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  • Magistério vai cobrar da secretária recuo no ataque ao dimensionamento
    06 | 12 | 2017 - 15:35 Informe-se

    Magistério vai cobrar da secretária recuo no ataque ao dimensionamento

    Com ato no Delta, magistério arranca reunião com a secretária de educação nessa quinta (7)

    O magistério não vai aceitar de cabeça baixa a manobra da Prefeitura para reduzir o número de professores de Educação Física nas escolas integrais. A pressão realizada nesta quarta-feira (6), no Edifício Delta, conseguiu agendar uma reunião para amanhã (7), com a presença da secretária Municipal de Educação, Maria Silvia Winkeler.

    Até amanhã, é preciso aumentar a pressão no chão da escola para garantir que a reunião com a secretária possa barrar esse retrocesso.

    O exemplo de resistência da Escola Municipal CEI Professora Tereza Matsumoto precisa se espalhar pela rede municipal. Nessa escola, os trabalhadores da educação já realizaram panfletagem para denunciar para a comunidade os impactos do corte proposto pela Prefeitura. E está marcada para hoje uma reunião com as mães e pais de alunos.

    Não podemos aceitar mais esse ataque à qualidade da educação! O magistério reivindica que a portaria seja revogada e que qualquer mudança no dimensionamento seja amplamente debatida com a categoria, com as direções de escola e com o Sindicato antes de entrar em vigor.

    Cortes no dimensionamento ameaçam qualidade da educação

    Com a Portaria 50/2017, a Prefeitura pretende retirar os professores de Educação Física que atuam no contraturno das escolas de educação integral.

    Essa portaria ataca um dos pilares do projeto político-pedagógico das escolas integrais, que são voltadas para contribuir com o desenvolvimento global dos estudantes. Com o corte, as Práticas do Movimento e Iniciação Desportiva deixariam de ser realizadas por um profissional especializado. Na prática, as escolas de educação integral podem perder aulas de ginástica artística, dança, atividades circenses e outros projetos que hoje são desenvolvidos por professores de Educação Física.

    Além disso, o corte prejudica também as professoras e professores que há anos se dedicam ao desenvolvimento de um projeto na sua escola e seriam obrigados a deixar a unidade.
      Magistério foi recebido graças à pressão  

    Para enfrentar mais esse ataque, professoras e professores interromperam a reunião do Conselho de Representantes do SISMMAC desta quarta-feira (6) para ir até o Delta cobrar que a administração volte atrás nas mudanças impostas para o dimensionamento de 2018.

    As secretarias de Educação e Recursos Humanos receberam o ofício que solicitava a realização da reunião, mas preferiram se ausentar para cumprir agenda externa.

    Só depois de muita pressão e insistência, o magistério conseguiu ser recebido pelos superintendes da Educação, Oséias de Oliveira e Elisângela Mantagute, e pela chefe de núcleo de Recursos Humanos, Márcia Rover.

    Novo anúncio escancara mentira da Prefeitura sobre realidade das escolas

    Nesta quarta-feira, a Prefeitura divulgou que irá contratar 542 professores de Docência I. A notícia, entretanto, escancara que a nomeação só começará em janeiro e a expectativa é que os novos profissionais só assumam a partir de maio de 2018.

    Durante a reunião, os representantes da Prefeitura usaram esse anúncio para afirmar que serão garantidas condições mínimas para o funcionamento das escolas e para a manutenção dos 33,33% de hora-atividade (permanência).

    Mas o magistério não deixou esse discurso furado passar batido e denunciou que hoje as escolas já estão funcionando no sufoco porque faltam cerca de mil profissionais. A categoria cobrou coerência e lembrou que, no início de 2017, Greca prometeu contratar 700 professores. Ao longo de todo o ano, foram contratados apenas 110 professores, incluindo também os de educação infantil.
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  • 06 | 12 | 2017 - 15:35 Informe-se
    Magistério vai cobrar da secretária recuo no ataque ao dimensionamento

    Magistério vai cobrar da secretária recuo no ataque ao dimensionamento

    Com ato no Delta, magistério arranca reunião com a secretária de educação nessa quinta (7)

    O magistério não vai aceitar de cabeça baixa a manobra da Prefeitura para reduzir o número de professores de Educação Física nas escolas integrais. A pressão realizada nesta quarta-feira (6), no Edifício Delta, conseguiu agendar uma reunião para amanhã (7), com a presença da secretária Municipal de Educação, Maria Silvia Winkeler.

    Até amanhã, é preciso aumentar a pressão no chão da escola para garantir que a reunião com a secretária possa barrar esse retrocesso.

    O exemplo de resistência da Escola Municipal CEI Professora Tereza Matsumoto precisa se espalhar pela rede municipal. Nessa escola, os trabalhadores da educação já realizaram panfletagem para denunciar para a comunidade os impactos do corte proposto pela Prefeitura. E está marcada para hoje uma reunião com as mães e pais de alunos.

    Não podemos aceitar mais esse ataque à qualidade da educação! O magistério reivindica que a portaria seja revogada e que qualquer mudança no dimensionamento seja amplamente debatida com a categoria, com as direções de escola e com o Sindicato antes de entrar em vigor.

    Cortes no dimensionamento ameaçam qualidade da educação

    Com a Portaria 50/2017, a Prefeitura pretende retirar os professores de Educação Física que atuam no contraturno das escolas de educação integral.

    Essa portaria ataca um dos pilares do projeto político-pedagógico das escolas integrais, que são voltadas para contribuir com o desenvolvimento global dos estudantes. Com o corte, as Práticas do Movimento e Iniciação Desportiva deixariam de ser realizadas por um profissional especializado. Na prática, as escolas de educação integral podem perder aulas de ginástica artística, dança, atividades circenses e outros projetos que hoje são desenvolvidos por professores de Educação Física.

    Além disso, o corte prejudica também as professoras e professores que há anos se dedicam ao desenvolvimento de um projeto na sua escola e seriam obrigados a deixar a unidade.
      Magistério foi recebido graças à pressão  

    Para enfrentar mais esse ataque, professoras e professores interromperam a reunião do Conselho de Representantes do SISMMAC desta quarta-feira (6) para ir até o Delta cobrar que a administração volte atrás nas mudanças impostas para o dimensionamento de 2018.

    As secretarias de Educação e Recursos Humanos receberam o ofício que solicitava a realização da reunião, mas preferiram se ausentar para cumprir agenda externa.

    Só depois de muita pressão e insistência, o magistério conseguiu ser recebido pelos superintendes da Educação, Oséias de Oliveira e Elisângela Mantagute, e pela chefe de núcleo de Recursos Humanos, Márcia Rover.

    Novo anúncio escancara mentira da Prefeitura sobre realidade das escolas

    Nesta quarta-feira, a Prefeitura divulgou que irá contratar 542 professores de Docência I. A notícia, entretanto, escancara que a nomeação só começará em janeiro e a expectativa é que os novos profissionais só assumam a partir de maio de 2018.

    Durante a reunião, os representantes da Prefeitura usaram esse anúncio para afirmar que serão garantidas condições mínimas para o funcionamento das escolas e para a manutenção dos 33,33% de hora-atividade (permanência).

    Mas o magistério não deixou esse discurso furado passar batido e denunciou que hoje as escolas já estão funcionando no sufoco porque faltam cerca de mil profissionais. A categoria cobrou coerência e lembrou que, no início de 2017, Greca prometeu contratar 700 professores. Ao longo de todo o ano, foram contratados apenas 110 professores, incluindo também os de educação infantil.

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