Sismac
  • 30 | 04 | 2021 - 13:35 Além dos muros da escola

    1º de maio: com muita luta, a classe trabalhadora resiste aos ataques

    1º de maio: com muita luta, a classe trabalhadora resiste aos ataques
    Em meio à pandemia, a luta pela proteção à vida dos trabalhadores ganha forças. Mas, o que os governos têm feito?

    No Dia do Trabalhador, lembramos como Greca, Bolsonaro e outros que vieram antes deles, governam para os patrões. Ainda que façam muitas promessas aos trabalhadores em seus discursos, na prática, vemos que só querem explorar mais e mais para favorecer banqueiros e grandes empresários. Relembre o que Greca e Bolsonaro fizeram desde o início dos seus mandatos para atacar a classe trabalhadora e como eles estão agindo durante a pandemia.


    ...

    Tudo isso só reforça a necessidade de seguirmos firmes na luta por nenhum direito a menos. Esse descaso com os trabalhadores fica ainda mais evidente diante da pandemia do novo coronavírus, quando, em vez de proteger a vida dos servidores e da população, a maior preocupação dos governos é garantir o lucro para os patrões.

    Neste ano, o 1º de maio ocorre em um momento de grande retrocesso, no qual governos e patrões usam a pandemia como desculpa para atacar ainda mais os direitos dos trabalhadores. Perdemos mais de 400 mil vidas para a Covid-19 no Brasil segundo os dados oficiais. A pandemia jogou mais de 27 milhões de brasileiros na pobreza segundo estudo da FGV Social, enquanto os ricos ficaram ainda mais ricos. O Brasil ganhou 11 novos bilionários no último ano, enquanto há 116 milhões de pessoas em condição de insegurança alimentar, sem conseguir almoçar ou tendo que pular uma ou outra refeição para sobreviver.

    Esta situação é resultado da ação de capitalistas e de seus governos, que aproveitam momentos de crise como o que estamos vivendo para recuperar e ampliar ainda mais seus lucros, reduzindo salários e demitindo milhares de trabalhadores. Não é por acaso que o governo da morte de Bolsonaro impôs várias medidas desde o início da pandemia que liberam as empresas para reduzir salários e atacar direitos sem exigir sequer como contrapartida a garantia de estabilidade. Sua política genocida atende a pressão de quem enxerga a tragédia que vivemos como uma oportunidade para lucrar ainda mais, à custa de tantas vidas perdidas.

    Mais uma vez, precisamos unir forças na luta para conquistar a proteção necessária à vida e à saúde da classe trabalhadora.

    Os sindicatos têm pressionado a gestão para que sejam garantidas as condições necessárias para os trabalhadores da linha de frente do combate à pandemia.Foi com luta que conquistamos avanços com a distribuição de EPIs, início dos treinamentos de procedimentos para servidores da saúde, adequação das casas de acolhimento para pessoas em situação de rua, entre outros. São avanços importantes, mas ainda muito longe do ideal, por isso, seguiremos na luta.

    A imunização da população contra Covid-19 ainda patina. Apenas 5,9% da população foi totalmente vacinada e por isso seguimos cobrando vacina para todos os trabalhadores e trabalhadoras. Volta às aulas só com vacina!

    Denuncie as condições do seu local de trabalho por meio do “Fala, Servidor!”.As denúncias podem ser realizadas através do WhatsApp(41) 99661-9335 ou pelo 99988-2680 (para servidores da Educação) de forma anônima e com garantia de sigilo.

  • 30 | 04 | 2021 - 13:35 Além dos muros da escola

    1º de maio: com muita luta, a classe trabalhadora resiste aos ataques

    1º de maio: com muita luta, a classe trabalhadora resiste aos ataques
    Em meio à pandemia, a luta pela proteção à vida dos trabalhadores ganha forças. Mas, o que os governos têm feito?

    No Dia do Trabalhador, lembramos como Greca, Bolsonaro e outros que vieram antes deles, governam para os patrões. Ainda que façam muitas promessas aos trabalhadores em seus discursos, na prática, vemos que só querem explorar mais e mais para favorecer banqueiros e grandes empresários. Relembre o que Greca e Bolsonaro fizeram desde o início dos seus mandatos para atacar a classe trabalhadora e como eles estão agindo durante a pandemia.


    ...

    Tudo isso só reforça a necessidade de seguirmos firmes na luta por nenhum direito a menos. Esse descaso com os trabalhadores fica ainda mais evidente diante da pandemia do novo coronavírus, quando, em vez de proteger a vida dos servidores e da população, a maior preocupação dos governos é garantir o lucro para os patrões.

    Neste ano, o 1º de maio ocorre em um momento de grande retrocesso, no qual governos e patrões usam a pandemia como desculpa para atacar ainda mais os direitos dos trabalhadores. Perdemos mais de 400 mil vidas para a Covid-19 no Brasil segundo os dados oficiais. A pandemia jogou mais de 27 milhões de brasileiros na pobreza segundo estudo da FGV Social, enquanto os ricos ficaram ainda mais ricos. O Brasil ganhou 11 novos bilionários no último ano, enquanto há 116 milhões de pessoas em condição de insegurança alimentar, sem conseguir almoçar ou tendo que pular uma ou outra refeição para sobreviver.

    Esta situação é resultado da ação de capitalistas e de seus governos, que aproveitam momentos de crise como o que estamos vivendo para recuperar e ampliar ainda mais seus lucros, reduzindo salários e demitindo milhares de trabalhadores. Não é por acaso que o governo da morte de Bolsonaro impôs várias medidas desde o início da pandemia que liberam as empresas para reduzir salários e atacar direitos sem exigir sequer como contrapartida a garantia de estabilidade. Sua política genocida atende a pressão de quem enxerga a tragédia que vivemos como uma oportunidade para lucrar ainda mais, à custa de tantas vidas perdidas.

    Mais uma vez, precisamos unir forças na luta para conquistar a proteção necessária à vida e à saúde da classe trabalhadora.

    Os sindicatos têm pressionado a gestão para que sejam garantidas as condições necessárias para os trabalhadores da linha de frente do combate à pandemia.Foi com luta que conquistamos avanços com a distribuição de EPIs, início dos treinamentos de procedimentos para servidores da saúde, adequação das casas de acolhimento para pessoas em situação de rua, entre outros. São avanços importantes, mas ainda muito longe do ideal, por isso, seguiremos na luta.

    A imunização da população contra Covid-19 ainda patina. Apenas 5,9% da população foi totalmente vacinada e por isso seguimos cobrando vacina para todos os trabalhadores e trabalhadoras. Volta às aulas só com vacina!

    Denuncie as condições do seu local de trabalho por meio do “Fala, Servidor!”.As denúncias podem ser realizadas através do WhatsApp(41) 99661-9335 ou pelo 99988-2680 (para servidores da Educação) de forma anônima e com garantia de sigilo.

Rua Nunes Machado, 1644, Rebouças – Curitiba / PR, CEP. 80.220-070 - Fone/Fax.: (41) 3225-6729

DOHMS