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  • SISMMAC repudia normativa unilateral da Prefeitura sobre a reposição
    15 | 09 | 2017 - 12:05 Negociações

    SISMMAC repudia normativa unilateral da Prefeitura sobre a reposição

    Resistência a esse ataque será debatida em reunião na próxima quarta-feira (20), às 9h, na sede do SISMMAC

    Em seu discurso sobre a reposição, a Prefeitura diz que sua maior preocupação é com a reposição de conteúdos para as crianças. A instrução normativa enviada às escolas na tarde da última quinta-feira (14)  prova que esse discurso é uma mentira.

    A direção do SISMMAC se coloca frontalmente contrária e repudia o conteúdo central da instrução que, ao buscar penalizar os grevistas e dividir a categoria, compromete a qualidade do processo de reposição aos alunos.

    Para limpar boatos e orientar o magistério sobre a reposição, a direção do SISMMAC enviou a todas as unidades uma nota de repúdio à normativa unilateral da Prefeitura. O documento traz orientações e convida todo o magistério para uma reunião na próxima quarta-feira (20), às 9h, para debater e construir coletivamente o processo de resistência frente a esses ataques.

    Ajude a organizar a sua unidade e garanta a participação da direção ou de outro representante da escola nessa reunião que será realizada na sede do SISMMAC (Rua Nunes Machado, 1577).

    Instrução é unilateral, não teve elaboração com SISMMAC

    - Esse é o primeiro esclarecimento. A grande maioria dos itens abordados pela instrução normativa nunca foi sequer mencionada nas duas reuniões de negociação prévias à audiência de conciliação mediada pela Justiça.

    - Representantes da administração, principalmente chefes de núcleos, têm afirmado que foi tudo de comum acordo com o SISMMAC. É mentira.

    - Judicialmente, estamos tomando medidas para questionar diversos absurdos e imposições feitas pela instrução normativa. O principal absurdo é tentar impor vários pontos nunca tratados e que devem ser tema de negociação segundo decisão judicial.

    - Dia 18 de setembro, temos reunião com as secretarias de Recursos Humanos e de Educação, na qual, além de debater as licenças-prêmio, trataremos da reposição e, por consequência, dessa instrução normativa.

    - Cabe salientar o absurdo de distribuírem uma instrução normativa sem numeração e sem a assinatura da secretária de Educação.

    Instrução acaba com o mínimo de qualidade pedagógica no processo de reposição

    - Busca impedir a entrada e participação de todos os professores da escola que quiserem participar no processo de reposição de aulas que não foram ministradas nos dias da greve.

    - As imposições da instrução fazem com que o quadro próprio da unidade para reposição diminua e, em alguns casos, até inviabiliza a reposição com os professores da própria unidade. Com isso, o que era para ser exceção, o remanejamento de professores para outras unidades na impossibilidade de cumprir a reposição em seu próprio local de trabalho, pode acabar virando regra para tapar furos em escolas onde o número de não grevistas foi mais expressivo.

    - Se funcionar assim, a perda pedagógica para os alunos será ainda maior. Dessa forma, em vários casos, os alunos não terão seus professores para dar continuidade ao trabalho que vêm realizando, mas sim, professores que serão deslocados de uma unidade a outra conforme “demanda” apurada pelo núcleo para tapar buracos.

    Não vamos aceitar!

    Instrução autoritária atropela decisão dos Conselhos das Escolas

    - Lançada no final do dia 14 de setembro, a instrução normativa chegou nas escolas depois de todas já terem feito sua discussão e organização interna, conforme orientações anteriores da própria Prefeitura, com aprovação em seus Conselhos de Escola.

    - Ou seja, a Prefeitura não discute a tempo e depois tenta autoritariamente impor uma forma de organização, passando por cima da autonomia da escola e de suas instâncias.

    - É fundamental reforçar a reforçar a resistência através das instâncias de decisão da escola.

    - Cabe repudiar também o absurdo dessa administração que lançou as orientações no final do dia 14 de setembro, quando havia cobrado a entrega do calendário e da reorganização até o dia 12 de setembro.

