Sismac
  • 10 | 10 | 2019 - 16:44 CR

    CR debate mobilização pela data-base e marca ato na Ópera de Arame

    CR debate mobilização pela data-base e marca ato na Ópera de Arame
    CR também debateu eleição de diretores e a mobilização pela data-base, auxílio-transporte e pelo Plano de Carreira

    No dia 15 de outubro, o magistério vai marcar presença na Ópera de Arame para lembrar que o local escolhido pela administração para comemorar o Dia dos Professores foi palco da mais violenta repressão policial contra os servidores municipais. Essa foi uma das ações debatidas no Conselho de Representantes realizado no dia 9 de outubro, que também debateu a Campanha de Lutas 2019 e a tentativa de retomar a dobradinha na Lei da Eleição de Diretores.

    A abertura da reunião contou com uma apresentação especial de slam realizada por jovens poetas da Vila Parolin. Com seus versos falados, denunciaram problemas sociais, como a violência e o racismo.

    Lembrar para que nunca mais volte a acontecer!

    A Ópera de Arame foi palco da repressão mais violenta contra serviço público municipal. A megaoperação montada para garantir a aprovação do pacotaço em 2017 contou com 1,5 mil policiais e custou mais de R$ 200 mil. Além de usar gás lacrimogênio e spray de pimenta, a Polícia também sobrevoou a manifestação com um helicóptero, usou a cavalaria e atirou com balas de borracha. Mais de 30 servidores ficaram feridos.

    A Prefeitura tenta fingir que esse dia não aconteceu, mas cabe a nós manter viva a memória de todos os abusos e irregularidades cometidos para que isso nunca mais volte a acontecer.

    O SISMMAC e SISMUC estão preparando uma manifestação na Ópera de Arame no dia 15 de outubro, a partir das 18h, durante a “homenagem” organizada pela Prefeitura. Participe! Sugerimos que as professoras e professores se inscrevam no evento pelo site Aprendere, e venham no dia com a camiseta e crachás da Campanha de Lutas para denunciar a falta de profissionais e cobrar o descongelamento do Plano de Carreira.

    Campanha de Lutas

    O Conselho de Represetantes também debater a mobilização pelo reajuste salarial de 10% na data-base, pela manutenção do auxílio-transporte e pelo descongelamento do Plano de Carreira. Durante a reunião, foram distribuídas as novas remessas de faixas e adesivos que denunciam o desmonte dos serviços públicos imposto por Greca, o pior prefeito que Curitiba já teve.

    O encontro também reforçou a importância de dar continuidade à série de ações que foram definidas em assembleias anteriores, como o uso do crachá nos locais de trabalho e a produção de fotos e cartazes para denunciar as perdas que os servidores terão caso a Prefeitura implante a mudança no pagamento do auxílio-transporte, de dinheiro para crédito no cartão. Essas ações servirão para intensificar a pressão até a próxima quarta-feira (16), quando o conjunto dos servidores se reúne em assembleia para decidir sobre o indicativo de paralisação! 

    Eleição de diretores

    O magistério também debateu o projeto de mudança na Lei 14.528/2014, que foi apresentado pelo vereador Pier Petruzziello e que propõe retomada da “dobradinha” na eleição de diretores na rede municipal de ensino.

    As professoras e professores presentes, que representam suas escolas no Conselho de Representantes, reafirmam a posição favorável ao fim da dobradinha, conforme debatido e aprovado pela categoria em assembleias anteriores. Será produzida uma carta aberta para ser distribuída aos vereadores, relembrando o histórico na mudança da lei e reafirmando a posição do magistério.

    Em 2014, foi incluído na Lei 14.528/14 o limite de uma única eleição consecutiva para os cargos de direção. Ou seja, a lei já possibilita a continuidade de seis anos de mandato. A regra não tinha efeito retroativo, por isso todos os diretores e vice-diretores eleitos em 2014 ainda puderam concorrer a mais uma eleição. Essa mudança acabou com a chamada “dobradinha”, que permitia que diretores e vice-diretores permanecem à frente da escola indefinidamente, apenas revezando os cargos a cada eleição.

    Além da carta aberta, a direção do SISMMAC vem cobrando que o assunto seja debatido no Conselho Municipal de Educação e já enviou um ofício exigindo um posicionamento da Secretaria Municipal de Educação (SME) sobre o projeto, que não foi discutido com o magistério municipal e nem com a própria SME.

