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  • 21 | 02 | 2018 - 18:04 Informe-se

    CME aprova grande retrocesso para Educação Infantil

    CME aprova grande retrocesso para Educação Infantil
    Conselheiros votam a não necessidade de formação específica para quem for atuar na Educação Infantil
    Conselho recua no aumento do número de crianças, mas deixa de exigir formação superior e específica nos CMEIs

    O Conselho Municipal de Educação (CME) recuou na proposta de aumentar o número de crianças nos CMEIs, entretanto, a maioria do CME decidiu que qualquer pessoa sem formação superior e específica poderá atuar na Educação Infantil. Além disso, tudo indica que o ingresso desses novos trabalhadores não será via concurso público. A votação terminou com apenas três votos de diferença a favor desse ataque à educação pública.

    Apesar de ter voltado atrás no aumento do número de crianças nos CMEIs, proposta que foi enviada pela administração em 2017, devido a pressão dos trabalhadores da educação e também ao parecer emitido pelo Ministério Público, a medida aprovada representa um grande retrocesso.

    O ataque permite que qualquer profissional sem formação em nível superior atue dentro dos CMEIs. A alteração não leva em consideração questões pedagógicas e precariza o sistema de atendimento das crianças. 



    Descaso com o desenvolvimento infantil e com a formação pedagógica
     
    Com isso, a gestão
    Greca impõe uma grande perda para os alunos dos CMEIs, desconsiderando o desenvolvimento infantil, e trata as profissionais do magistério como meras cuidadoras de crianças. Esse é mais um exemplo de que a administração municipal não se preocupa com a qualidade do serviço ofertado para a população trabalhadora e não valoriza a formação dos profissionais do magistério. 

    O Ministério Público havia alertado o município sobre as inconstitucionalidades da proposta da administração pública por não prezar pela qualidade da educação infantil em relação a quantidade de crianças nas unidades. 

  • 21 | 02 | 2018 - 18:04 Informe-se

    CME aprova grande retrocesso para Educação Infantil

    CME aprova grande retrocesso para Educação Infantil
    Conselheiros votam a não necessidade de formação específica para quem for atuar na Educação Infantil
    Conselho recua no aumento do número de crianças, mas deixa de exigir formação superior e específica nos CMEIs

    O Conselho Municipal de Educação (CME) recuou na proposta de aumentar o número de crianças nos CMEIs, entretanto, a maioria do CME decidiu que qualquer pessoa sem formação superior e específica poderá atuar na Educação Infantil. Além disso, tudo indica que o ingresso desses novos trabalhadores não será via concurso público. A votação terminou com apenas três votos de diferença a favor desse ataque à educação pública.

    Apesar de ter voltado atrás no aumento do número de crianças nos CMEIs, proposta que foi enviada pela administração em 2017, devido a pressão dos trabalhadores da educação e também ao parecer emitido pelo Ministério Público, a medida aprovada representa um grande retrocesso.

    O ataque permite que qualquer profissional sem formação em nível superior atue dentro dos CMEIs. A alteração não leva em consideração questões pedagógicas e precariza o sistema de atendimento das crianças. 



    Descaso com o desenvolvimento infantil e com a formação pedagógica
     
    Com isso, a gestão
    Greca impõe uma grande perda para os alunos dos CMEIs, desconsiderando o desenvolvimento infantil, e trata as profissionais do magistério como meras cuidadoras de crianças. Esse é mais um exemplo de que a administração municipal não se preocupa com a qualidade do serviço ofertado para a população trabalhadora e não valoriza a formação dos profissionais do magistério. 

    O Ministério Público havia alertado o município sobre as inconstitucionalidades da proposta da administração pública por não prezar pela qualidade da educação infantil em relação a quantidade de crianças nas unidades. 

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