viável para a educação. “Hoje não existe uma política comum que oriente a construção de um sistema nacional. Nossa prioridade é o direito à educação e que ela não seja um direito mercantilizado”, afirma.

    Para Taís, a educação não pode ser tratada como mercadoria. “Para mim, qualidade na educação, para começar, é que todos os meninos e meninas possam entrar numa escola e aprender tudo o que for possível aprender. Estamos à frente do desafio de promover uma educação de qualidade, na qual todos os espaços da escola sejam pedagógicos”, disse.

    O Ministério da Educação propõe que o processo de discussão junto à sociedade brasileira, rumo à democratização e a qualidade da educação básica nacional, deve contemplar os diferentes segmentos sociais. Para isso, a mobilização para debater a educação básica universal envolverá órgãos do governo federal, representações parlamentares, dirigentes e gestores educacionais (estaduais e municipais), representações sindicais, representações acadêmicas, setores do campo empresarial e representações dos movimentos sociais.

    Com informações da Agência Estadual de Notícias (AEN)
    Foto: Freddy Pinheiro (AEN)
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    Conferência da Educação Básica começa com etapa micro-regional

    Conferência da Educação Básica começa com etapa micro-regional
    Debates no Colégio Estadual do Paraná preparam a Conferência Estadual, de 19 a 21 de novembro, e a Conferência Nacional da Educação Básica, em abril
    A direção do Sismmac e profissionais do Magistério estão participando da etapa micro-regional da Conferência Nacional da Educação Básica, realizada nos dias 7 e 8 de novembro no salão do Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba.

    A atividade prepara os debates para a Conferência Estadual, marcada de 19 e 21 de novembro, no Centro de Convenções de Curiitiba. Clique aqui para saber como participar e clique aqui para baixar as orientações para o debate, definidas pelos educadores no Congresso na CNTE.

    O objetivo desta e de uma série de conferências que serão realizadas em todos os 32 Núcleos Regionais de Educação do Paraná é a construção de um Sistema Nacional da Educação Básica, que vai estabelecer um modelo educacional para todos os Estados brasileiros.

    A professora Taís Moura Tavares, doutora da Universidade Federal do Paraná e militante em defesa da educação pública, abriu a conferência com a palestra “Desafios da Construção de um Sistema Nacional Articulado de Educação”.

    Ela defende que se estabeleçam consensos sobre uma pauta viável para a educação. “Hoje não existe uma política comum que oriente a construção de um sistema nacional. Nossa prioridade é o direito à educação e que ela não seja um direito mercantilizado”, afirma.

    Para Taís, a educação não pode ser tratada como mercadoria. “Para mim, qualidade na educação, para começar, é que todos os meninos e meninas possam entrar numa escola e aprender tudo o que for possível aprender. Estamos à frente do desafio de promover uma educação de qualidade, na qual todos os espaços da escola sejam pedagógicos”, disse.

    O Ministério da Educação propõe que o processo de discussão junto à sociedade brasileira, rumo à democratização e a qualidade da educação básica nacional, deve contemplar os diferentes segmentos sociais. Para isso, a mobilização para debater a educação básica universal envolverá órgãos do governo federal, representações parlamentares, dirigentes e gestores educacionais (estaduais e municipais), representações sindicais, representações acadêmicas, setores do campo empresarial e representações dos movimentos sociais.

    Com informações da Agência Estadual de Notícias (AEN)
    Foto: Freddy Pinheiro (AEN)

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