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  • Novo Plano de Carreira do magistério: entenda o que você está perdendo
    14 | 03 | 2017 - 13:04 Plano de Carreira

    Novo Plano de Carreira do magistério: entenda o que você está perdendo

    Entenda como fazer o cálculo de perdas com o atraso na transição para o novo Plano de Carreira

    A etapa final de implantação do novo Plano de Carreira do magistério deveria ter acontecido no final do ano passado, em 1º de dezembro, conforme consta na Lei nº 14.544/2014.

    O ex-prefeito Gustavo Fruet não cumpriu a lei e entregou para a nova gestão a responsabilidade que era dele. E o atual prefeito, Rafael Greca, até agora não apresentou nenhuma definição para essa situação.

    Já estamos no mês de março, e os prejuízos para a categoria só aumentam.

    Prejuízo financeiro

    A perda mais imediata sem dúvida é a financeira. A transição para a nova tabela que deveria ter acontecido em dezembro de 2016 era a etapa final do enquadramento que durou mais de dois anos.

    Entre 2015 e 2016, todos os professores que aderiram ao novo Plano receberam referências na tabela atual. No momento do enquadramento final, passaremos para a nova tabela e, com isso, deve acontecer um ajuste de salário que corresponde a esses dois anos de enquadramento nos quais não houve crescimentos.

    Como fazer para calcular as perdas que você está tendo com o não enquadramento:

    - Primeiro é necessário saber em que referência você foi enquadrado no momento da adesão. Para isso, acesse o site do Sismmac: www.sismmac.org.br. Na aba “Arquivos” você encontrará a Listagem final de enquadramento no novo Plano de Carreira – Portaria 1940/2015.

    - No anexo dessa portaria você irá localizar seu nome e verá em qual nível de educação formal e referência foi enquadrado, em números romanos.

    Na transição para a nova tabela, duas atualizações deverão ocorrer:

    - No nível de educação formal, para aqueles que participaram do último crescimento vertical e apresentaram títulos de pós-graduação, mestrado e doutorado;

    - Nas referências, já que se passaram dois anos de processo de enquadramento sem nenhum crescimento.

    Com isso, uma professora que esteja na referência XII na portaria, na nova tabela deverá ser enquadrada na referência XIV. Você pode consultar a nova tabela no site do SISMMAC.

    Podemos usar o exemplo que consta na Portaria acima: uma professora com 12 anos foi enquadrada na referência XII, nível especialização. Na época, ela estava na referência 108F e ganhou mais 6 referências de enquadramento. Isso significa que, hoje, ela está na referência 109C, com um salário de R$ 2.907,44.

    Na transição, ela deve ir para a referência XIV da nova tabela, no nível especialização. O valor do salário dela passaria a ser de R$ 3.659,62. Mas, como a transição ainda não ocorreu, a perda salarial desta professora está em R$ 752,18 por mês.

    Prejuízo funcional

    Com o novo Plano, conquistamos duas pautas antigas da categoria: o crescimento anual e a apresentação dos títulos de pós-graduação a qualquer período do ano. Confira as diferenças na tabela abaixo:

                                


    São duas grandes conquistas, mas que só sairão do papel se a transição para o novo Plano acontecer!

    Por isso, a nossa luta pela implantação imediata do novo Plano de Carreira do magistério é tão necessária e urgente! O fato do enquadramento na nova tabela ainda não ter acontecido já acarreta prejuízos financeiros e poderá trazer prejuízos funcionais que iremos levar durante toda nossa trajetória na rede, até à aposentadoria.

    Converse com seus colegas, organize sua escola e vamos juntos lutar pela implantação do Plano de Carreira. Por nenhum direito a menos!

    Confira também um vídeo tutorial para calcular as perdas com o atraso na transição para o novo Plano de Carreira:




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  • 14 | 03 | 2017 - 13:04 Plano de Carreira
    Novo Plano de Carreira do magistério: entenda o que você está perdendo

    Novo Plano de Carreira do magistério: entenda o que você está perdendo

    Entenda como fazer o cálculo de perdas com o atraso na transição para o novo Plano de Carreira

    A etapa final de implantação do novo Plano de Carreira do magistério deveria ter acontecido no final do ano passado, em 1º de dezembro, conforme consta na Lei nº 14.544/2014.

    O ex-prefeito Gustavo Fruet não cumpriu a lei e entregou para a nova gestão a responsabilidade que era dele. E o atual prefeito, Rafael Greca, até agora não apresentou nenhuma definição para essa situação.

    Já estamos no mês de março, e os prejuízos para a categoria só aumentam.

    Prejuízo financeiro

    A perda mais imediata sem dúvida é a financeira. A transição para a nova tabela que deveria ter acontecido em dezembro de 2016 era a etapa final do enquadramento que durou mais de dois anos.

    Entre 2015 e 2016, todos os professores que aderiram ao novo Plano receberam referências na tabela atual. No momento do enquadramento final, passaremos para a nova tabela e, com isso, deve acontecer um ajuste de salário que corresponde a esses dois anos de enquadramento nos quais não houve crescimentos.

    Como fazer para calcular as perdas que você está tendo com o não enquadramento:

    - Primeiro é necessário saber em que referência você foi enquadrado no momento da adesão. Para isso, acesse o site do Sismmac: www.sismmac.org.br. Na aba “Arquivos” você encontrará a Listagem final de enquadramento no novo Plano de Carreira – Portaria 1940/2015.

    - No anexo dessa portaria você irá localizar seu nome e verá em qual nível de educação formal e referência foi enquadrado, em números romanos.

    Na transição para a nova tabela, duas atualizações deverão ocorrer:

    - No nível de educação formal, para aqueles que participaram do último crescimento vertical e apresentaram títulos de pós-graduação, mestrado e doutorado;

    - Nas referências, já que se passaram dois anos de processo de enquadramento sem nenhum crescimento.

    Com isso, uma professora que esteja na referência XII na portaria, na nova tabela deverá ser enquadrada na referência XIV. Você pode consultar a nova tabela no site do SISMMAC.

    Podemos usar o exemplo que consta na Portaria acima: uma professora com 12 anos foi enquadrada na referência XII, nível especialização. Na época, ela estava na referência 108F e ganhou mais 6 referências de enquadramento. Isso significa que, hoje, ela está na referência 109C, com um salário de R$ 2.907,44.

    Na transição, ela deve ir para a referência XIV da nova tabela, no nível especialização. O valor do salário dela passaria a ser de R$ 3.659,62. Mas, como a transição ainda não ocorreu, a perda salarial desta professora está em R$ 752,18 por mês.

    Prejuízo funcional

    Com o novo Plano, conquistamos duas pautas antigas da categoria: o crescimento anual e a apresentação dos títulos de pós-graduação a qualquer período do ano. Confira as diferenças na tabela abaixo:

                                


    São duas grandes conquistas, mas que só sairão do papel se a transição para o novo Plano acontecer!

    Por isso, a nossa luta pela implantação imediata do novo Plano de Carreira do magistério é tão necessária e urgente! O fato do enquadramento na nova tabela ainda não ter acontecido já acarreta prejuízos financeiros e poderá trazer prejuízos funcionais que iremos levar durante toda nossa trajetória na rede, até à aposentadoria.

    Converse com seus colegas, organize sua escola e vamos juntos lutar pela implantação do Plano de Carreira. Por nenhum direito a menos!

    Confira também um vídeo tutorial para calcular as perdas com o atraso na transição para o novo Plano de Carreira:




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