Sismac
  • 16 | 09 | 2020 - 18:36 Informe-se

    Greca retira óleo dos kits de alimentos distribuídos para estudantes

    Greca retira óleo dos kits de alimentos distribuídos para estudantes
    Prefeitura tenta economizar às custas da alimentação das famílias trabalhadoras de Curitiba

    Após a denúncia dos Sindicatos, o desprefeito Rafael Greca buscou as redes sociais para afirmar que jamais havia falado em cortar o leite do kit alimentação distribuído para as famílias dos estudantes matriculados na rede pública. Nossa pressão surtiu efeito e a quantidade de 1kg de leite em pó foi mantida na distribuição dos alimentos que acontece esta semana nas unidades escolares do município. Entretanto, agora Greca tirou o litro de óleo que estava previsto para o kit e substituiu por mais 1kg de feijão, sem nenhuma justificativa.

    Alimentos que deveriam compor o kit

    2kg de arroz

    1kg de feijão carioca

    1kg de macarrão

    1kg de quirera de milho

    400g de biscoito

    1kg de farinha de trigo

    1kg de leite em pó

    900ml de óleo de soja

    2 frutas

    2 legumes

    1 tubérculo
    A substituição indevida foi realizada em todas as unidades escolares que recebem o kit da Risotolândia, o que significa que as escolas e CMEIs de algumas regionais não receberam óleo, que sofreu uma alta nos preços em todos os mercados da cidade. Já o outro fornecedor de kits de alimentos, que atende uma parcela dos CMEIs, manteve o óleo entre os produtos distribuídos.

    Na questão do leite, Greca se utilizou da manobra de dar a notícia ruim e, tendo retorno negativo, recuou e afirmou que nada do tipo aconteceria, na tentativa de descredibilizar a mobilização em defesa de direitos. Já em relação ao óleo, não emitiu nenhuma informação previamente e apostou que a substituição passaria despercebida para famílias e sindicatos

    A pressão dos sindicatos e das famílias forçou a Prefeitura a manter 1kg de leite, mas, ao mesmo tempo, as empresas contratadas insistem na redução do custo dos kits e fizeram a alteração sem o conhecimento do Conselho de Alimentação Escolar (CAE), pois não houve justificativa da Gerência de Alimentação Escolar. Independentemente de quem partiu a decisão, o kit deve ser igual em todas as unidades, composto pelos itens previamente estabelecidos e, caso seja necessária alguma substituição, ela precisa ser realizada por um produto equivalente.

    Os sindicatos já denunciaram a substituição feita pela gestão ao CAE que cobrou a Gerência de Alimentação Escolar, mas até o fechamento desta matéria, não obtivemos nenhum retorno.

    Falta de kits

    Os sindicatos também receberam a denúncia de que em algumas escolas da regional Boa Vista e Cajuru, o número de kits foi insuficiente para atender a quantidade de famílias cadastradas para receber os alimentos. Em uma única escola, faltaram quase 100 kits. As famílias foram orientadas a retirar os kits na manhã do dia seguinte, no entanto, mesmo um dia depois, a escola não havia recebido a quantidade adequada para atender a todos os cadastrados, o que gerou revolta de muitas famílias.

    Com frequência, esses problemas são causados pela terceirização dessa atividade essencial, mecanismo que faz parte da política desse desgoverno que prioriza o asfalto e sucateia direitos para o conjunto da população.

    Seguimos firmes nas denúncias e na luta por uma alimentação de qualidade para todos!

  • 16 | 09 | 2020 - 18:36 Informe-se

    Greca retira óleo dos kits de alimentos distribuídos para estudantes

    Greca retira óleo dos kits de alimentos distribuídos para estudantes
    Prefeitura tenta economizar às custas da alimentação das famílias trabalhadoras de Curitiba

    Após a denúncia dos Sindicatos, o desprefeito Rafael Greca buscou as redes sociais para afirmar que jamais havia falado em cortar o leite do kit alimentação distribuído para as famílias dos estudantes matriculados na rede pública. Nossa pressão surtiu efeito e a quantidade de 1kg de leite em pó foi mantida na distribuição dos alimentos que acontece esta semana nas unidades escolares do município. Entretanto, agora Greca tirou o litro de óleo que estava previsto para o kit e substituiu por mais 1kg de feijão, sem nenhuma justificativa.

    Alimentos que deveriam compor o kit

    2kg de arroz

    1kg de feijão carioca

    1kg de macarrão

    1kg de quirera de milho

    400g de biscoito

    1kg de farinha de trigo

    1kg de leite em pó

    900ml de óleo de soja

    2 frutas

    2 legumes

    1 tubérculo
    A substituição indevida foi realizada em todas as unidades escolares que recebem o kit da Risotolândia, o que significa que as escolas e CMEIs de algumas regionais não receberam óleo, que sofreu uma alta nos preços em todos os mercados da cidade. Já o outro fornecedor de kits de alimentos, que atende uma parcela dos CMEIs, manteve o óleo entre os produtos distribuídos.

    Na questão do leite, Greca se utilizou da manobra de dar a notícia ruim e, tendo retorno negativo, recuou e afirmou que nada do tipo aconteceria, na tentativa de descredibilizar a mobilização em defesa de direitos. Já em relação ao óleo, não emitiu nenhuma informação previamente e apostou que a substituição passaria despercebida para famílias e sindicatos

    A pressão dos sindicatos e das famílias forçou a Prefeitura a manter 1kg de leite, mas, ao mesmo tempo, as empresas contratadas insistem na redução do custo dos kits e fizeram a alteração sem o conhecimento do Conselho de Alimentação Escolar (CAE), pois não houve justificativa da Gerência de Alimentação Escolar. Independentemente de quem partiu a decisão, o kit deve ser igual em todas as unidades, composto pelos itens previamente estabelecidos e, caso seja necessária alguma substituição, ela precisa ser realizada por um produto equivalente.

    Os sindicatos já denunciaram a substituição feita pela gestão ao CAE que cobrou a Gerência de Alimentação Escolar, mas até o fechamento desta matéria, não obtivemos nenhum retorno.

    Falta de kits

    Os sindicatos também receberam a denúncia de que em algumas escolas da regional Boa Vista e Cajuru, o número de kits foi insuficiente para atender a quantidade de famílias cadastradas para receber os alimentos. Em uma única escola, faltaram quase 100 kits. As famílias foram orientadas a retirar os kits na manhã do dia seguinte, no entanto, mesmo um dia depois, a escola não havia recebido a quantidade adequada para atender a todos os cadastrados, o que gerou revolta de muitas famílias.

    Com frequência, esses problemas são causados pela terceirização dessa atividade essencial, mecanismo que faz parte da política desse desgoverno que prioriza o asfalto e sucateia direitos para o conjunto da população.

    Seguimos firmes nas denúncias e na luta por uma alimentação de qualidade para todos!

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