Sismac
  • 05 | 03 | 2021 - 19:09 Informe-se

    Greca quer reforma da previdência de Bolsonaro contra servidores

    Greca quer reforma da previdência de Bolsonaro contra servidores
    Ataque que muda as regras de idade e tempo de serviço. Será que o desprefeito também planeja um calote no IPMC?

    Atacar o regime de previdência dos servidores é mesmo uma especialidade do desgoverno Greca. Agora, após a reeleição, o foco do seu ataque é a aprovação das regras da Reforma da Previdência no município, o que altera a idade mínima e o tempo de serviço necessários para a aposentadoria, além de reduzir o valor da aposentadoria. Ou seja, torna a aposentadoria cada dia mais distante para os servidores de Curitiba.

    O impacto da aprovação dessa medida é desumano para os servidores que estão sobrecarregados e arriscando suas vidas durante a pandemia. Isso sem falar da desvalorização, já que além do congelamento de carreira, o funcionalismo municipal amarga um congelamento de contagem do tempo de serviço, que prejudica o acesso a benefícios como quinquênio e licença-prêmio.

    Alto escalão se apressa em garantir sua aposentadoria

    Enquanto o desprefeito prepara o ataque, o alto escalão da Prefeitura se apressa para garantir sua aposentadoria sem os cortes planejados pelo desprefeito.

    Essa foi a denúncia recebido pelos sindicatos de que inclusive o secretário de governo, Luiz Fernando Jamur, quer garantir sua aposentadoria sem a modificação das regras. Ou seja, eles querem aplicar ao funcionalismo as regras que não querem pra si próprios.
    Os mesmos trabalhadores que estão diariamente na linha de frente da pandemia, agora precisam reunir forças para defender seu direito à aposentadoria. Mais uma vez, a gente vê que a gestão tenta lucrar nas costas da aposentadoria dos servidores.

    O tema será cobrado pelos representantes do SISMUC e do SISMMAC na reunião do Conselho de Administração do IPMC, que acontece no dia 12 de março, às 8h30.

    Será que Greca planeja um calote ao IPMC?

    O secretário municipal de Planejamento, Finanças e Orçamento, Vitor Puppi, afirmou que a gestão estuda “alternativas” para o parcelamento da dívida da Prefeitura com o IPMC. Mas, em nenhum momento fica clara qual seria essa alternativa. Será que Greca estuda outro calote na previdência dos servidores?

    Vale lembrar que Greca já tirou R$ 695 milhões do IPMC no pacotaço de 2017. Se a proposta da gestão foi uma renegociação, que perdoa a dívida com os servidores, ela não pode ser aceita.

    A dívida que Greca quer renegociar ou buscar “alternativas”, diz respeito aos aportes ao IPMC que não foram feitas pela gestão Fruet. O ex-prefeito havia parcelado a dívida em 60 vezes e Greca ampliou esse parcelamento para 200 meses.

    Essa postura da gestão municipal representa o desinvestimento na previdência do servidor. A queda no patrimônio do IPMC, é resultado também dessa dívida não paga pela Prefeitura. Enquanto isso, a prefeitura injeta dinheiro no fracassado Curitibaprev. Em outras palavras: tira dinheiro do instituto de previdência solidária dos servidores para colocar mais no modelo de capitalização da previdência.

    Por isso, defender o IPMC diante dos ataques da gestão é defender o direito à aposentadoria dos servidores municipais. Firmes!

  • 05 | 03 | 2021 - 19:09 Informe-se

    Greca quer reforma da previdência de Bolsonaro contra servidores

    Greca quer reforma da previdência de Bolsonaro contra servidores
    Ataque que muda as regras de idade e tempo de serviço. Será que o desprefeito também planeja um calote no IPMC?

    Atacar o regime de previdência dos servidores é mesmo uma especialidade do desgoverno Greca. Agora, após a reeleição, o foco do seu ataque é a aprovação das regras da Reforma da Previdência no município, o que altera a idade mínima e o tempo de serviço necessários para a aposentadoria, além de reduzir o valor da aposentadoria. Ou seja, torna a aposentadoria cada dia mais distante para os servidores de Curitiba.

    O impacto da aprovação dessa medida é desumano para os servidores que estão sobrecarregados e arriscando suas vidas durante a pandemia. Isso sem falar da desvalorização, já que além do congelamento de carreira, o funcionalismo municipal amarga um congelamento de contagem do tempo de serviço, que prejudica o acesso a benefícios como quinquênio e licença-prêmio.

    Alto escalão se apressa em garantir sua aposentadoria

    Enquanto o desprefeito prepara o ataque, o alto escalão da Prefeitura se apressa para garantir sua aposentadoria sem os cortes planejados pelo desprefeito.

    Essa foi a denúncia recebido pelos sindicatos de que inclusive o secretário de governo, Luiz Fernando Jamur, quer garantir sua aposentadoria sem a modificação das regras. Ou seja, eles querem aplicar ao funcionalismo as regras que não querem pra si próprios.
    Os mesmos trabalhadores que estão diariamente na linha de frente da pandemia, agora precisam reunir forças para defender seu direito à aposentadoria. Mais uma vez, a gente vê que a gestão tenta lucrar nas costas da aposentadoria dos servidores.

    O tema será cobrado pelos representantes do SISMUC e do SISMMAC na reunião do Conselho de Administração do IPMC, que acontece no dia 12 de março, às 8h30.

    Será que Greca planeja um calote ao IPMC?

    O secretário municipal de Planejamento, Finanças e Orçamento, Vitor Puppi, afirmou que a gestão estuda “alternativas” para o parcelamento da dívida da Prefeitura com o IPMC. Mas, em nenhum momento fica clara qual seria essa alternativa. Será que Greca estuda outro calote na previdência dos servidores?

    Vale lembrar que Greca já tirou R$ 695 milhões do IPMC no pacotaço de 2017. Se a proposta da gestão foi uma renegociação, que perdoa a dívida com os servidores, ela não pode ser aceita.

    A dívida que Greca quer renegociar ou buscar “alternativas”, diz respeito aos aportes ao IPMC que não foram feitas pela gestão Fruet. O ex-prefeito havia parcelado a dívida em 60 vezes e Greca ampliou esse parcelamento para 200 meses.

    Essa postura da gestão municipal representa o desinvestimento na previdência do servidor. A queda no patrimônio do IPMC, é resultado também dessa dívida não paga pela Prefeitura. Enquanto isso, a prefeitura injeta dinheiro no fracassado Curitibaprev. Em outras palavras: tira dinheiro do instituto de previdência solidária dos servidores para colocar mais no modelo de capitalização da previdência.

    Por isso, defender o IPMC diante dos ataques da gestão é defender o direito à aposentadoria dos servidores municipais. Firmes!

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