Sismac
  • 10 | 09 | 2019 - 16:13 Condições de Trabalho

    SISMMAC convida articuladoras de UEI para debater condição de trabalho

    SISMMAC convida articuladoras de UEI para debater condição de trabalho
    Reunião ocorre no dia 18 de setembro para organizar a resistência na educação integral

    O acúmulo de tarefas das articuladoras das Unidades de Educação Integral (UEIs) beira o absurdo. E não há nenhuma proposta e muito menos ação por parte da Prefeitura para melhorar as condições de trabalho dessas trabalhadoras. Por isso, a direção do SISMMAC convida as articuladoras de UEIs para uma reunião no dia 18 de setembro, às 18h30, na sede do Sindicato (Rua Nunes Machado, 1644 – Rebouças).

    Entenda todas as unidades que ofertam educação integral

    A rede municipal possui três tipos de unidades que oferecem educação integral: os Centros de Educação Integral (CEIs), onde funcionam as turmas regulares e turmas integrais no contraturno, as escolas regulares, que têm turmas integrais, e as Unidades de Educação Integral (UEIs), que são unidades de atendimento fora das dependências das escolas, em outro endereço.
    Hoje, as articuladoras de UEI hoje são responsáveis pela matrícula de alunos, recebimento e conferência da alimentação vinda da empresa terceirizada, abertura e fechamento da Unidade Externa à escola.Além disso, são diversos os acompanhamentos que também são realizados pelas articuladoras, como o da equipe da limpeza que também é terceirizada, da frequência dos professores lotados nas UEIs, da parte pedagógica dos professores e das atividades dos estudantes, do horário de almoço dos alunos, da saída das crianças da UEI para a unidade e ainda da manutenção e estrutura da unidade, que em sua maioria encontra-se deteriorada pelo vandalismo ou pelo tempo de uso.

    Diante desse cenário, e com a falta de investimentos e interesse pelo segmento por parte da Prefeitura, tem ocorrido gradativamente a piora das condições de trabalho dessas profissionais do magistério, que não recebem nada a mais por esta atividade. Para problematizar essa questão, a direção do SISMMAC convida todas as articuladoras de UEI e que atuam em escolas com educação integral a participarem desse debate.

    Não seja conivente com a piora em nossas condições de trabalho. Participe!

    Situação da educação integral em Curitiba

    A educação integral em Curitiba enfrenta várias dificuldades, desde problemas na estrutura das unidades, a falta de inspetores e professores e a diminuição no valor dos recursos recebidos.

    Esse modelo de ensino requer uma estrutura física que deveria ser mais elaborada do que a de uma escola regular. As unidades precisam apresentar refeitório adequado, parques para as crianças e área de laser para atividades diferenciadas. E, além disso, a proposta das oficinas requer materiais específicos para fazer com que a educação integral não se torne apenas um depósito de crianças.

    Um dos dilemas atuais dessa modalidade de ensino, devido à falta de inspetores, é o horário do almoço, momento em que as crianças precisam estar acompanhadas de um adulto. Em várias unidades, a ausência de inspetores tem feito com que professores, articuladoras de UEI e até mesmo a direção e as coordenadoras tenham que se dedicar a esse horário, sem garantia de qualidade no atendimento. Fora que, ao assumir mais essa tarefa, os trabalhadores colocam em risco o próprio horário de almoço, que está garantido em lei.

    O Sindicato questiona essa organização dos horários de almoço devido à falta de funcionários há alguns anos, porém, sem retorno e compromisso da administração com essa situação.

    Recentemente, o corte de verbas federal também atingiu as escolas integrais e a verba que antes era destinada às unidades, agora, já não são mais enviadas, o que impede a continuidade de vários projetos.

  • 10 | 09 | 2019 - 16:13 Condições de Trabalho

    SISMMAC convida articuladoras de UEI para debater condição de trabalho

    SISMMAC convida articuladoras de UEI para debater condição de trabalho
    Reunião ocorre no dia 18 de setembro para organizar a resistência na educação integral

    O acúmulo de tarefas das articuladoras das Unidades de Educação Integral (UEIs) beira o absurdo. E não há nenhuma proposta e muito menos ação por parte da Prefeitura para melhorar as condições de trabalho dessas trabalhadoras. Por isso, a direção do SISMMAC convida as articuladoras de UEIs para uma reunião no dia 18 de setembro, às 18h30, na sede do Sindicato (Rua Nunes Machado, 1644 – Rebouças).

    Entenda todas as unidades que ofertam educação integral

    A rede municipal possui três tipos de unidades que oferecem educação integral: os Centros de Educação Integral (CEIs), onde funcionam as turmas regulares e turmas integrais no contraturno, as escolas regulares, que têm turmas integrais, e as Unidades de Educação Integral (UEIs), que são unidades de atendimento fora das dependências das escolas, em outro endereço.
    Hoje, as articuladoras de UEI hoje são responsáveis pela matrícula de alunos, recebimento e conferência da alimentação vinda da empresa terceirizada, abertura e fechamento da Unidade Externa à escola.Além disso, são diversos os acompanhamentos que também são realizados pelas articuladoras, como o da equipe da limpeza que também é terceirizada, da frequência dos professores lotados nas UEIs, da parte pedagógica dos professores e das atividades dos estudantes, do horário de almoço dos alunos, da saída das crianças da UEI para a unidade e ainda da manutenção e estrutura da unidade, que em sua maioria encontra-se deteriorada pelo vandalismo ou pelo tempo de uso.

    Diante desse cenário, e com a falta de investimentos e interesse pelo segmento por parte da Prefeitura, tem ocorrido gradativamente a piora das condições de trabalho dessas profissionais do magistério, que não recebem nada a mais por esta atividade. Para problematizar essa questão, a direção do SISMMAC convida todas as articuladoras de UEI e que atuam em escolas com educação integral a participarem desse debate.

    Não seja conivente com a piora em nossas condições de trabalho. Participe!

    Situação da educação integral em Curitiba

    A educação integral em Curitiba enfrenta várias dificuldades, desde problemas na estrutura das unidades, a falta de inspetores e professores e a diminuição no valor dos recursos recebidos.

    Esse modelo de ensino requer uma estrutura física que deveria ser mais elaborada do que a de uma escola regular. As unidades precisam apresentar refeitório adequado, parques para as crianças e área de laser para atividades diferenciadas. E, além disso, a proposta das oficinas requer materiais específicos para fazer com que a educação integral não se torne apenas um depósito de crianças.

    Um dos dilemas atuais dessa modalidade de ensino, devido à falta de inspetores, é o horário do almoço, momento em que as crianças precisam estar acompanhadas de um adulto. Em várias unidades, a ausência de inspetores tem feito com que professores, articuladoras de UEI e até mesmo a direção e as coordenadoras tenham que se dedicar a esse horário, sem garantia de qualidade no atendimento. Fora que, ao assumir mais essa tarefa, os trabalhadores colocam em risco o próprio horário de almoço, que está garantido em lei.

    O Sindicato questiona essa organização dos horários de almoço devido à falta de funcionários há alguns anos, porém, sem retorno e compromisso da administração com essa situação.

    Recentemente, o corte de verbas federal também atingiu as escolas integrais e a verba que antes era destinada às unidades, agora, já não são mais enviadas, o que impede a continuidade de vários projetos.

Rua Nunes Machado, 1644, Rebouças – Curitiba / PR, CEP. 80.220-070 - Fone/Fax.: (41) 3225-6729

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