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  • Após pressão, ataque à educação infantil volta à discussão no CME
    02 | 03 | 2018 - 14:17 Carreira

    Após pressão, ataque à educação infantil volta à discussão no CME

    Depois de ter aprovado resolução irregular, CME se reúne para avaliar formação exigida para atuar na educação infantil

    Na próxima segunda-feira (5), o Conselho Municipal de Educação (CME) se reúne, em caráter emergencial, para debater as consequências da decisão que ataca à educação infantil ao permitir que qualquer profissional, mesmo sem nível superior ou nível médio em magistério, possa atuar como professor nos CMEIs de Curitiba.

    Veja o voto de cada conselheiro

    No dia 21 de fevereiro, o Conselho Municipal de Educação aprovou, por nove votos a seis, o fim da exigência de formação mínima para atuar como professor nos CMEIs.

    Clique aqui para conferir como cada conselheiro votou!
     Os conselheiros que representam os trabalhadores da educação votaram contra a medida e reivindicam que a decisão seja revista nessa nova reunião. Além de ser um retrocesso, a posição aprovada pelo CME no último dia 21 de fevereiro é irregular, pois viola o Plano Municipal de Educação e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

    Ao longo das últimas semanas, a direção do SISMMAC denunciou o retrocesso para órgãos competentes, como o Ministério Público, e esteve em diálogo permanente com movimentos ligados à valorização da formação docente, como a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd).

    A reunião emergencial foi convocada após o CME ter sido notificado da irregularidade pela União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME).

    O retrocesso aprovado em Curitiba ganhou repercussão e chamou atenção de diversos órgãos por seu desrespeito à legislação nacional e pela gravidade do ataque à educação infantil. Se a maioria dos conselheiros não voltar atrás e suspender a resolução 01/2018, o Conselho Municipal de Educação pode inclusive sofrer uma intervenção do Ministério Público do Paraná.

    O que diz a LDB:

    Art. 62. A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura plena, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal.
    Os representantes do magistério estarão presentes na reunião do dia 5 de março para defender a importância da formação específica para atuação na educação infantil. Convidamos a categoria a estar presente e mostrar resistência contra os ataques à qualidade da educação no município! A sede da CME se encontra da Rua Dr. Roberto Barrozo, 630 – São Francisco.

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  • 02 | 03 | 2018 - 14:17 Carreira
    Após pressão, ataque à educação infantil volta à discussão no CME

    Após pressão, ataque à educação infantil volta à discussão no CME

    Depois de ter aprovado resolução irregular, CME se reúne para avaliar formação exigida para atuar na educação infantil

    Na próxima segunda-feira (5), o Conselho Municipal de Educação (CME) se reúne, em caráter emergencial, para debater as consequências da decisão que ataca à educação infantil ao permitir que qualquer profissional, mesmo sem nível superior ou nível médio em magistério, possa atuar como professor nos CMEIs de Curitiba.

    Veja o voto de cada conselheiro

    No dia 21 de fevereiro, o Conselho Municipal de Educação aprovou, por nove votos a seis, o fim da exigência de formação mínima para atuar como professor nos CMEIs.

    Clique aqui para conferir como cada conselheiro votou!
     Os conselheiros que representam os trabalhadores da educação votaram contra a medida e reivindicam que a decisão seja revista nessa nova reunião. Além de ser um retrocesso, a posição aprovada pelo CME no último dia 21 de fevereiro é irregular, pois viola o Plano Municipal de Educação e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

    Ao longo das últimas semanas, a direção do SISMMAC denunciou o retrocesso para órgãos competentes, como o Ministério Público, e esteve em diálogo permanente com movimentos ligados à valorização da formação docente, como a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd).

    A reunião emergencial foi convocada após o CME ter sido notificado da irregularidade pela União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME).

    O retrocesso aprovado em Curitiba ganhou repercussão e chamou atenção de diversos órgãos por seu desrespeito à legislação nacional e pela gravidade do ataque à educação infantil. Se a maioria dos conselheiros não voltar atrás e suspender a resolução 01/2018, o Conselho Municipal de Educação pode inclusive sofrer uma intervenção do Ministério Público do Paraná.

    O que diz a LDB:

    Art. 62. A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura plena, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal.
    Os representantes do magistério estarão presentes na reunião do dia 5 de março para defender a importância da formação específica para atuação na educação infantil. Convidamos a categoria a estar presente e mostrar resistência contra os ataques à qualidade da educação no município! A sede da CME se encontra da Rua Dr. Roberto Barrozo, 630 – São Francisco.

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