Sismac
  • 05 | 03 | 2021 - 11:49 Negociações

    Em estado de greve, sindicatos cobram reunião sobre retorno presencial

    Em estado de greve, sindicatos cobram reunião sobre retorno presencial
    Servidores da educação têm assembleia de deflagração de greve marcada para este sábado, 6 de março

    Na última segunda-feira (1º), o SISMMAC e o SISMUC aproveitaram a reunião com a Superintendência de Gestão Educacional para cobrar respostas para ofícios e reivindicações que permanecem sem retorno da administração.

    Assembleia de deflagração da greve

    Diante de tanto descaso e irresponsabilidade com a vida, trabalhadoras e trabalhadores da educação se reúnem em assembleia virtual neste sábado (06/03), às 14h (em primeira chamada), pelo Zoom.

    Clique aqui para fazer sua inscrição!
    Entre as principais reivindicações, está a cobrança para que as aulas presenciais permaneçam suspensas até a garantia de vacina e de testagem periódica para os trabalhadores da educação. No ofício enviado à Prefeitura para comunicar a aprovação do estado de greve, os sindicatos reivindicaram a realização de uma reunião e também reafirmam que a categoria considera que o protocolo é insuficiente para garantir a segurança de trabalhadores, estudantes e de seus familiares.

    Diante da cobrança, a superintendente afirmou que está providenciando a resposta dos ofícios que competem à Educação e que marcará uma reunião para tratar das reivindicações com a participação dos sindicatos e das secretarias municipais de Educação (SME), Saúde (SMS), e de Administração e de Gestão de Pessoal (SMAP).

    Vitória: pressão garante trabalho remoto para educação

    Na reunião com a Superintendência de Gestão Educacional, os sindicatos também reivindicaram a publicação de uma nova orientação que garantisse o fechamento das unidades de ensino e a retomada do trabalho remoto para todos os srvidores da educação durante a vigência do último decreto sanitário publicado pelo governo estadual.

    Depois da reunião, da cobrança feita via Ministério Público do Trabalho e da pressão feita por servidores e servidoras, a SME acatou a reivindicação e encaminhou um comunicado às direções, orientando o fechamento das unidades de ensino e a prioridade do trabalho remoto
    Continue lendo
    Entre os ofícios sem resposta, estão os pedidos de vacinação prioritária para os servidores da educação e de testes periódicos para diagnosticar Covid-19 nas unidades de ensino. Além disso, o SISMMAC e o SISMUC também reivindicaram via ofício que a Prefeitura informasse semanalmente a relação dos profissionais, por unidade, afastados do trabalho devido à Covid-19 e a quantidade total de trabalhadores da educação que já testaram positivo para a doença de fevereiro de 2020 até agora.

    Como a Prefeitura pretende acompanhar o cumprimento do protocolo e monitorar os casos de Covid-19 nas cerca de 400 unidades de ensino, se não conseguiu nem fornecer dados básicos aos sindicatos?

    O SISMMAC e o SISMUC seguem na cobrança para que a reunião, ainda sem data marcada, aconteça o quanto antes. Os servidores estão em assembleia permanente e podem entrar em greve caso a administração decida retomar as aulas presenciais na próxima semana.

    Na segunda-feira, a superintendente deixou claro que a SME se organiza para retomar as atividades presenciais assim que terminar a vigência do Decreto Estadual nº 6.983/2021, que determinou toque de recolher e outras medidas que restringem a circulação e contágio do vírus.

    Não dá para aceitar que a Prefeitura tente retomar as aulas presenciais sem a garantia de vacina e sem considerar a trágica experiência da última semana. Se ainda havia alguma dúvida, a semana de aula presencial comprovou que o protocolo é insuficiente e que o retorno às aulas antes da vacinação e com taxas tão altas de contágio foi um experimento imprudente por parte da gestão Greca. A administração falhou em garantir o abastecimento de água nas unidades, forneceu máscaras de péssima qualidade às crianças e deu informações desencontradas sobre como lidar com casos suspeitos de Covid-19 nas escolas e CMEIs.

    Essencial é preservar vidas! Aulas devem permanecer suspensas até a garantia de vacinas e de testes periódicos para os trabalhadores da educação, com lockdown desde já para reduzir as taxas de contágio e superlotação de hospitais!

