Sismac
  • 27 | 10 | 2020 - 17:50 Informe-se

    Dia do Servidor será marcado por luta em defesa dos serviços públicos

    Dia do Servidor será marcado por luta em defesa dos serviços públicos
    Mobilização contra a Reforma Administrativa é nacional e contará com ato no Centro Cívico e pressão nas redes sociais
    Esta quarta-feira (28), Dia do Servidor Público, será mais um momento importante na luta em defesa dos serviços públicos e contra a Reforma Administrativa. Será um dia de mobilização nacional, com agitação nas redes sociais e ações de diálogo com a população, para mostrar que a ameaça de acabar com os concursos e com a estabilidade dos servidores busca facilitar a terceirização e retomar a velha prática do apadrinhamento político.

    Em Curitiba, os sindicatos que representam os servidores públicos farão um ato no Centro Cívico no início da manhã. A mobilização seguirá as regras de distanciamento social necessárias à prevenção da Covid-19 e dará o pontapé para as ações de agitação que ocorrerão ao longo do dia pelas redes sociais.

    A chamada Reforma Administrativa acaba com os concursos públicos, permite que avaliações de desempenho sejam usadas para demitir os atuais servidores e ainda libera geral a contratação temporária e de apadrinhados políticos, o que deve resultar no aumento do assédio e da corrupção nos equipamentos públicos.Esses ataques acompanham uma mudança drástica no papel desempenhado pelo poder público na prestação dos serviços públicos, com o objetivo de avançar na terceirização e entregar nas mãos da iniciativa privada serviços públicos que hoje são direito da população e obrigação do Estado.

    A Reforma Administrativa está inserida em um contexto de profundo desmonte dos serviços públicos. Além de atingir os servidores, as mudanças afetam toda a população trabalhadora que depende da educação, saúde, assistência social, segurança pública e demais direitos sociais.

    O diálogo é fundamental nesse momento em que o governo e o Congresso Nacional tentam jogar a população contra os servidores públicos, com o falso pretexto de que a Reforma Administrativa vai acabar com privilégios.

    Metade dos servidores recebe até três salários, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS/2018). Só 3% dos servidores recebem mais do que 20 salários mínimos e é justamente essa cúpula do judiciário, do executivo e das forças armadas que o governo quer deixar de fora da Reforma.

  • 27 | 10 | 2020 - 17:50 Informe-se

    Dia do Servidor será marcado por luta em defesa dos serviços públicos

    Dia do Servidor será marcado por luta em defesa dos serviços públicos
    Mobilização contra a Reforma Administrativa é nacional e contará com ato no Centro Cívico e pressão nas redes sociais
    Esta quarta-feira (28), Dia do Servidor Público, será mais um momento importante na luta em defesa dos serviços públicos e contra a Reforma Administrativa. Será um dia de mobilização nacional, com agitação nas redes sociais e ações de diálogo com a população, para mostrar que a ameaça de acabar com os concursos e com a estabilidade dos servidores busca facilitar a terceirização e retomar a velha prática do apadrinhamento político.

    Em Curitiba, os sindicatos que representam os servidores públicos farão um ato no Centro Cívico no início da manhã. A mobilização seguirá as regras de distanciamento social necessárias à prevenção da Covid-19 e dará o pontapé para as ações de agitação que ocorrerão ao longo do dia pelas redes sociais.

    A chamada Reforma Administrativa acaba com os concursos públicos, permite que avaliações de desempenho sejam usadas para demitir os atuais servidores e ainda libera geral a contratação temporária e de apadrinhados políticos, o que deve resultar no aumento do assédio e da corrupção nos equipamentos públicos.Esses ataques acompanham uma mudança drástica no papel desempenhado pelo poder público na prestação dos serviços públicos, com o objetivo de avançar na terceirização e entregar nas mãos da iniciativa privada serviços públicos que hoje são direito da população e obrigação do Estado.

    A Reforma Administrativa está inserida em um contexto de profundo desmonte dos serviços públicos. Além de atingir os servidores, as mudanças afetam toda a população trabalhadora que depende da educação, saúde, assistência social, segurança pública e demais direitos sociais.

    O diálogo é fundamental nesse momento em que o governo e o Congresso Nacional tentam jogar a população contra os servidores públicos, com o falso pretexto de que a Reforma Administrativa vai acabar com privilégios.

    Metade dos servidores recebe até três salários, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS/2018). Só 3% dos servidores recebem mais do que 20 salários mínimos e é justamente essa cúpula do judiciário, do executivo e das forças armadas que o governo quer deixar de fora da Reforma.

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