Sismac
  • 14 | 10 | 2021 - 17:05 Informe-se

    Dia do Professor é marcado por greve da categoria

    Dia do Professor é marcado por greve da categoria
    Seguimos firmes na luta por uma educação de qualidade e contra a precarização dos serviços públicos

    Hoje, dia 15 de outubro, data em que é comemorado o Dia da Professora e do Professor, as professoras e professores do município de Curitiba estão nas ruas da cidade, em greve, contra o corte dos salários e a desvalorização imposta pelo desgoverno Greca para todo os trabalhadores do município.

    É absurdo ter que reivindicar o óbvio. Mas em tempos tão sombrios como os que vivemos é fundamental ser resistência. E ser professor no cenário atual precisa ser um ato político.

    É preciso se questionar todos os dias sobre a educação que oferecemos para as filhas e filhos dos demais trabalhadores da cidade. É preciso ir além de ensinar conteúdos previstos no plano de aula e no cronograma definido.

    E não se trata de esconder as reais condições de trabalho sob as quais estamos expostos. Trata-se de usar isso para evidenciar a necessidade de transformar nossa sociedade, de buscar a criticidade de nossos alunos em sala de aula, de mostrar o caminho para que a educação seja de fato emancipadora.

    Nós, trabalhadoras e trabalhadores da educação, seguimos firmes na luta por uma educação de qualidade, contra o sucateamento do ensino público e a precarização dos serviços públicos!

  • 14 | 10 | 2021 - 17:05 Informe-se

    Dia do Professor é marcado por greve da categoria

    Dia do Professor é marcado por greve da categoria
    Seguimos firmes na luta por uma educação de qualidade e contra a precarização dos serviços públicos

    Hoje, dia 15 de outubro, data em que é comemorado o Dia da Professora e do Professor, as professoras e professores do município de Curitiba estão nas ruas da cidade, em greve, contra o corte dos salários e a desvalorização imposta pelo desgoverno Greca para todo os trabalhadores do município.

    É absurdo ter que reivindicar o óbvio. Mas em tempos tão sombrios como os que vivemos é fundamental ser resistência. E ser professor no cenário atual precisa ser um ato político.

    É preciso se questionar todos os dias sobre a educação que oferecemos para as filhas e filhos dos demais trabalhadores da cidade. É preciso ir além de ensinar conteúdos previstos no plano de aula e no cronograma definido.

    E não se trata de esconder as reais condições de trabalho sob as quais estamos expostos. Trata-se de usar isso para evidenciar a necessidade de transformar nossa sociedade, de buscar a criticidade de nossos alunos em sala de aula, de mostrar o caminho para que a educação seja de fato emancipadora.

    Nós, trabalhadoras e trabalhadores da educação, seguimos firmes na luta por uma educação de qualidade, contra o sucateamento do ensino público e a precarização dos serviços públicos!

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