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  • Lutar por condições de trabalho é defender nossa saúde!
    06 | 07 | 2018 - 12:20 Informe-se

    Lutar por condições de trabalho é defender nossa saúde!

    Mais de 7 mil professores se afastaram para cuidar da saúde; dado mostra a importância da luta e do registro da CAT

    No ano passado, mais de 70% dos profissionais do magistério precisou se afastar por causa de um adoecimento seu ou de algum familiar. Os dados são alarmantes quando verificamos o número de Licenças para Tratamento de Saúde (LTS) das próprias professoras e professores da rede: foram 7.125 em 2017.

    Os dados fornecidos pela Prefeitura não nos permitem apontar as principais causas de adoecimento entre o magistério, pois os números incluem também os dependentes. Há, entretanto, uma informação alarmante: adoecimentos psicológicos já aparecem em quinto lugar. Clique aqui para conferir os dados!

    Faça o registro da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)

    Para enfrentar os adoecimentos, é preciso cobrar mudanças na forma como o trabalho está organizado. É preciso cobrar contratação, diminuição do número de alunos nas turmas, mais investimento em educação e valorização docente.

    Um passo importante é fazer o registro de qualquer acidente, adoecimento ou violência causada no trabalho ou em decorrência dele, através do preenchimento da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). Esse documento é um formulário que deve estar à disposição dos trabalhadores em todas as escolas e deve ser preenchido em até 48h após o ocorrido.

    É indispensável que o servidor sempre preencha a CAT e guarde uma cópia do formulário, pois esse documento pode ajudar a comprovar a relação com algum adoecimento físico ou psicológico que o servidor venha a desenvolver mais tarde. Além disso, a CAT permite quantificar e identificar os principais adoecimentos e acidentes, o que serve de estatística para que o magistério reivindique mudanças e cobre melhores condições de trabalho.

    Clique aqui para acessar o formulário da CAT, disponibilizado pela Prefeitura de Curitiba. Você também pode conferir mais informações da administração sobre o registro da CAT no Portal RH 24h.
    O grande número de afastamento está relacionado à sobrecarga, à falta de estrutura e de valorização dos servidores e à forma como o trabalho pedagógico está organizado nas escolas.

    É por isso que cobrar melhores condições de trabalho também significa lutar pela nossa saúde, por nossas condições de vida!

    Passamos a maior parte do nosso tempo na escola, enfrentando salas superlotadas, problemas de indisciplina e tendo que ajudar no recreio ou cobrir buracos gerados pela falta de profissionais. Além disso, as escolas também sofrem com os assaltos e problemas de violência causados pela sociedade desigual em que vivemos. E, ao invés de estimular que os servidores permaneçam na rede, a Prefeitura congela salários e planos de carreira, impondo uma verdadeira política de desvalorização dos servidores e desmonte dos serviços públicos.

    É por isso que não dá para tratar nossa saúde como se fosse resultado apenas das nossas escolhas individuais. É preciso construir um projeto coletivo de resistência nos locais de trabalho, junto com o Sindicato e também com o conjunto da classe trabalhadora.


    Veja abaixo, o vídeo que o SISMMAC produziu, junto com outras entidades e coletivos, sobre o tema!

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  • 06 | 07 | 2018 - 12:20 Informe-se
    Lutar por condições de trabalho é defender nossa saúde!

    Lutar por condições de trabalho é defender nossa saúde!

    Mais de 7 mil professores se afastaram para cuidar da saúde; dado mostra a importância da luta e do registro da CAT

    No ano passado, mais de 70% dos profissionais do magistério precisou se afastar por causa de um adoecimento seu ou de algum familiar. Os dados são alarmantes quando verificamos o número de Licenças para Tratamento de Saúde (LTS) das próprias professoras e professores da rede: foram 7.125 em 2017.

    Os dados fornecidos pela Prefeitura não nos permitem apontar as principais causas de adoecimento entre o magistério, pois os números incluem também os dependentes. Há, entretanto, uma informação alarmante: adoecimentos psicológicos já aparecem em quinto lugar. Clique aqui para conferir os dados!

    Faça o registro da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT)

    Para enfrentar os adoecimentos, é preciso cobrar mudanças na forma como o trabalho está organizado. É preciso cobrar contratação, diminuição do número de alunos nas turmas, mais investimento em educação e valorização docente.

    Um passo importante é fazer o registro de qualquer acidente, adoecimento ou violência causada no trabalho ou em decorrência dele, através do preenchimento da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). Esse documento é um formulário que deve estar à disposição dos trabalhadores em todas as escolas e deve ser preenchido em até 48h após o ocorrido.

    É indispensável que o servidor sempre preencha a CAT e guarde uma cópia do formulário, pois esse documento pode ajudar a comprovar a relação com algum adoecimento físico ou psicológico que o servidor venha a desenvolver mais tarde. Além disso, a CAT permite quantificar e identificar os principais adoecimentos e acidentes, o que serve de estatística para que o magistério reivindique mudanças e cobre melhores condições de trabalho.

    Clique aqui para acessar o formulário da CAT, disponibilizado pela Prefeitura de Curitiba. Você também pode conferir mais informações da administração sobre o registro da CAT no Portal RH 24h.
    O grande número de afastamento está relacionado à sobrecarga, à falta de estrutura e de valorização dos servidores e à forma como o trabalho pedagógico está organizado nas escolas.

    É por isso que cobrar melhores condições de trabalho também significa lutar pela nossa saúde, por nossas condições de vida!

    Passamos a maior parte do nosso tempo na escola, enfrentando salas superlotadas, problemas de indisciplina e tendo que ajudar no recreio ou cobrir buracos gerados pela falta de profissionais. Além disso, as escolas também sofrem com os assaltos e problemas de violência causados pela sociedade desigual em que vivemos. E, ao invés de estimular que os servidores permaneçam na rede, a Prefeitura congela salários e planos de carreira, impondo uma verdadeira política de desvalorização dos servidores e desmonte dos serviços públicos.

    É por isso que não dá para tratar nossa saúde como se fosse resultado apenas das nossas escolhas individuais. É preciso construir um projeto coletivo de resistência nos locais de trabalho, junto com o Sindicato e também com o conjunto da classe trabalhadora.


    Veja abaixo, o vídeo que o SISMMAC produziu, junto com outras entidades e coletivos, sobre o tema!

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