Sismac
  • 06 | 01 | 2020 - 16:13 Mobilização

    Nota de solidariedade às famílias acampadas que lutam contra despejo

    Nota de solidariedade às famílias acampadas que lutam contra despejo
    Resistência Camponesa Oeste do Paraná
    Governo do estado quer despejar três comunidades que vivem no interior do Paraná, em Cascavel

    O governo de Ratinho Junior ameaça despejar dezenas de famílias que vivem no complexo Cajati, na região de Cascavel, no interior do Paraná. Ao todo, 212 famílias enfrentam o risco de destruição de suas casas e lavouras construídas ao longo de cerca de 20 anos. As três comunidades ameaçadas são Resistência Camponesa, Dorcelina Folador e 1º de agosto, as duas primeiras criadas em 1999 e a última em 2004.

    Em defesa dessas comunidades, os trabalhadores, suas famílias e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) iniciaram a Vigília Resistência Camponesa: por Terra, Vida e Dignidade, que começou no dia 28 de dezembro, poucos dias depois de terem recebido a ordem de reintegração de posse.

    De acordo com o Jornal Brasil de Fato, em 2019, o governo Ratinho Junior executou nove despejos e deixou cerca de 500 famílias camponesas desalojadas.

    O SISMMAC apoia a resistência dessas comunidades e repudia veementemente o governo e os empresários que, para proteger interesses próprios a qualquer custo, ameaçam camponeses, trabalhadores rurais, comunidades tradicionais indígenas e quilombolas.

  • 06 | 01 | 2020 - 16:13 Mobilização

    Nota de solidariedade às famílias acampadas que lutam contra despejo

    Nota de solidariedade às famílias acampadas que lutam contra despejo
    Resistência Camponesa Oeste do Paraná
    Governo do estado quer despejar três comunidades que vivem no interior do Paraná, em Cascavel

    O governo de Ratinho Junior ameaça despejar dezenas de famílias que vivem no complexo Cajati, na região de Cascavel, no interior do Paraná. Ao todo, 212 famílias enfrentam o risco de destruição de suas casas e lavouras construídas ao longo de cerca de 20 anos. As três comunidades ameaçadas são Resistência Camponesa, Dorcelina Folador e 1º de agosto, as duas primeiras criadas em 1999 e a última em 2004.

    Em defesa dessas comunidades, os trabalhadores, suas famílias e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) iniciaram a Vigília Resistência Camponesa: por Terra, Vida e Dignidade, que começou no dia 28 de dezembro, poucos dias depois de terem recebido a ordem de reintegração de posse.

    De acordo com o Jornal Brasil de Fato, em 2019, o governo Ratinho Junior executou nove despejos e deixou cerca de 500 famílias camponesas desalojadas.

    O SISMMAC apoia a resistência dessas comunidades e repudia veementemente o governo e os empresários que, para proteger interesses próprios a qualquer custo, ameaçam camponeses, trabalhadores rurais, comunidades tradicionais indígenas e quilombolas.

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