Sismac
  • 22 | 07 | 2020 - 19:13 Além dos muros da escola

    Todo apoio à greve contra demissões na Renault de São José dos Pinhais

    Todo apoio à greve contra demissões na Renault de São José dos Pinhais
    Metalúrgicos da Renault, em São José dos Pinhais, estão em greve contra as mais de 700 demissões impostas

    As direções do SISMMAC e do SISMUC, assim como o conjunto da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora, manifestam sua solidariedade ativa à luta dos metalúrgicos na Renault em São José dos Pinhais, que estão em greve contra as mais de 700 demissões que a direção da empresa impôs nesta terça-feira (21).

    Os trabalhadores decidiram, em assembleia chamada pelo Sindicato já na semana passada, entrar em greve caso a empresa mantivesse a proposta demitir centenas de metalúrgicos.

    Antes de vencer o prazo do aviso de greve, a Renault começou as demissões com o objetivo de tentar impedir o movimento, mas os trabalhadores se colocaram em luta e a greve começou forte no dia 21.

    O que faz a Renault em São José dos Pinhais é o mesmo que outras grandes empresas estão fazendo: se aproveitando da pandemia para reorganizar sua produção para, na sequência, ampliar seus lucros, o que para os trabalhadores significa demissões em massa, arrocho salarial e ataque aos direitos.

    É o que a siderúrgica Usiminas tenta fazer na Baixada Santista/SP, com o anúncio de demissão de mais de 900 trabalhadores. É também esse o objetivo da USIMEC, que pretende demitir mais de 90% do efetivo em sua planta em Ipatinga/MG, o que significa a demissão de mais de 700 trabalhadores.

    Em Cubatão/SP, a mobilização do Sindicato, junto com a Intersindical, conseguiu barrar as demissões por dois meses. A direção da empresa cassou a liminar que impedia as demissões, com o apoio de um ministro do TST, e colocou mais de 80% da fábrica em home office.As demissões começaram, mas a mobilização segue e por conta disso a empresa não conseguiu impor até agora a redução de mais de 60% do efetivo. Em Ipatinga, a mobilização também conseguiu suspender as demissões e a mobilização segue para impedir que elas se efetivem.

    Esses são exemplos da lutas de resistência realizadas pelo Brasil afora contra os ataques patronais que contam com o apoio do governo genocida de Bolsonaro. A cada dia, esse governo lança mais medidas provisórias e portarias que liberam os patrões para reduzir salários, retirar direitos e continuar as demissões.

    Para o Capital, não importa que mais de 80 mil pessoas tenham morrido e mais de 2 milhões estejam contaminadas pelo novo Coronavírus, não importa que mais de 30 milhões estejam sem emprego e milhões estejam na mira da morte seja através do vírus, ou da fome, seja no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo. Para o Capital, o que vale é o seu lucro, que cresce na exata medida em que aumenta a exploração contra a classe trabalhadora.

    Para enfrentar os ataques dos patrões e seus governos aos direitos, salários e empregos, nossa arma é a luta da classe trabalhadora. Por isso nos somamos em solidariedade ativa aos companheiros metalúrgicos na Renault que estão firmes na greve contra mais um ataque patronal.

  • 22 | 07 | 2020 - 19:13 Além dos muros da escola

    Todo apoio à greve contra demissões na Renault de São José dos Pinhais

    Todo apoio à greve contra demissões na Renault de São José dos Pinhais
    Metalúrgicos da Renault, em São José dos Pinhais, estão em greve contra as mais de 700 demissões impostas

    As direções do SISMMAC e do SISMUC, assim como o conjunto da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora, manifestam sua solidariedade ativa à luta dos metalúrgicos na Renault em São José dos Pinhais, que estão em greve contra as mais de 700 demissões que a direção da empresa impôs nesta terça-feira (21).

    Os trabalhadores decidiram, em assembleia chamada pelo Sindicato já na semana passada, entrar em greve caso a empresa mantivesse a proposta demitir centenas de metalúrgicos.

    Antes de vencer o prazo do aviso de greve, a Renault começou as demissões com o objetivo de tentar impedir o movimento, mas os trabalhadores se colocaram em luta e a greve começou forte no dia 21.

    O que faz a Renault em São José dos Pinhais é o mesmo que outras grandes empresas estão fazendo: se aproveitando da pandemia para reorganizar sua produção para, na sequência, ampliar seus lucros, o que para os trabalhadores significa demissões em massa, arrocho salarial e ataque aos direitos.

    É o que a siderúrgica Usiminas tenta fazer na Baixada Santista/SP, com o anúncio de demissão de mais de 900 trabalhadores. É também esse o objetivo da USIMEC, que pretende demitir mais de 90% do efetivo em sua planta em Ipatinga/MG, o que significa a demissão de mais de 700 trabalhadores.

    Em Cubatão/SP, a mobilização do Sindicato, junto com a Intersindical, conseguiu barrar as demissões por dois meses. A direção da empresa cassou a liminar que impedia as demissões, com o apoio de um ministro do TST, e colocou mais de 80% da fábrica em home office.As demissões começaram, mas a mobilização segue e por conta disso a empresa não conseguiu impor até agora a redução de mais de 60% do efetivo. Em Ipatinga, a mobilização também conseguiu suspender as demissões e a mobilização segue para impedir que elas se efetivem.

    Esses são exemplos da lutas de resistência realizadas pelo Brasil afora contra os ataques patronais que contam com o apoio do governo genocida de Bolsonaro. A cada dia, esse governo lança mais medidas provisórias e portarias que liberam os patrões para reduzir salários, retirar direitos e continuar as demissões.

    Para o Capital, não importa que mais de 80 mil pessoas tenham morrido e mais de 2 milhões estejam contaminadas pelo novo Coronavírus, não importa que mais de 30 milhões estejam sem emprego e milhões estejam na mira da morte seja através do vírus, ou da fome, seja no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo. Para o Capital, o que vale é o seu lucro, que cresce na exata medida em que aumenta a exploração contra a classe trabalhadora.

    Para enfrentar os ataques dos patrões e seus governos aos direitos, salários e empregos, nossa arma é a luta da classe trabalhadora. Por isso nos somamos em solidariedade ativa aos companheiros metalúrgicos na Renault que estão firmes na greve contra mais um ataque patronal.

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