Sismac
  • 26 | 06 | 2020 - 13:48 Aposentadoria

    Três anos do pacotaço: um roubo que não acabou

    Três anos do pacotaço: um roubo que não acabou
    Próximo alvo de Greca é o IPMC. Mesmo durante a pandemia, base aliada tenta ampliar os ataques

    Há três anos, no dia 26 de junho, acontecia sob forte repressão policial a votação do pacotaço de ajuste fiscal do desprefeito Rafael Greca. Os servidores municipais jamais esquecerão desse dia, que foi marcado pelo congelamento dos salários e das carreiras de milhares de trabalhadores. Mas, que também será sempre lembrado como um dia de luta e resistência!

    A votação, que foi covardemente transferida para a Ópera de Arame às pressas, contou com mais de 1,5 mil policiais para conter a manifestação dos servidores. E foi assim que os trabalhadores que deveriam ser ouvidos foram duramente reprimidos com bombas, gás lacrimogênio e spray de pimenta. Mais de 30 servidores ficaram feridos.

    Além de ter congelado os planos de carreira e autorizado a retirada ilegal de R$ 695 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC), a votação na Ópera de Arame também aprovou o aumento progressivo da alíquota do IPMC, que passou de 11% em 2017 e chegaria a 14% em 2023. Nos últimos três anos, nossa previdência continuou sendo alvo de sucessivos ataques. Agora, em ano eleitoral e em meio a uma pandemia, Greca quer pegar carona na Reforma da Previdência imposta por Bolsonaro em 2019 para acelerar esse aumento e impor a alíquota de 14% ainda esse ano aos trabalhadores. Já a cota patronal, aquele valor que é repassado pela Prefeitura, permaneceria inalterado.

    Aumento da alíquota para 14% será votado em sessão remota pela Câmara Municipal na próxima segunda-feira (29). É uma vergonha que Greca tente aproveitar de uma situação de calamidade pública para avançar no ataque aos direitos dos servidores. Por isso, não podemos aceitar mais essa redução salarial, vamos mostrar para o desprefeito que mesmo durante a pandemia seguimos firmes. Participe do ato virtual, faça suas críticas nos comentários e marque um colega. Vamos fazer pressão para que esse projeto não seja aprovado!

    A pandemia escancara a verdade sobre Greca

    Desde a aprovação do pacotaço, a Prefeitura diz que a medida de ajuste fiscal ajudou as finanças do município, conseguindo, inclusive, ampliar a capacidade do serviço público. Mas basta olhar para a realidade para perceber que esta não passa de mais uma mentira do desprefeito.

    Com o foco em se reeleger, Greca e sua turma aproveitam da pandemia para tentar passar a sensação de que Curitiba é um verdadeiro mundo de faz de conta! A própria Secretária de Saúde já admitiu que o número de servidores não é suficiente para continuar atendendo a população. Com essa informação, ao invés de chamar os servidores já aprovados nos concursos públicos, a administração avança no desmonte com o aumento das contratações precarizadas via Processo Seletivo Simplificado (PSS).

    Além disso, os servidores seguem fazendo seu trabalho durante à pandemia com os salários e Planos de Carreira congelados, além da intensificação dos ataques aprovados no pacotaço. E, embora o atendimento à população continue sendo uma prioridade, a estrutura para esse atendimento está completamente sucateada.

    Essa não é a realidade que Greca quer mostrar, e se ele não faz, nós fazemos! Ao contrário do que o desprefeito chamou nas redes sociais de #MauAgouro, essa é a realidade que os trabalhadores de Curitiba enfrentam todos os dias e é importante que estes tenham voz contra a truculência e a irresponsabilidade do governo.

    Há três anos o pacotaço era aprovado, e hoje, colhemos os frutos de um projeto de ajuste fiscal que colocou na conta dos trabalhadores o pagamento pela crise. Nós não esqueceremos a violência e o desrespeito da gestão Greca. Os servidores municipais continuam na luta!

