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  • Professoras das classes especiais seguem na luta por vagas
    01 | 08 | 2016 - 17:42 Ed. Especial

    Professoras das classes especiais seguem na luta por vagas

    Das 11 professoras que tiveram classes fechadas, quatro já foram realocadas na Educação Especial

    Na manhã desta segunda-feira (1º), a direção do SISMMAC e as professoras da Educação Especial que tiveram classes fechadas se reuniram com as secretarias de Recursos Humanos e de Educação para reivindicar o retorno à Educação Especial.

    Das 11 professoras que tiveram classes especiais fechadas e das duas que eram de convênios que foram encerrados com a rede estadual, quatro já foram chamadas para assumir vagas na Educação Especial. Confira aqui a ata da reunião.

    De acordo com o superintendente de Recursos Humanos, Aurélio Schwartz Nicoladeli, as demais professoras deverão assumir vagas no ensino regular e, logo que vagas-vagas da Educação Especial forem abertas, as professoras serão convocadas, conforme a classificação do cadastro. Essa classificação foi disponibilizada às professoras ao final da reunião.

    Durante a reunião, a direção do SISMMAC reivindicou que as profissionais que ficaram excedentes possam assumir vagas substitutas decorrentes de licenças, permanecendo desta forma na Educação Especial até terem a oportunidade de assumir uma vaga fixa novamente. No entendimento do Sindicato, essas profissionais já foram imensamente prejudicadas com o fechamento das turmas e com o aviso em cima da hora, na véspera do recesso.

    A administração municipal argumentou que mesmo que um profissional da Educação Especial entre em alguma das licenças, as professoras que ficaram excedentes não poderão assumir essas vagas por serem vagas de substituição. Segundo a Prefeitura, essas vagas de substituição de licenças só podem ser ocupadas por profissionais RIT.

    A direção e o departamento jurídico do SISMMAC discordam desse posicionamento da Prefeitura. Na avaliação do Sindicato, essas professoras poderiam, sim, assumir vagas de substituição, sem ferir a lei, garantindo inclusive a oportunidade de participar do remanejamento da Educação Especial no final do ano.

    Cadastro
    O magistério reivindica que o processo de classificação para o cadastro da Educação Especial seja claro e transparente, nos moldes de um concurso público no que diz respeito ao edital de chamamento e a clareza da pontuação. Outra questão que deve ser levada em consideração pela administração municipal é a possibilidade de dividir o cadastro em áreas de atuação, pois muitas vezes os profissionais da Educação Especial ficam em dúvida do porque ainda não foram chamados e um professor com pontuação igual ou inferior já assumiu uma vaga.

    No dia 31 agosto, SISMMAC, professoras da Educação Especial e administração municipal voltam a se reunir para tratar das reivindicações específicas do segmento. Nesse momento, as questões referentes à transparência cadastro e aos critérios para classificação serão novamente debatidos.

  • 01 | 08 | 2016 - 17:42 Ed. Especial
    Professoras das classes especiais seguem na luta por vagas

    Professoras das classes especiais seguem na luta por vagas

    Das 11 professoras que tiveram classes fechadas, quatro já foram realocadas na Educação Especial

    Na manhã desta segunda-feira (1º), a direção do SISMMAC e as professoras da Educação Especial que tiveram classes fechadas se reuniram com as secretarias de Recursos Humanos e de Educação para reivindicar o retorno à Educação Especial.

    Das 11 professoras que tiveram classes especiais fechadas e das duas que eram de convênios que foram encerrados com a rede estadual, quatro já foram chamadas para assumir vagas na Educação Especial. Confira aqui a ata da reunião.

    De acordo com o superintendente de Recursos Humanos, Aurélio Schwartz Nicoladeli, as demais professoras deverão assumir vagas no ensino regular e, logo que vagas-vagas da Educação Especial forem abertas, as professoras serão convocadas, conforme a classificação do cadastro. Essa classificação foi disponibilizada às professoras ao final da reunião.

    Durante a reunião, a direção do SISMMAC reivindicou que as profissionais que ficaram excedentes possam assumir vagas substitutas decorrentes de licenças, permanecendo desta forma na Educação Especial até terem a oportunidade de assumir uma vaga fixa novamente. No entendimento do Sindicato, essas profissionais já foram imensamente prejudicadas com o fechamento das turmas e com o aviso em cima da hora, na véspera do recesso.

    A administração municipal argumentou que mesmo que um profissional da Educação Especial entre em alguma das licenças, as professoras que ficaram excedentes não poderão assumir essas vagas por serem vagas de substituição. Segundo a Prefeitura, essas vagas de substituição de licenças só podem ser ocupadas por profissionais RIT.

    A direção e o departamento jurídico do SISMMAC discordam desse posicionamento da Prefeitura. Na avaliação do Sindicato, essas professoras poderiam, sim, assumir vagas de substituição, sem ferir a lei, garantindo inclusive a oportunidade de participar do remanejamento da Educação Especial no final do ano.

    Cadastro
    O magistério reivindica que o processo de classificação para o cadastro da Educação Especial seja claro e transparente, nos moldes de um concurso público no que diz respeito ao edital de chamamento e a clareza da pontuação. Outra questão que deve ser levada em consideração pela administração municipal é a possibilidade de dividir o cadastro em áreas de atuação, pois muitas vezes os profissionais da Educação Especial ficam em dúvida do porque ainda não foram chamados e um professor com pontuação igual ou inferior já assumiu uma vaga.

    No dia 31 agosto, SISMMAC, professoras da Educação Especial e administração municipal voltam a se reunir para tratar das reivindicações específicas do segmento. Nesse momento, as questões referentes à transparência cadastro e aos critérios para classificação serão novamente debatidos.

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