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  • Quem Te Viu, Quem Te Vê - Ermelina Thomacheski
    30 | 08 | 2018 - 17:29 Notícias dos aposentados

    Quem Te Viu, Quem Te Vê - Ermelina Thomacheski

    Mesmo após a aposentadoria, Ermelina Thomacheski dedica seu esforço e trabalho às futuras gerações

    Em seus 33 anos de rede municipal de Curitiba, a professora aposentada Ermelina Generosa Bontorin Thomacheski passou por escolas como Júlia Amaral Di Lenna, Nossa Senhora dos Pinhais, Paranavaí e Rolândia. Além disso, ela também trabalhou no Doutel de Andrade, um dos primeiros Centros de Educação Integral (CEI).

    Ermelina lembra que passar por tantos locais de trabalho tornou a carreira difícil e trabalhosa. No entanto, ao mesmo tempo, foi uma experiência enriquecedora.“Cada escola apresentava um contexto diferente e, por isso, tive a oportunidade de conhecer várias pessoas e realidades da rede municipal”, avalia.

    Os enfrentamentos eram constantes nos anos em que estava na ativa. Ermelina participava de atos e mobilizações pelos direitos do magistério e do conjunto dos servidores municipais. E mesmo depois de aposentada, a professora continua acompanhando as ações da categoria contra os ataques. “Às vezes parece que tudo pelo o que lutamos escorre pelos nossos dedos. Mas é preciso seguir firme na luta”, afirma.

    Além da luta, Ermelina também tomou como desafio desconstruir a concepção de que pedagogo não se dá bem com matemática. Para isso, ela ajudou a incentivar e divulgar a formação continuada em educação matemática aos professores da rede. Atualmente, ela percebe que a média em matemática dos alunos aumentou, e fica feliz pelos resultados desse esforço que ela fez durante toda a carreira. “Eu me orgulho de ter participado desse movimento de incentivo ao estudo e compreensão do currículo de matemática. Além de auxiliarmos no desenvolvimento do raciocínio lógico dos alunos, contribuímos na formação de muitos professores da rede”.

    Ermelina se aposentou em 2006 e começou a participar com mais assiduidade do Coletivo de Aposentados do SISMMAC em 2015. Ela considera que o grupo é importante para se manter atualizada em relação aos assuntos da categoria “Participar do Coletivo é essencial, pois tenho a necessidade de me sentir útil e de devolver um pouco da formação que eu recebi”, diz.

    Nesse mesmo ambiente do Coletivo, a professora pode rever antigos colegas de trabalho e conhecer pessoas novas. Essa constante troca de experiências dentro do grupo incentivou a ideia de produzir um livro de memórias, projeto do qual Ermelina participa. “É importante registrar a vivência e a luta do magistério, pois esses materiais ainda podem servir para estudos e para que as gerações futuras aprendam com a nossa história”.

  • 30 | 08 | 2018 - 17:29 Notícias dos aposentados
    Quem Te Viu, Quem Te Vê - Ermelina Thomacheski

    Quem Te Viu, Quem Te Vê - Ermelina Thomacheski

    Mesmo após a aposentadoria, Ermelina Thomacheski dedica seu esforço e trabalho às futuras gerações

    Em seus 33 anos de rede municipal de Curitiba, a professora aposentada Ermelina Generosa Bontorin Thomacheski passou por escolas como Júlia Amaral Di Lenna, Nossa Senhora dos Pinhais, Paranavaí e Rolândia. Além disso, ela também trabalhou no Doutel de Andrade, um dos primeiros Centros de Educação Integral (CEI).

    Ermelina lembra que passar por tantos locais de trabalho tornou a carreira difícil e trabalhosa. No entanto, ao mesmo tempo, foi uma experiência enriquecedora.“Cada escola apresentava um contexto diferente e, por isso, tive a oportunidade de conhecer várias pessoas e realidades da rede municipal”, avalia.

    Os enfrentamentos eram constantes nos anos em que estava na ativa. Ermelina participava de atos e mobilizações pelos direitos do magistério e do conjunto dos servidores municipais. E mesmo depois de aposentada, a professora continua acompanhando as ações da categoria contra os ataques. “Às vezes parece que tudo pelo o que lutamos escorre pelos nossos dedos. Mas é preciso seguir firme na luta”, afirma.

    Além da luta, Ermelina também tomou como desafio desconstruir a concepção de que pedagogo não se dá bem com matemática. Para isso, ela ajudou a incentivar e divulgar a formação continuada em educação matemática aos professores da rede. Atualmente, ela percebe que a média em matemática dos alunos aumentou, e fica feliz pelos resultados desse esforço que ela fez durante toda a carreira. “Eu me orgulho de ter participado desse movimento de incentivo ao estudo e compreensão do currículo de matemática. Além de auxiliarmos no desenvolvimento do raciocínio lógico dos alunos, contribuímos na formação de muitos professores da rede”.

    Ermelina se aposentou em 2006 e começou a participar com mais assiduidade do Coletivo de Aposentados do SISMMAC em 2015. Ela considera que o grupo é importante para se manter atualizada em relação aos assuntos da categoria “Participar do Coletivo é essencial, pois tenho a necessidade de me sentir útil e de devolver um pouco da formação que eu recebi”, diz.

    Nesse mesmo ambiente do Coletivo, a professora pode rever antigos colegas de trabalho e conhecer pessoas novas. Essa constante troca de experiências dentro do grupo incentivou a ideia de produzir um livro de memórias, projeto do qual Ermelina participa. “É importante registrar a vivência e a luta do magistério, pois esses materiais ainda podem servir para estudos e para que as gerações futuras aprendam com a nossa história”.

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