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  • Eu acredito na Luta!
    04 | 10 | 2017 - 11:07 Mobilização

    Eu acredito na Luta!

    Campanha salarial buscará recuperação da inflação e melhoria nas condições de trabalho
    Se depender da Prefeitura, os servidores municipais podem ficar sem reajuste esse ano. Ao menos, foi isso o que o secretário municipal de Finanças, Vitor Puppi, afirmou no dia 27 de setembro, durante audiência na Câmara Municipal.

    Prefeitura ameaça dar calote no pagamento do reajuste

    Não aceitaremos mais esse ataque! Além de reivindicar que o reajuste seja pago em novembro, como determina a nova lei, também vamos cobrar a correção da inflação de abril até junho, que é quando a bancada do tratoraço aprovou a mudança da data-base.
    Com a aprovação do pacotaço, a nossa data-base passou de 31 de março para 31 de outubro. Isso significa que a Prefeitura deveria pagar o reajuste no contracheque de novembro.

    É por causa desses ataques que estamos diante de uma segunda Campanha de Lutas em 2017.

    Ano em que a gestão Greca, ainda em seu início de mandato, atacou direitos sociais, como educação e saúde, da maioria da população trabalhadora da cidade.

    Com criação do CuritibaPREV, Greca coloca em risco nossa aposentadoria

    A criação do CuritibaPREV é inspirada na mesma estratégia usada pelas empresas estatais, como o Correios e a Petrobras. Essas empresas criaram rombos nas contas no fundo de previdência público para depois vender a ideia de que previdência privada seria a única saída possível. Hoje, a previdência complementar dessas empresas apresenta rombos gigantescos e são alvo de escândalos de má administração!

    A mudança atinge de imediato os novos servidores, mas a perspectiva do prefeito e de sua turma é quebrar o IPMC para que todos os servidores sejam obrigados a migrar para o novo plano! Não vamos abrir mão do nosso direito à aposentadoria! Vamos à luta em defesa do IPMC!
    Com a aprovação vergonhosa do pacotaço na Ópera de Arame, Greca deu início à implantação de seu projeto de desmonte do serviço público da cidade. O congelamento dos salários e planos de carreira e o saque de R$ 700 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC) abriram caminho para novos ataques, como a terceirização da educação e saúde via Organizações Sociais e a aprovação do CuritibaPREV.

    Não é à toa que os serviços públicos são o principal alvo dos ataques. Ao economizar em direitos sociais, Greca garante a verba e o aumento de lucros e privilégios para empresários, banqueiros, parlamentares de sua base e comissionados. Esse é o objetivo do prefeito e de seus aliados.

    Garra do magistério na reposição dá o tom da Campanha Salarial

    A Prefeitura fez tudo o que estava ao seu alcance para tentar intimidar, perseguir e dividir as professoras e professores durante a reposição. Mas a nossa categoria não abaixou a cabeça e está dando um show de dedicação aos alunos e de compromisso com a luta em defesa da educação.

    Esses exemplos de garra e de união são fundamentais para a continuidade da nossa luta em defesa da educação e contra o desmonte dos serviços públicos! Firmes!


    NOSSA LUTA É PELA QUALIDADE NA EDUCAÇÃO PÚBLICA

    Nosso objetivo como professores é a qualidade na educação pública. E, como parte da classe trabalhadora, nosso objetivo maior é a melhora da qualidade dos direitos sociais básicos: educação, saúde, moradia, segurança para todos os trabalhadores.

    Para alcançar esses objetivos precisamos de um passo inicial: levantar os problemas da nossa escola.

    Mostrar para comunidade uma Escola sem Filtropara que as mães e pais saibam qual é a realidade da educação pública que seus filhos estão tendo acesso.

    Nesse processo, é preciso aumentar nossa união enquanto professores e também junto as mães e pais que defendem a qualidade na educação de seus filhos.

    Pois, só com o aumento do número de trabalhadores envolvidos nessa resistência será possível fazer frente a esse projeto elitista da gestão Greca.

    Nossa resistência: Escola sem Filtro

    Além das ações e atos feitos contra esses ataques e das ações jurídicas que estão em andamento, devemos reforçar nossa organização a partir dos locais de trabalho e para além deles.

    O que devemos fazer nesse processo de resistência?

    Devemos centrar nossas ações na construção de uma maior união entre nós professores e com a comunidade com a qual trabalhamos. É o aumento dessa união que possibilitará o aumento de nossa resistência e luta contra esses ataques.

    Como?

    - Levantar os problemas que passamos diariamente nas escolas e denunciá-los à comunidade com a qual trabalhamos.

    - Juntar todos esses diagnósticos na construção de nossa Campanha Salarial de outubro desse ano e cobrar soluções da Prefeitura em um ato público.