  • 26 | 06 | 2020 - 13:48 Aposentadoria

    Três anos do pacotaço: um roubo que não acabou

    Três anos do pacotaço: um roubo que não acabou
    Próximo alvo de Greca é o IPMC. Mesmo durante a pandemia, base aliada tenta ampliar os ataques

    Há três anos, no dia 26 de junho, acontecia sob forte repressão policial a votação do pacotaço de ajuste fiscal do desprefeito Rafael Greca. Os servidores municipais jamais esquecerão desse dia, que foi marcado pelo congelamento dos salários e das carreiras de milhares de trabalhadores. Mas, que também será sempre lembrado como um dia de luta e resistência!

    A votação, que foi covardemente transferida para a Ópera de Arame às pressas, contou com mais de 1,5 mil policiais para conter a manifestação dos servidores. E foi assim que os trabalhadores que deveriam ser ouvidos foram duramente reprimidos com bombas, gás lacrimogênio e spray de pimenta. Mais de 30 servidores ficaram feridos.

    Além de ter congelado os planos de carreira e autorizado a retirada ilegal de R$ 695 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC), a votação na Ópera de Arame também aprovou o aumento progressivo da alíquota do IPMC, que passou de 11% em 2017 e chegaria a 14% em 2023. Nos últimos três anos, nossa previdência continuou sendo alvo de sucessivos ataques. Agora, em ano eleitoral e em meio a uma pandemia, Greca quer pegar carona na Reforma da Previdência imposta por Bolsonaro em 2019 para acelerar esse aumento e impor a alíquota de 14% ainda esse ano aos trabalhadores. Já a cota patronal, aquele valor que é repassado pela Prefeitura, permaneceria inalterado.

    Aumento da alíquota para 14% será votado em sessão remota pela Câmara Municipal na próxima segunda-feira (29). É uma vergonha que Greca tente aproveitar de uma situação de calamidade pública para avançar no ataque aos direitos dos servidores. Por isso, não podemos aceitar mais essa redução salarial, vamos mostrar para o desprefeito que mesmo durante a pandemia seguimos firmes. Participe do ato virtual, faça suas críticas nos comentários e marque um colega. Vamos fazer pressão para que esse projeto não seja aprovado!

    A pandemia escancara a verdade sobre Greca

    Desde a aprovação do pacotaço, a Prefeitura diz que a medida de ajuste fiscal ajudou as finanças do município, conseguindo, inclusive, ampliar a capacidade do serviço público. Mas basta olhar para a realidade para perceber que esta não passa de mais uma mentira do desprefeito.

    Com o foco em se reeleger, Greca e sua turma aproveitam da pandemia para tentar passar a sensação de que Curitiba é um verdadeiro mundo de faz de conta! A própria Secretária de Saúde já admitiu que o número de servidores não é suficiente para continuar atendendo a população. Com essa informação, ao invés de chamar os servidores já aprovados nos concursos públicos, a administração avança no desmonte com o aumento das contratações precarizadas via Processo Seletivo Simplificado (PSS).

    Além disso, os servidores seguem fazendo seu trabalho durante à pandemia com os salários e Planos de Carreira congelados, além da intensificação dos ataques aprovados no pacotaço. E, embora o atendimento à população continue sendo uma prioridade, a estrutura para esse atendimento está completamente sucateada.

    Essa não é a realidade que Greca quer mostrar, e se ele não faz, nós fazemos! Ao contrário do que o desprefeito chamou nas redes sociais de #MauAgouro, essa é a realidade que os trabalhadores de Curitiba enfrentam todos os dias e é importante que estes tenham voz contra a truculência e a irresponsabilidade do governo.

    Há três anos o pacotaço era aprovado, e hoje, colhemos os frutos de um projeto de ajuste fiscal que colocou na conta dos trabalhadores o pagamento pela crise. Nós não esqueceremos a violência e o desrespeito da gestão Greca. Os servidores municipais continuam na luta!

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