Sismac
  • 12 | 02 | 2020 - 19:02 Condições de Trabalho

    Por descaso da Prefeitura, estudantes retornam sem salas de aula

    Por descaso da Prefeitura, estudantes retornam sem salas de aula
    E. M. Bento Mossurunga sofreu atraso nas obras e está com fiação elétrica exposta, salas desmontadas e entulhos

    Falta de divisória entre as salas, cadeiras empilhadas, entulhos de obra, degrau quebrado, fiação elétrica exposta, pó por todos os lados. Esse é o cenário que os estudantes da Escola Municipal Bento Mossurunga encontram no primeiro dia de aula, nesta quarta-feira (12). O descaso da Prefeitura de Curitiba com a educação das filhas e filhos dos trabalhadores da cidade alcançou um novo limite e a unidade não tem condições mínimas para receber os estudantes.

    Mesmo com todo o período de recesso e férias para realizar a reforma que a escola estava precisando, a gestão do desprefeito Rafael Greca fez tudo que pode para adiar as obras.

    A reforma estava prevista para começar no dia 6 de janeiro. Entretanto, as obras só foram iniciadas no dia 20. E, ainda assim, com apenas uma equipe, o que claramente era insuficiente tanto pelo prazo quanto pelas melhorias que precisavam ser realizadas. Depois de muita insistência, a Prefeitura só mandou reforço com uma segunda equipe no dia 10 de fevereiro, quando os professores retornavam ao trabalho e apenas dois dias antes do início das aulas.

    Mães, pais, professores e voluntários fizeram mutirões durante as férias na tentativa de deixar a escola pronta para receber os alunos, mas foi impossível terminar tudo que havia para ser feito e que era de responsabilidade da Prefeitura.

    Mesmo sem condições, o Núcleo Regional do Boqueirão tem pressionado a escola para que receba alunos no primeiro dia de aula. O prédio oferece risco para as crianças desde a fiação elétrica exposta e os entulhos espalhados até o excesso de pó que pode intensificar ainda mais os problemas respiratórios já existentes.

    Para além disso, não há como desenvolver nenhum processo de ensino-aprendizagem no local, nem os quadros estão pendurados nas salas de aula. Tanto os trabalhadores da educação quanto os cerca de 430 alunos que são atendidos em período integral serão prejudicados pela falta de prioridade que desgoverno Greca destina à educação.

    Confira as fotos:

  • 12 | 02 | 2020 - 19:02 Condições de Trabalho

    Por descaso da Prefeitura, estudantes retornam sem salas de aula

    Por descaso da Prefeitura, estudantes retornam sem salas de aula
    E. M. Bento Mossurunga sofreu atraso nas obras e está com fiação elétrica exposta, salas desmontadas e entulhos

    Falta de divisória entre as salas, cadeiras empilhadas, entulhos de obra, degrau quebrado, fiação elétrica exposta, pó por todos os lados. Esse é o cenário que os estudantes da Escola Municipal Bento Mossurunga encontram no primeiro dia de aula, nesta quarta-feira (12). O descaso da Prefeitura de Curitiba com a educação das filhas e filhos dos trabalhadores da cidade alcançou um novo limite e a unidade não tem condições mínimas para receber os estudantes.

    Mesmo com todo o período de recesso e férias para realizar a reforma que a escola estava precisando, a gestão do desprefeito Rafael Greca fez tudo que pode para adiar as obras.

    A reforma estava prevista para começar no dia 6 de janeiro. Entretanto, as obras só foram iniciadas no dia 20. E, ainda assim, com apenas uma equipe, o que claramente era insuficiente tanto pelo prazo quanto pelas melhorias que precisavam ser realizadas. Depois de muita insistência, a Prefeitura só mandou reforço com uma segunda equipe no dia 10 de fevereiro, quando os professores retornavam ao trabalho e apenas dois dias antes do início das aulas.

    Mães, pais, professores e voluntários fizeram mutirões durante as férias na tentativa de deixar a escola pronta para receber os alunos, mas foi impossível terminar tudo que havia para ser feito e que era de responsabilidade da Prefeitura.

    Mesmo sem condições, o Núcleo Regional do Boqueirão tem pressionado a escola para que receba alunos no primeiro dia de aula. O prédio oferece risco para as crianças desde a fiação elétrica exposta e os entulhos espalhados até o excesso de pó que pode intensificar ainda mais os problemas respiratórios já existentes.

    Para além disso, não há como desenvolver nenhum processo de ensino-aprendizagem no local, nem os quadros estão pendurados nas salas de aula. Tanto os trabalhadores da educação quanto os cerca de 430 alunos que são atendidos em período integral serão prejudicados pela falta de prioridade que desgoverno Greca destina à educação.

    Confira as fotos:

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