  • 05 | 03 | 2021 - 11:49 Negociações

    Em estado de greve, sindicatos cobram reunião sobre retorno presencial

    Em estado de greve, sindicatos cobram reunião sobre retorno presencial
    Servidores da educação têm assembleia de deflagração de greve marcada para este sábado, 6 de março

    Na última segunda-feira (1º), o SISMMAC e o SISMUC aproveitaram a reunião com a Superintendência de Gestão Educacional para cobrar respostas para ofícios e reivindicações que permanecem sem retorno da administração.

    Assembleia de deflagração da greve

    Diante de tanto descaso e irresponsabilidade com a vida, trabalhadoras e trabalhadores da educação se reúnem em assembleia virtual neste sábado (06/03), às 14h (em primeira chamada), pelo Zoom.

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    Entre as principais reivindicações, está a cobrança para que as aulas presenciais permaneçam suspensas até a garantia de vacina e de testagem periódica para os trabalhadores da educação. No ofício enviado à Prefeitura para comunicar a aprovação do estado de greve, os sindicatos reivindicaram a realização de uma reunião e também reafirmam que a categoria considera que o protocolo é insuficiente para garantir a segurança de trabalhadores, estudantes e de seus familiares.

    Diante da cobrança, a superintendente afirmou que está providenciando a resposta dos ofícios que competem à Educação e que marcará uma reunião para tratar das reivindicações com a participação dos sindicatos e das secretarias municipais de Educação (SME), Saúde (SMS), e de Administração e de Gestão de Pessoal (SMAP).

    Vitória: pressão garante trabalho remoto para educação

    Na reunião com a Superintendência de Gestão Educacional, os sindicatos também reivindicaram a publicação de uma nova orientação que garantisse o fechamento das unidades de ensino e a retomada do trabalho remoto para todos os srvidores da educação durante a vigência do último decreto sanitário publicado pelo governo estadual.

    Depois da reunião, da cobrança feita via Ministério Público do Trabalho e da pressão feita por servidores e servidoras, a SME acatou a reivindicação e encaminhou um comunicado às direções, orientando o fechamento das unidades de ensino e a prioridade do trabalho remoto
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    Entre os ofícios sem resposta, estão os pedidos de vacinação prioritária para os servidores da educação e de testes periódicos para diagnosticar Covid-19 nas unidades de ensino. Além disso, o SISMMAC e o SISMUC também reivindicaram via ofício que a Prefeitura informasse semanalmente a relação dos profissionais, por unidade, afastados do trabalho devido à Covid-19 e a quantidade total de trabalhadores da educação que já testaram positivo para a doença de fevereiro de 2020 até agora.

    Como a Prefeitura pretende acompanhar o cumprimento do protocolo e monitorar os casos de Covid-19 nas cerca de 400 unidades de ensino, se não conseguiu nem fornecer dados básicos aos sindicatos?

    O SISMMAC e o SISMUC seguem na cobrança para que a reunião, ainda sem data marcada, aconteça o quanto antes. Os servidores estão em assembleia permanente e podem entrar em greve caso a administração decida retomar as aulas presenciais na próxima semana.

    Na segunda-feira, a superintendente deixou claro que a SME se organiza para retomar as atividades presenciais assim que terminar a vigência do Decreto Estadual nº 6.983/2021, que determinou toque de recolher e outras medidas que restringem a circulação e contágio do vírus.

    Não dá para aceitar que a Prefeitura tente retomar as aulas presenciais sem a garantia de vacina e sem considerar a trágica experiência da última semana. Se ainda havia alguma dúvida, a semana de aula presencial comprovou que o protocolo é insuficiente e que o retorno às aulas antes da vacinação e com taxas tão altas de contágio foi um experimento imprudente por parte da gestão Greca. A administração falhou em garantir o abastecimento de água nas unidades, forneceu máscaras de péssima qualidade às crianças e deu informações desencontradas sobre como lidar com casos suspeitos de Covid-19 nas escolas e CMEIs.

    Essencial é preservar vidas! Aulas devem permanecer suspensas até a garantia de vacinas e de testes periódicos para os trabalhadores da educação, com lockdown desde já para reduzir as taxas de contágio e superlotação de hospitais!

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