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  • Gestão Greca: o tempo passa e os problemas aumentam
    17 | 05 | 2018 - 17:32 Informe-se

    Gestão Greca: o tempo passa e os problemas aumentam

    Problemas crescem e se acumulam diante da política de desmonte do serviço público imposta por Greca

    Estamos acumulando grandes perdas com a atual administração. Faltam profissionais em todas as áreas do serviço público. A demanda e intensidade do trabalho só aumentam. A sobrecarga sentida no dia a dia das escolas, CMEIs, unidades de saúde, de assistência social, na segurança e nos equipamentos de abastecimento tem nome: desmonte dos direitos sociais dos trabalhadores.

    Para desmontar o serviço público que atende esses direitos Greca seguiu e segue essa receita:

    · Atacou os direitos dos servidores públicos: congelou salários, planos de carreira (já faz dois anos) e retirou R$ 700 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC) com o pacotaço.

    · Tentou convencer o restante da população trabalhadora que esses direitos são privilégios.

    · Aprovou a possibilidade de terceirização na educação e saúde públicas.

    · Ao mesmo tempo, não contrata milhares de servidores que faltam atualmente para atender essa mesma população trabalhadora.

    · Isso provoca uma sobrecarga que aumenta com a cobrança de burocracias, como provas, e pela culpabilização do professor e servidor pelos problemas que enfrenta diariamente.

    · Investe em propaganda cara para tentar convencer que está dando tudo certo. Investe em cerca de 500 comissionados com média salarial de mais R$7.500 que defendem seu governo.

    · Não marca nenhuma mesa de negociação com os representantes dos trabalhadores, numa clara demonstração de autoritarismo.
     Investe em asfaltos e na maquiagem da cidade, mas os serviços públicos de atendimento à população estão cada dia mais precários. Um exemplo disso é o aplicativo caro desenvolvido pela Prefeitura que, na prática, não facilitou o acesso a consultas, pois o problema é a falta de médicos nas unidades básicas de saúde, o que um aplicativo não consegue resolver.

    Nossas unidades escolares estão com falta de professores. Esse problema cresce a cada dia com a falta de contratação, o que compromete a qualidade da educação. E as propagandas feitas pela Prefeitura a respeito dessa qualidade não representam a realidade.

    Desmonta o serviço público, piora nossas condições de trabalho e vida e, por consequência, piora também a qualidade de vida dos demais trabalhadores da cidade.

    A União tem que ser de todos os trabalhadores

    Greca tenta jogar trabalhador contra trabalhador. Para reverter essa situação, precisamos seguir na construção da necessária união: dos trabalhadores do serviço público municipal com a comunidade trabalhadora atendida.

    E isso passa necessariamente por nossa atuação diária nos locais de trabalho. Quanto mais e melhor organizarmos nosso trabalho coletivamente, mais conseguiremos envolver a comunidade que atendemos para denunciar e construir formas de resistência e luta por melhorias.

    Também passa por nossa união com os demais trabalhadores do serviço público municipal, pela construção unitária dessa luta que é de todos nós.

    Matéria publicada na edição de maio do jornal Diário de Classe
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  • 17 | 05 | 2018 - 17:32 Informe-se
    Gestão Greca: o tempo passa e os problemas aumentam

    Gestão Greca: o tempo passa e os problemas aumentam

    Problemas crescem e se acumulam diante da política de desmonte do serviço público imposta por Greca

    Estamos acumulando grandes perdas com a atual administração. Faltam profissionais em todas as áreas do serviço público. A demanda e intensidade do trabalho só aumentam. A sobrecarga sentida no dia a dia das escolas, CMEIs, unidades de saúde, de assistência social, na segurança e nos equipamentos de abastecimento tem nome: desmonte dos direitos sociais dos trabalhadores.

    Para desmontar o serviço público que atende esses direitos Greca seguiu e segue essa receita:

    · Atacou os direitos dos servidores públicos: congelou salários, planos de carreira (já faz dois anos) e retirou R$ 700 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC) com o pacotaço.

    · Tentou convencer o restante da população trabalhadora que esses direitos são privilégios.

    · Aprovou a possibilidade de terceirização na educação e saúde públicas.

    · Ao mesmo tempo, não contrata milhares de servidores que faltam atualmente para atender essa mesma população trabalhadora.

    · Isso provoca uma sobrecarga que aumenta com a cobrança de burocracias, como provas, e pela culpabilização do professor e servidor pelos problemas que enfrenta diariamente.

    · Investe em propaganda cara para tentar convencer que está dando tudo certo. Investe em cerca de 500 comissionados com média salarial de mais R$7.500 que defendem seu governo.

    · Não marca nenhuma mesa de negociação com os representantes dos trabalhadores, numa clara demonstração de autoritarismo.
     Investe em asfaltos e na maquiagem da cidade, mas os serviços públicos de atendimento à população estão cada dia mais precários. Um exemplo disso é o aplicativo caro desenvolvido pela Prefeitura que, na prática, não facilitou o acesso a consultas, pois o problema é a falta de médicos nas unidades básicas de saúde, o que um aplicativo não consegue resolver.

    Nossas unidades escolares estão com falta de professores. Esse problema cresce a cada dia com a falta de contratação, o que compromete a qualidade da educação. E as propagandas feitas pela Prefeitura a respeito dessa qualidade não representam a realidade.

    Desmonta o serviço público, piora nossas condições de trabalho e vida e, por consequência, piora também a qualidade de vida dos demais trabalhadores da cidade.

    A União tem que ser de todos os trabalhadores

    Greca tenta jogar trabalhador contra trabalhador. Para reverter essa situação, precisamos seguir na construção da necessária união: dos trabalhadores do serviço público municipal com a comunidade trabalhadora atendida.

    E isso passa necessariamente por nossa atuação diária nos locais de trabalho. Quanto mais e melhor organizarmos nosso trabalho coletivamente, mais conseguiremos envolver a comunidade que atendemos para denunciar e construir formas de resistência e luta por melhorias.

    Também passa por nossa união com os demais trabalhadores do serviço público municipal, pela construção unitária dessa luta que é de todos nós.

    Matéria publicada na edição de maio do jornal Diário de Classe

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