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  • Quem te viu, quem te vê: Solange Luzia Martins
    03 | 05 | 2017 - 16:05 Notícias dos aposentados

    Quem te viu, quem te vê: Solange Luzia Martins

    A jornada de Solange pelo magistério municipal foi marcada pela sua atuação na educação especial

    Solange Luzia Martins nasceu na cidade de Rio Negro e veio para Curitiba em 1979 para fazer um cursinho e se formar em psicologia pela UFPR. Durante seus anos de faculdade, Solange foi vice-presidente da casa da estudante e também se envolveu nas questões do diretório acadêmico. O conhecimento que ela adquiriu com essas experiências se refletiram em seus 25 anos de carreira como professora da rede municipal de Curitiba, função na qual sempre buscou o bem dos educandos.

    Quando ainda estava em estágio probatório, participou da greve mais longa do magistério dos últimos 30 anos. A mobilização teve início no dia 2 de abril de 1987 e se estendeu por 40 dias. “Eu me lembro que todos os dias a gente se reunia na Praça Oswaldo Cruz. Apesar das ameaças terem continuado após o término da nossa greve, sinto que foi um ato importante para mostrar a força do magistério diante da retirada de direitos”, recorda.

    Por seis anos, a professora lecionou no ensino regular em escolas como EM Rio Negro, CEI Ulisses Falcão Vieira e EM Sonia Kenski. A partir de 1993, começou a trabalhar na educação especial, devido à sua formação em psicologia. Solange sentiu que seria mais um desafio a ser enfrentado, o qual encarou com tranquilidade. “Foi uma experiência muito gratificante e um aprendizado enorme. Sinto orgulho de ter contribuído de alguma forma para a educação especial e para a vida dos meus alunos”.

    Durante 25 anos de rede, Solange se envolveu com os assuntos de interesse da categoria e também participou do Conselho de Representantes do Sindicato. E mesmo depois da aposentadoria ela continua ativa na luta contra os ataques por meio do Coletivo de Aposentados do SISMMAC. “Eu queria lutar pelo Plano de Carreira e pela valorização do tempo de trabalho e acabei me identificando com o trabalho do Coletivo”. Para Solange, o grupo também proporciona a reunião de pessoas e oferece eventos interessantes como viagens e palestras que discutem assuntos de interesse da categoria. “Esse Coletivo é de muita importância para não ficar de fora do que acontece na realidade. Nós já crescemos muito como grupo e continuamos aprimorando a nossa organização contra os ataques”.

    Matéria publicada na edição de maio do jornal Diário de Classe
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  • 03 | 05 | 2017 - 16:05 Notícias dos aposentados
    Quem te viu, quem te vê: Solange Luzia Martins

    Quem te viu, quem te vê: Solange Luzia Martins

    A jornada de Solange pelo magistério municipal foi marcada pela sua atuação na educação especial

    Solange Luzia Martins nasceu na cidade de Rio Negro e veio para Curitiba em 1979 para fazer um cursinho e se formar em psicologia pela UFPR. Durante seus anos de faculdade, Solange foi vice-presidente da casa da estudante e também se envolveu nas questões do diretório acadêmico. O conhecimento que ela adquiriu com essas experiências se refletiram em seus 25 anos de carreira como professora da rede municipal de Curitiba, função na qual sempre buscou o bem dos educandos.

    Quando ainda estava em estágio probatório, participou da greve mais longa do magistério dos últimos 30 anos. A mobilização teve início no dia 2 de abril de 1987 e se estendeu por 40 dias. “Eu me lembro que todos os dias a gente se reunia na Praça Oswaldo Cruz. Apesar das ameaças terem continuado após o término da nossa greve, sinto que foi um ato importante para mostrar a força do magistério diante da retirada de direitos”, recorda.

    Por seis anos, a professora lecionou no ensino regular em escolas como EM Rio Negro, CEI Ulisses Falcão Vieira e EM Sonia Kenski. A partir de 1993, começou a trabalhar na educação especial, devido à sua formação em psicologia. Solange sentiu que seria mais um desafio a ser enfrentado, o qual encarou com tranquilidade. “Foi uma experiência muito gratificante e um aprendizado enorme. Sinto orgulho de ter contribuído de alguma forma para a educação especial e para a vida dos meus alunos”.

    Durante 25 anos de rede, Solange se envolveu com os assuntos de interesse da categoria e também participou do Conselho de Representantes do Sindicato. E mesmo depois da aposentadoria ela continua ativa na luta contra os ataques por meio do Coletivo de Aposentados do SISMMAC. “Eu queria lutar pelo Plano de Carreira e pela valorização do tempo de trabalho e acabei me identificando com o trabalho do Coletivo”. Para Solange, o grupo também proporciona a reunião de pessoas e oferece eventos interessantes como viagens e palestras que discutem assuntos de interesse da categoria. “Esse Coletivo é de muita importância para não ficar de fora do que acontece na realidade. Nós já crescemos muito como grupo e continuamos aprimorando a nossa organização contra os ataques”.

    Matéria publicada na edição de maio do jornal Diário de Classe

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