  • 10 | 10 | 2019 - 16:44 CR

    CR debate mobilização pela data-base e marca ato na Ópera de Arame

    CR debate mobilização pela data-base e marca ato na Ópera de Arame
    CR também debateu eleição de diretores e a mobilização pela data-base, auxílio-transporte e pelo Plano de Carreira

    No dia 15 de outubro, o magistério vai marcar presença na Ópera de Arame para lembrar que o local escolhido pela administração para comemorar o Dia dos Professores foi palco da mais violenta repressão policial contra os servidores municipais. Essa foi uma das ações debatidas no Conselho de Representantes realizado no dia 9 de outubro, que também debateu a Campanha de Lutas 2019 e a tentativa de retomar a dobradinha na Lei da Eleição de Diretores.

    A abertura da reunião contou com uma apresentação especial de slam realizada por jovens poetas da Vila Parolin. Com seus versos falados, denunciaram problemas sociais, como a violência e o racismo.

    Lembrar para que nunca mais volte a acontecer!

    A Ópera de Arame foi palco da repressão mais violenta contra serviço público municipal. A megaoperação montada para garantir a aprovação do pacotaço em 2017 contou com 1,5 mil policiais e custou mais de R$ 200 mil. Além de usar gás lacrimogênio e spray de pimenta, a Polícia também sobrevoou a manifestação com um helicóptero, usou a cavalaria e atirou com balas de borracha. Mais de 30 servidores ficaram feridos.

    A Prefeitura tenta fingir que esse dia não aconteceu, mas cabe a nós manter viva a memória de todos os abusos e irregularidades cometidos para que isso nunca mais volte a acontecer.

    O SISMMAC e SISMUC estão preparando uma manifestação na Ópera de Arame no dia 15 de outubro, a partir das 18h, durante a “homenagem” organizada pela Prefeitura. Participe! Sugerimos que as professoras e professores se inscrevam no evento pelo site Aprendere, e venham no dia com a camiseta e crachás da Campanha de Lutas para denunciar a falta de profissionais e cobrar o descongelamento do Plano de Carreira.

    Campanha de Lutas

    O Conselho de Represetantes também debater a mobilização pelo reajuste salarial de 10% na data-base, pela manutenção do auxílio-transporte e pelo descongelamento do Plano de Carreira. Durante a reunião, foram distribuídas as novas remessas de faixas e adesivos que denunciam o desmonte dos serviços públicos imposto por Greca, o pior prefeito que Curitiba já teve.

    O encontro também reforçou a importância de dar continuidade à série de ações que foram definidas em assembleias anteriores, como o uso do crachá nos locais de trabalho e a produção de fotos e cartazes para denunciar as perdas que os servidores terão caso a Prefeitura implante a mudança no pagamento do auxílio-transporte, de dinheiro para crédito no cartão. Essas ações servirão para intensificar a pressão até a próxima quarta-feira (16), quando o conjunto dos servidores se reúne em assembleia para decidir sobre o indicativo de paralisação! 

    Eleição de diretores

    O magistério também debateu o projeto de mudança na Lei 14.528/2014, que foi apresentado pelo vereador Pier Petruzziello e que propõe retomada da “dobradinha” na eleição de diretores na rede municipal de ensino.

    As professoras e professores presentes, que representam suas escolas no Conselho de Representantes, reafirmam a posição favorável ao fim da dobradinha, conforme debatido e aprovado pela categoria em assembleias anteriores. Será produzida uma carta aberta para ser distribuída aos vereadores, relembrando o histórico na mudança da lei e reafirmando a posição do magistério.

    Em 2014, foi incluído na Lei 14.528/14 o limite de uma única eleição consecutiva para os cargos de direção. Ou seja, a lei já possibilita a continuidade de seis anos de mandato. A regra não tinha efeito retroativo, por isso todos os diretores e vice-diretores eleitos em 2014 ainda puderam concorrer a mais uma eleição. Essa mudança acabou com a chamada “dobradinha”, que permitia que diretores e vice-diretores permanecem à frente da escola indefinidamente, apenas revezando os cargos a cada eleição.

    Além da carta aberta, a direção do SISMMAC vem cobrando que o assunto seja debatido no Conselho Municipal de Educação e já enviou um ofício exigindo um posicionamento da Secretaria Municipal de Educação (SME) sobre o projeto, que não foi discutido com o magistério municipal e nem com a própria SME.

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