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  • Na Câmara, sindicatos cobram planos de carreira e auxílio-transporte
    Foto: Rodrigo Fonseca/CMC
    27 | 02 | 2019 - 16:13 Informe-se

    Na Câmara, sindicatos cobram planos de carreira e auxílio-transporte

    Dados da Prefeitura comprovam que a arrecadação do município cresceu, mas servidores continuam sendo penalizados

    Os vereadores de Curitiba realizaram na quarta-feira (27) uma audiência pública com o objetivo de analisar as contas do município do terceiro quadrimestre de 2018. Os sindicatos cobraram a bancada sobre o reajuste injusto de apenas 3% que os servidores, que tanto fazem pela cidade de Curitiba, receberam em 2018. Além disso, também questionaram sobre o descongelamento dos planos de carreira e permanência do pagamento do auxílio-transporte em dinheiro. A resposta da Prefeitura é sempre uma só: a valorização do serviço público e do servidor é considerada um “gasto” para o município.

    O secretário de Finanças de Rafael Greca, Vitor Puppi, abriu as explicações com os dados da receita do município. Em tom de comemoração, o secretário afirmou em seu discurso a arrecadação cresceu e que as contas fecharam no positivo. Porém, se depender do Prefeito e de sua bancada, essa situação financeira não se transformará em investimentos para a população dentro do setor público.

    A Prefeitura só tem compromisso com o empresariado. A arrecadação dos impostos cresceu 5,77% em 2018, o que, de acordo com os vereadores, garantiu ao município pagar suas dívidas com os grandes fornecedores. O pagamento da dívida enquanto algo prioritário não leva em consideração as necessidades da população e nem dos servidores.

    Curitiba precisa de investimento e valorização no serviço público! A gestão Greca fechou os olhos para a situação da saúde, educação, assistência social, entre outros. A população perde quando o servidor não é valorizado e a estrutura pública apresenta-se defasada. No município, os servidores enfrentam péssimas condições de trabalho e desvalorização pelo governo municipal.

    Diante de uma gestão autoritária e pouco comprometida com os trabalhadores, nossa única resposta é a luta! Não abriremos mão dos nossos direitos e não admitiremos retrocessos. Firmes!

  • 27 | 02 | 2019 - 16:13 Informe-se
    Na Câmara, sindicatos cobram planos de carreira e auxílio-transporte
    Foto: Rodrigo Fonseca/CMC

    Na Câmara, sindicatos cobram planos de carreira e auxílio-transporte

    Dados da Prefeitura comprovam que a arrecadação do município cresceu, mas servidores continuam sendo penalizados

    Os vereadores de Curitiba realizaram na quarta-feira (27) uma audiência pública com o objetivo de analisar as contas do município do terceiro quadrimestre de 2018. Os sindicatos cobraram a bancada sobre o reajuste injusto de apenas 3% que os servidores, que tanto fazem pela cidade de Curitiba, receberam em 2018. Além disso, também questionaram sobre o descongelamento dos planos de carreira e permanência do pagamento do auxílio-transporte em dinheiro. A resposta da Prefeitura é sempre uma só: a valorização do serviço público e do servidor é considerada um “gasto” para o município.

    O secretário de Finanças de Rafael Greca, Vitor Puppi, abriu as explicações com os dados da receita do município. Em tom de comemoração, o secretário afirmou em seu discurso a arrecadação cresceu e que as contas fecharam no positivo. Porém, se depender do Prefeito e de sua bancada, essa situação financeira não se transformará em investimentos para a população dentro do setor público.

    A Prefeitura só tem compromisso com o empresariado. A arrecadação dos impostos cresceu 5,77% em 2018, o que, de acordo com os vereadores, garantiu ao município pagar suas dívidas com os grandes fornecedores. O pagamento da dívida enquanto algo prioritário não leva em consideração as necessidades da população e nem dos servidores.

    Curitiba precisa de investimento e valorização no serviço público! A gestão Greca fechou os olhos para a situação da saúde, educação, assistência social, entre outros. A população perde quando o servidor não é valorizado e a estrutura pública apresenta-se defasada. No município, os servidores enfrentam péssimas condições de trabalho e desvalorização pelo governo municipal.

    Diante de uma gestão autoritária e pouco comprometida com os trabalhadores, nossa única resposta é a luta! Não abriremos mão dos nossos direitos e não admitiremos retrocessos. Firmes!

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