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  • Mesmo após nomeações, escolas funcionam com falta de 1.000 professores
    25 | 05 | 2018 - 16:34 Informe-se

    Mesmo após nomeações, escolas funcionam com falta de 1.000 professores

    Ato do dia 26 de junho relembra violência da votação na Ópera de Arame e denuncia prejuízos da aprovação do pacotaço

    Há 500 dias, em 3 de fevereiro de 2017, o prefeito Rafael Greca anunciou que contrataria 700 professores. Ao invés de cumprir de imediato a promessa, Greca impôs uma série de medidas tapa-buraco que só intensificaram o problema: cortou o número de trabalhadores da limpeza, tirou professores de educação física das oficinas nas escolas integrais e substituiu os professores de apoio à inclusão por estagiários.

    A nomeação dos cerca de 450 professores feita até agora não cobre sequer as 826 vagas de profissionais que, segundo dados da própria Prefeitura, pediram exoneração, faleceram ou se aposentaram desde o início da gestão Greca.

    Ato no dia 26 de junho denuncia consequências da aprovação do pacotaço

    Ato no dia 26 de junho denuncia consequências da aprovação do pacotaço
    O magistério estará mobilizado, junto com os demais servidores, no dia 26 de junho, às 8h30, na Câmara Municipal. Vamos mostrar os prejuízos que o pacotaço de Greca trouxe para a qualidade dos serviços públicos e para a vida funcional dos servidores que estão há dois anos com salários e planos de carreira congelados.
    Leia a notícia completa
    A falta de contratação gera sobrecarga de trabalho e aumenta também o número de adoecimentos. Em 2017, mais de 70% da nossa categoria teve que que se afastar do trabalho para algum tipo de tratamento de saúde.

    Mas se depender apenas da Prefeitura, as escolas continuarão funcionando com um déficit de mais 1.000 professores.

    Escola não é depósito de criança! É por isso que a pressão não pode parar! A mobilização continua para cobrar a convocação de mais professores de docência I e a realização imediata de um novo concurso de docência II.

    O SISMMAC irá expor no site há quantos dias a educação de Curitiba sofre com o déficit de mais 1.000 professores. Além disso, o Sindicato também preparou cartazes para serem fixados em frente às escolas para mostrar para a comunidade a falta de trabalhadores em cada unidade.

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  • 25 | 05 | 2018 - 16:34 Informe-se
    Mesmo após nomeações, escolas funcionam com falta de 1.000 professores

    Mesmo após nomeações, escolas funcionam com falta de 1.000 professores

    Ato do dia 26 de junho relembra violência da votação na Ópera de Arame e denuncia prejuízos da aprovação do pacotaço

    Há 500 dias, em 3 de fevereiro de 2017, o prefeito Rafael Greca anunciou que contrataria 700 professores. Ao invés de cumprir de imediato a promessa, Greca impôs uma série de medidas tapa-buraco que só intensificaram o problema: cortou o número de trabalhadores da limpeza, tirou professores de educação física das oficinas nas escolas integrais e substituiu os professores de apoio à inclusão por estagiários.

    A nomeação dos cerca de 450 professores feita até agora não cobre sequer as 826 vagas de profissionais que, segundo dados da própria Prefeitura, pediram exoneração, faleceram ou se aposentaram desde o início da gestão Greca.

    Ato no dia 26 de junho denuncia consequências da aprovação do pacotaço

    Ato no dia 26 de junho denuncia consequências da aprovação do pacotaço
    O magistério estará mobilizado, junto com os demais servidores, no dia 26 de junho, às 8h30, na Câmara Municipal. Vamos mostrar os prejuízos que o pacotaço de Greca trouxe para a qualidade dos serviços públicos e para a vida funcional dos servidores que estão há dois anos com salários e planos de carreira congelados.
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    A falta de contratação gera sobrecarga de trabalho e aumenta também o número de adoecimentos. Em 2017, mais de 70% da nossa categoria teve que que se afastar do trabalho para algum tipo de tratamento de saúde.

    Mas se depender apenas da Prefeitura, as escolas continuarão funcionando com um déficit de mais 1.000 professores.

    Escola não é depósito de criança! É por isso que a pressão não pode parar! A mobilização continua para cobrar a convocação de mais professores de docência I e a realização imediata de um novo concurso de docência II.

    O SISMMAC irá expor no site há quantos dias a educação de Curitiba sofre com o déficit de mais 1.000 professores. Além disso, o Sindicato também preparou cartazes para serem fixados em frente às escolas para mostrar para a comunidade a falta de trabalhadores em cada unidade.

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