Sismac

Notícias | Aposentados

Imprimir
  • Quem Te Viu, Quem Te Vê - Aparecida de Vitor Viaro
    04 | 10 | 2017 - 16:34 Notícias dos aposentados

    Quem Te Viu, Quem Te Vê - Aparecida de Vitor Viaro

    Aparecida dedicou boa parte de sua carreira à educação especial, uma vocação que descobriu durante seu trabalho

    Aparecida de Vitor Viaro nasceu em São Manoel do Paraná. É formada em pedagogia e ingressou na rede municipal de ensino de Curitiba no ano de 1981. Passou por escolas como CEI Maestro Bento Mossurunga e EM Francisco Hübert. Ela também teve a oportunidade de participar da fundação de novas escolas na época, como EM Sophia Gaertner e CEI Érico Veríssimo.

    Além de trabalhar na rede municipal, Aparecida teve um padrão na rede estadual por três anos. Durante esse período, uma diretora da escola na qual ela trabalhava notou como Aparecida tinha facilidade para lidar com crianças especiais e começou a incentivá-la para trabalhar mais ativamente na área. Com esse incentivo, ela fez um curso de pós-graduação em Educação Especial. “Sou muito grata por tudo o que essa diretora fez por mim. Graças a ela eu descobri a minha vocação para a educação especial”, lembra a professora.

    Desde então, Aparecida se dedicou à educação especial e começou a trabalhar em classes e em escolas especiais. Especialmente com alunos com síndrome de down e paralisia cerebral.

    Aparecida lembra bem de suas participações na luta contra a retirada de direitos. “Participei da greve dos 40 dias do magistério municipal de Curitiba. Estava lá entre as professoras e professores a todo vapor na praça Oswaldo Cruz e também no Clube do Operário”, diz. Ela era ativa nas atividades organizadas pela Associação do Magistério Municipal de Curitiba (AMMC), e deu continuidade ao seu envolvimento com a luta após a fundação do SISMMAC, em 1988. “Sempre fui representante da minha escola no Sindicato”.

    No total, Aparecida dedicou 27 anos de carreira à construção da rede municipal de ensino. Se aposentou de seu primeiro padrão em 1998 e participou dos primeiros passos do Coletivo de Aposentados do SISMMAC. No entanto, ela continuou trabalhando com a educação especial e se aposentou do segundo padrão em 2008.

    Sobre a sua vivência com o Coletivo, Aparecida ressalta a importância do grupo por fazer com que as professoras e professores aposentados mantenham contado com assuntos importantes. “Além das atividades e das amizades que fazemos aqui, somos informadas sobre pautas de interesse da categoria. Eu sempre incentivo as minhas colegas a participarem do Coletivo, pois vale muito a pena”.

    Quando deixou a sala de aula, Aparecida deu continuidade às atividades que ela já gostava, como a dança e seu trabalho voluntário na Pastoral Social do Portão. E, por conta dessa nova etapa de sua vida, ela também se permitiu descobrir uma nova paixão: viajar. “ Já viajei para países como Suécia, Holanda, Dinamarca e Canadá. É cansativo, mas muito bom para a mente. Não dá para se anular nessa fase da vida. É muito importante valorizar a própria liberdade”.

    Matéria publicada na edição de outubro do jornal Diário de Classe
Imprimir
  • 04 | 10 | 2017 - 16:34 Notícias dos aposentados
    Quem Te Viu, Quem Te Vê - Aparecida de Vitor Viaro

    Quem Te Viu, Quem Te Vê - Aparecida de Vitor Viaro

    Aparecida dedicou boa parte de sua carreira à educação especial, uma vocação que descobriu durante seu trabalho

    Aparecida de Vitor Viaro nasceu em São Manoel do Paraná. É formada em pedagogia e ingressou na rede municipal de ensino de Curitiba no ano de 1981. Passou por escolas como CEI Maestro Bento Mossurunga e EM Francisco Hübert. Ela também teve a oportunidade de participar da fundação de novas escolas na época, como EM Sophia Gaertner e CEI Érico Veríssimo.

    Além de trabalhar na rede municipal, Aparecida teve um padrão na rede estadual por três anos. Durante esse período, uma diretora da escola na qual ela trabalhava notou como Aparecida tinha facilidade para lidar com crianças especiais e começou a incentivá-la para trabalhar mais ativamente na área. Com esse incentivo, ela fez um curso de pós-graduação em Educação Especial. “Sou muito grata por tudo o que essa diretora fez por mim. Graças a ela eu descobri a minha vocação para a educação especial”, lembra a professora.

    Desde então, Aparecida se dedicou à educação especial e começou a trabalhar em classes e em escolas especiais. Especialmente com alunos com síndrome de down e paralisia cerebral.

    Aparecida lembra bem de suas participações na luta contra a retirada de direitos. “Participei da greve dos 40 dias do magistério municipal de Curitiba. Estava lá entre as professoras e professores a todo vapor na praça Oswaldo Cruz e também no Clube do Operário”, diz. Ela era ativa nas atividades organizadas pela Associação do Magistério Municipal de Curitiba (AMMC), e deu continuidade ao seu envolvimento com a luta após a fundação do SISMMAC, em 1988. “Sempre fui representante da minha escola no Sindicato”.

    No total, Aparecida dedicou 27 anos de carreira à construção da rede municipal de ensino. Se aposentou de seu primeiro padrão em 1998 e participou dos primeiros passos do Coletivo de Aposentados do SISMMAC. No entanto, ela continuou trabalhando com a educação especial e se aposentou do segundo padrão em 2008.

    Sobre a sua vivência com o Coletivo, Aparecida ressalta a importância do grupo por fazer com que as professoras e professores aposentados mantenham contado com assuntos importantes. “Além das atividades e das amizades que fazemos aqui, somos informadas sobre pautas de interesse da categoria. Eu sempre incentivo as minhas colegas a participarem do Coletivo, pois vale muito a pena”.

    Quando deixou a sala de aula, Aparecida deu continuidade às atividades que ela já gostava, como a dança e seu trabalho voluntário na Pastoral Social do Portão. E, por conta dessa nova etapa de sua vida, ela também se permitiu descobrir uma nova paixão: viajar. “ Já viajei para países como Suécia, Holanda, Dinamarca e Canadá. É cansativo, mas muito bom para a mente. Não dá para se anular nessa fase da vida. É muito importante valorizar a própria liberdade”.

    Matéria publicada na edição de outubro do jornal Diário de Classe

Rua Nunes Machado, 1577, Rebouças – Curitiba / PR, CEP. 80.220-070 - Fone/Fax.: (41) 3225-6729

DOHMS