    Orientações

    O que faremos além de questionar juridicamente?

    - Na próxima segunda, dia 18, teremos reunião com a Prefeitura, na qual trataremos dessa instrução normativa e reivindicaremos mudanças.

    - Na quarta-feira, dia 20 de setembro, às 9h, chamaremos novamente a categoria para discutir e construir o processo de resistência frente a esses ataques, pois não aceitaremos as imposições presentes nessa instrução normativa que nem assinatura da secretária tem.

    - E amanhã, dia 16 de setembro? A reposição de amanhã referente ao dia 15 de março acontecerá em 77 escolas somente e, como foi um dia de grande participação na greve, tende a ser um dos dias menos complicados, principalmente no que diz respeito ao remanejamento de professores para outras unidades.

    - Sobre as listagens de professores para reposição que estão chegando nas unidades no dia 15, temos duas situações:

    1) Se a escola do professor tem dia de reposição marcado, é direito dele fazer a reposição em sua unidade nos dias que ela se organizou. Isso até a instrução absurda afirma no item XXV: “quem não fizer a reposição nos dias estabelecidos pela unidade terá falta lançada em sua ficha funcional e descontos efetivados”.

    2) Se a escola garantiu o dia letivo ou o professor não conseguir fazer a reposição em sua unidade, a reposição poderá ser feita em outra escola dentro da mesma regional. Para quem se encontra nessa situação, indicamos que cumpra esse remanejamento nesse momento, para não atrasar sua reposição.

    - Os professores que quiserem participar da reposição, mesmo não tendo feito a greve, têm o direito de repor a aula não ministrada. Isso não fere em nada o que foi acordado judicialmente.

    - Não é função do diretor impedir a reposição em forma de solidariedade dos professores que ficaram na unidade nos dias da greve. Quanto à ameaça de processo administrativo, cobraremos mais esse absurdo na reunião com a administração na segunda-feira, dia 18 de setembro.

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  • 15 | 09 | 2017 - 12:05 Negociações
    SISMMAC repudia normativa unilateral da Prefeitura sobre a reposição

    SISMMAC repudia normativa unilateral da Prefeitura sobre a reposição

    Resistência a esse ataque será debatida em reunião na próxima quarta-feira (20), às 9h, na sede do SISMMAC

    Em seu discurso sobre a reposição, a Prefeitura diz que sua maior preocupação é com a reposição de conteúdos para as crianças. A instrução normativa enviada às escolas na tarde da última quinta-feira (14)  prova que esse discurso é uma mentira.

    A direção do SISMMAC se coloca frontalmente contrária e repudia o conteúdo central da instrução que, ao buscar penalizar os grevistas e dividir a categoria, compromete a qualidade do processo de reposição aos alunos.

    Para limpar boatos e orientar o magistério sobre a reposição, a direção do SISMMAC enviou a todas as unidades uma nota de repúdio à normativa unilateral da Prefeitura. O documento traz orientações e convida todo o magistério para uma reunião na próxima quarta-feira (20), às 9h, para debater e construir coletivamente o processo de resistência frente a esses ataques.

    Ajude a organizar a sua unidade e garanta a participação da direção ou de outro representante da escola nessa reunião que será realizada na sede do SISMMAC (Rua Nunes Machado, 1577).

    Instrução é unilateral, não teve elaboração com SISMMAC

    - Esse é o primeiro esclarecimento. A grande maioria dos itens abordados pela instrução normativa nunca foi sequer mencionada nas duas reuniões de negociação prévias à audiência de conciliação mediada pela Justiça.

    - Representantes da administração, principalmente chefes de núcleos, têm afirmado que foi tudo de comum acordo com o SISMMAC. É mentira.

    - Judicialmente, estamos tomando medidas para questionar diversos absurdos e imposições feitas pela instrução normativa. O principal absurdo é tentar impor vários pontos nunca tratados e que devem ser tema de negociação segundo decisão judicial.

