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  • A única certeza de 2019 é de que haverá muita luta
    06 | 12 | 2018 - 17:13 Informe-se

    A única certeza de 2019 é de que haverá muita luta

    Para garantir direitos conquistados, a organização da resistência é mais do que necessária

    É inegável que o ano de 2018 foi muito difícil para os servidores municipais e também para o conjunto da classe trabalhadora. No âmbito municipal, o funcionalismo de Curitiba totalizou 31 meses sem reajuste salarial.

    Apesar dos salários terem sido descongelados em novembro deste ano, o percentual do reajuste de 3% – que deve ser pago em folha suplementar, segundo a administração – ficou muito aquém dos 9,48%, que representam a perda sofrida pelos trabalhadores ao longo de mais de dois anos.

    Outra derrota imposta por Greca e seus comparsas foi a mudança definitiva da data-base dos servidores para 31 de outubro. E ainda tem a ameaça constante de redução salarial com a mudança do auxílio-transporte para créditos em cartão transporte, aprovada no pacotaço de 2017. Por isso, é preciso, desde já, termos em mente a necessidade de construir uma forte greve geral do serviço público para o ano que vem.

    Para além dos salários e dos planos de carreira, as contratações de professores e de servidores do quadro geral ficaram muito abaixo do necessário. E, para economizar às custas dos servidores e também da qualidade do serviço público, o prefeito ainda quer aprovar contratação via Processo Seletivo Simplificado (PSS). Esse será nosso próximo enfrentamento! O projeto de lei já está na Câmara e exigirá uma forte mobilização no próximo período.

    Em poucos dias, o magistério estará em merecidas férias. Aproveite esse período para descansar e recarregar as energias, pois o ano de 2019 exigirá organização da nossa categoria e também da nossa classe.

    Matéria publicada na edição de dezembro do jornal Diário de Classe
  • 06 | 12 | 2018 - 17:13 Informe-se
    A única certeza de 2019 é de que haverá muita luta

    A única certeza de 2019 é de que haverá muita luta

    Para garantir direitos conquistados, a organização da resistência é mais do que necessária

    É inegável que o ano de 2018 foi muito difícil para os servidores municipais e também para o conjunto da classe trabalhadora. No âmbito municipal, o funcionalismo de Curitiba totalizou 31 meses sem reajuste salarial.

    Apesar dos salários terem sido descongelados em novembro deste ano, o percentual do reajuste de 3% – que deve ser pago em folha suplementar, segundo a administração – ficou muito aquém dos 9,48%, que representam a perda sofrida pelos trabalhadores ao longo de mais de dois anos.

    Outra derrota imposta por Greca e seus comparsas foi a mudança definitiva da data-base dos servidores para 31 de outubro. E ainda tem a ameaça constante de redução salarial com a mudança do auxílio-transporte para créditos em cartão transporte, aprovada no pacotaço de 2017. Por isso, é preciso, desde já, termos em mente a necessidade de construir uma forte greve geral do serviço público para o ano que vem.

    Para além dos salários e dos planos de carreira, as contratações de professores e de servidores do quadro geral ficaram muito abaixo do necessário. E, para economizar às custas dos servidores e também da qualidade do serviço público, o prefeito ainda quer aprovar contratação via Processo Seletivo Simplificado (PSS). Esse será nosso próximo enfrentamento! O projeto de lei já está na Câmara e exigirá uma forte mobilização no próximo período.

    Em poucos dias, o magistério estará em merecidas férias. Aproveite esse período para descansar e recarregar as energias, pois o ano de 2019 exigirá organização da nossa categoria e também da nossa classe.

    Matéria publicada na edição de dezembro do jornal Diário de Classe

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