Sismac
  • 14 | 02 | 2020 - 09:53 Além dos muros da escola

    14 de fevereiro é dia de defesa do Serviço Público e do INSS

    14 de fevereiro é dia de defesa do Serviço Público e do INSS
    SISMMAC e SISMUC fizeram panfletagem em frente à agência do INSS para alertar a população quanto à gravidade dos ataques

    Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, ocorre em todo o Brasil o Dia Nacional de Lutas em Defesa do Serviço Público e Contra a Militarização do INSS. O dia foi chamado pelas grandes centrais, mas não foi organizado realmente por elas. Por isso, o SISMMAC e o SISMUC promoveram uma panfletagem em frente ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para dialogar com os trabalhadores e mostrar as consequências dos graves ataques que vêm sendo promovidos.

    Um dos tantos alvos do governo é o INSS, que teve várias agências fechadas pelo país. Além disso, há anos os servidores e as servidoras não têm reposição do quadro de funcionários. O sucateamento vem penalizando a população, as filas do INSS chegam a dois milhões de pessoas aguardando a análise dos benefícios, isso sem contar aquelas que já tiveram o benefício negado.

    O acesso à seguridade social deveria ser tratado como um direito, mas, não é assim que Bolsonaro pensa. O governo federal tem adotado medidas para acabar com a seguridade, como a Reforma da Previdência, aprovada em 2019, e mais recentemente o Plano Mais Brasil, apresentado no final do ano passado.

    Mesmo aplicando todas essas medidas Bolsonaro tenta enganar a população dizendo que precisa aprimorar a estrutura do INSS. Para isso, o presidente e seus comparsas tentam militarizar o instituto. Ao invés de contratar trabalhadores que hoje estão desempregados, Bolsonaro vai contratar militares da reserva, sem nenhuma qualificação, para “suprir” as demandas do INSS.

    Hoje, o país tem mais de 12 milhões de desempregados e mais de 40 milhões de trabalhadores sem carteira assinada que precisam do INSS. Ao militarizar o Instituto, Bolsonaro piora o serviço e intimida os trabalhadores. Enquanto isso, os servidores que trabalham no INSS acabam cada vez mais sobrecarregados e adoecidos.

    Por isso, é preciso fortalecer essa mobilização e avançar para além de um Dia Nacional de Luta. Para impedir o sucateamento do INSS e a implantação do Plano mais Brasil, é preciso avançar na construção de uma grande greve geral. Precisamos de toda a classe trabalhadora unida e firme na luta!


  • 14 | 02 | 2020 - 09:53 Além dos muros da escola

    14 de fevereiro é dia de defesa do Serviço Público e do INSS

    14 de fevereiro é dia de defesa do Serviço Público e do INSS
    SISMMAC e SISMUC fizeram panfletagem em frente à agência do INSS para alertar a população quanto à gravidade dos ataques

    Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, ocorre em todo o Brasil o Dia Nacional de Lutas em Defesa do Serviço Público e Contra a Militarização do INSS. O dia foi chamado pelas grandes centrais, mas não foi organizado realmente por elas. Por isso, o SISMMAC e o SISMUC promoveram uma panfletagem em frente ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para dialogar com os trabalhadores e mostrar as consequências dos graves ataques que vêm sendo promovidos.

    Um dos tantos alvos do governo é o INSS, que teve várias agências fechadas pelo país. Além disso, há anos os servidores e as servidoras não têm reposição do quadro de funcionários. O sucateamento vem penalizando a população, as filas do INSS chegam a dois milhões de pessoas aguardando a análise dos benefícios, isso sem contar aquelas que já tiveram o benefício negado.

    O acesso à seguridade social deveria ser tratado como um direito, mas, não é assim que Bolsonaro pensa. O governo federal tem adotado medidas para acabar com a seguridade, como a Reforma da Previdência, aprovada em 2019, e mais recentemente o Plano Mais Brasil, apresentado no final do ano passado.

    Mesmo aplicando todas essas medidas Bolsonaro tenta enganar a população dizendo que precisa aprimorar a estrutura do INSS. Para isso, o presidente e seus comparsas tentam militarizar o instituto. Ao invés de contratar trabalhadores que hoje estão desempregados, Bolsonaro vai contratar militares da reserva, sem nenhuma qualificação, para “suprir” as demandas do INSS.

    Hoje, o país tem mais de 12 milhões de desempregados e mais de 40 milhões de trabalhadores sem carteira assinada que precisam do INSS. Ao militarizar o Instituto, Bolsonaro piora o serviço e intimida os trabalhadores. Enquanto isso, os servidores que trabalham no INSS acabam cada vez mais sobrecarregados e adoecidos.

    Por isso, é preciso fortalecer essa mobilização e avançar para além de um Dia Nacional de Luta. Para impedir o sucateamento do INSS e a implantação do Plano mais Brasil, é preciso avançar na construção de uma grande greve geral. Precisamos de toda a classe trabalhadora unida e firme na luta!


Rua Nunes Machado, 1644, Rebouças – Curitiba / PR, CEP. 80.220-070 - Fone/Fax.: (41) 3225-6729

DOHMS