    - Dia 18 de setembro, temos reunião com as secretarias de Recursos Humanos e de Educação, na qual, além de debater as licenças-prêmio, trataremos da reposição e, por consequência, dessa instrução normativa.

    - Cabe salientar o absurdo de distribuírem uma instrução normativa sem numeração e sem a assinatura da secretária de Educação.

    Instrução acaba com o mínimo de qualidade pedagógica no processo de reposição

    - Busca impedir a entrada e participação de todos os professores da escola que quiserem participar no processo de reposição de aulas que não foram ministradas nos dias da greve.

    - As imposições da instrução fazem com que o quadro próprio da unidade para reposição diminua e, em alguns casos, até inviabiliza a reposição com os professores da própria unidade. Com isso, o que era para ser exceção, o remanejamento de professores para outras unidades na impossibilidade de cumprir a reposição em seu próprio local de trabalho, pode acabar virando regra para tapar furos em escolas onde o número de não grevistas foi mais expressivo.

    - Se funcionar assim, a perda pedagógica para os alunos será ainda maior. Dessa forma, em vários casos, os alunos não terão seus professores para dar continuidade ao trabalho que vêm realizando, mas sim, professores que serão deslocados de uma unidade a outra conforme “demanda” apurada pelo núcleo para tapar buracos.

    Não vamos aceitar!

    Instrução autoritária atropela decisão dos Conselhos das Escolas

    - Lançada no final do dia 14 de setembro, a instrução normativa chegou nas escolas depois de todas já terem feito sua discussão e organização interna, conforme orientações anteriores da própria Prefeitura, com aprovação em seus Conselhos de Escola.

    - Ou seja, a Prefeitura não discute a tempo e depois tenta autoritariamente impor uma forma de organização, passando por cima da autonomia da escola e de suas instâncias.

    - É fundamental reforçar a reforçar a resistência através das instâncias de decisão da escola.

    - Cabe repudiar também o absurdo dessa administração que lançou as orientações no final do dia 14 de setembro, quando havia cobrado a entrega do calendário e da reorganização até o dia 12 de setembro.

    Orientações

    O que faremos além de questionar juridicamente?

    - Na próxima segunda, dia 18, teremos reunião com a Prefeitura, na qual trataremos dessa instrução normativa e reivindicaremos mudanças.

    - Na quarta-feira, dia 20 de setembro, às 9h, chamaremos novamente a categoria para discutir e construir o processo de resistência frente a esses ataques, pois não aceitaremos as imposições presentes nessa instrução normativa que nem assinatura da secretária tem.

    - E amanhã, dia 16 de setembro? A reposição de amanhã referente ao dia 15 de março acontecerá em 77 escolas somente e, como foi um dia de grande participação na greve, tende a ser um dos dias menos complicados, principalmente no que diz respeito ao remanejamento de professores para outras unidades.

    - Sobre as listagens de professores para reposição que estão chegando nas unidades no dia 15, temos duas situações:

    1) Se a escola do professor tem dia de reposição marcado, é direito dele fazer a reposição em sua unidade nos dias que ela se organizou. Isso até a instrução absurda afirma no item XXV: “quem não fizer a reposição nos dias estabelecidos pela unidade terá falta lançada em sua ficha funcional e descontos efetivados”.

    2) Se a escola garantiu o dia letivo ou o professor não conseguir fazer a reposição em sua unidade, a reposição poderá ser feita em outra escola dentro da mesma regional. Para quem se encontra nessa situação, indicamos que cumpra esse remanejamento nesse momento, para não atrasar sua reposição.

    - Os professores que quiserem participar da reposição, mesmo não tendo feito a greve, têm o direito de repor a aula não ministrada. Isso não fere em nada o que foi acordado judicialmente.

    - Não é função do diretor impedir a reposição em forma de solidariedade dos professores que ficaram na unidade nos dias da greve. Quanto à ameaça de processo administrativo, cobraremos mais esse absurdo na reunião com a administração na segunda-feira, dia 18 de setembro.

Rua Nunes Machado, 1577, Rebouças – Curitiba / PR, CEP. 80.220-070 - Fone/Fax.: (41) 3225-6729

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