    - Construir com a comunidade escolar esse processo, inclusive o ato público, de defesa e recuperação da educação pública de Curitiba.

    Para quando?

    Para esse mês, quando estaremos em Campanha também pelo pagamento da nossa data-base.


    Matéria publicada na edição de outubro do jornal Diário de Classe
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  • 04 | 10 | 2017 - 11:07 Mobilização
    Eu acredito na Luta!

    Eu acredito na Luta!

    Campanha salarial buscará recuperação da inflação e melhoria nas condições de trabalho
    Se depender da Prefeitura, os servidores municipais podem ficar sem reajuste esse ano. Ao menos, foi isso o que o secretário municipal de Finanças, Vitor Puppi, afirmou no dia 27 de setembro, durante audiência na Câmara Municipal.

    Prefeitura ameaça dar calote no pagamento do reajuste

    Não aceitaremos mais esse ataque! Além de reivindicar que o reajuste seja pago em novembro, como determina a nova lei, também vamos cobrar a correção da inflação de abril até junho, que é quando a bancada do tratoraço aprovou a mudança da data-base.
    Com a aprovação do pacotaço, a nossa data-base passou de 31 de março para 31 de outubro. Isso significa que a Prefeitura deveria pagar o reajuste no contracheque de novembro.

    É por causa desses ataques que estamos diante de uma segunda Campanha de Lutas em 2017.

    Ano em que a gestão Greca, ainda em seu início de mandato, atacou direitos sociais, como educação e saúde, da maioria da população trabalhadora da cidade.

    Com criação do CuritibaPREV, Greca coloca em risco nossa aposentadoria

    A criação do CuritibaPREV é inspirada na mesma estratégia usada pelas empresas estatais, como o Correios e a Petrobras. Essas empresas criaram rombos nas contas no fundo de previdência público para depois vender a ideia de que previdência privada seria a única saída possível. Hoje, a previdência complementar dessas empresas apresenta rombos gigantescos e são alvo de escândalos de má administração!

    A mudança atinge de imediato os novos servidores, mas a perspectiva do prefeito e de sua turma é quebrar o IPMC para que todos os servidores sejam obrigados a migrar para o novo plano! Não vamos abrir mão do nosso direito à aposentadoria! Vamos à luta em defesa do IPMC!
    Com a aprovação vergonhosa do pacotaço na Ópera de Arame, Greca deu início à implantação de seu projeto de desmonte do serviço público da cidade. O congelamento dos salários e planos de carreira e o saque de R$ 700 milhões do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Curitiba (IPMC) abriram caminho para novos ataques, como a terceirização da educação e saúde via Organizações Sociais e a aprovação do CuritibaPREV.

    Não é à toa que os serviços públicos são o principal alvo dos ataques. Ao economizar em direitos sociais, Greca garante a verba e o aumento de lucros e privilégios para empresários, banqueiros, parlamentares de sua base e comissionados. Esse é o objetivo do prefeito e de seus aliados.

    Garra do magistério na reposição dá o tom da Campanha Salarial

    A Prefeitura fez tudo o que estava ao seu alcance para tentar intimidar, perseguir e dividir as professoras e professores durante a reposição. Mas a nossa categoria não abaixou a cabeça e está dando um show de dedicação aos alunos e de compromisso com a luta em defesa da educação.

    Esses exemplos de garra e de união são fundamentais para a continuidade da nossa luta em defesa da educação e contra o desmonte dos serviços públicos! Firmes!


    NOSSA LUTA É PELA QUALIDADE NA EDUCAÇÃO PÚBLICA

    Nosso objetivo como professores é a qualidade na educação pública. E, como parte da classe trabalhadora, nosso objetivo maior é a melhora da qualidade dos direitos sociais básicos: educação, saúde, moradia, segurança para todos os trabalhadores.

    Para alcançar esses objetivos precisamos de um passo inicial: levantar os problemas da nossa escola.

    Mostrar para comunidade uma Escola sem Filtropara que as mães e pais saibam qual é a realidade da educação pública que seus filhos estão tendo acesso.

    Nesse processo, é preciso aumentar nossa união enquanto professores e também junto as mães e pais que defendem a qualidade na educação de seus filhos.

    Pois, só com o aumento do número de trabalhadores envolvidos nessa resistência será possível fazer frente a esse projeto elitista da gestão Greca.

    Nossa resistência: Escola sem Filtro

    Além das ações e atos feitos contra esses ataques e das ações jurídicas que estão em andamento, devemos reforçar nossa organização a partir dos locais de trabalho e para além deles.

    O que devemos fazer nesse processo de resistência?

    Devemos centrar nossas ações na construção de uma maior união entre nós professores e com a comunidade com a qual trabalhamos. É o aumento dessa união que possibilitará o aumento de nossa resistência e luta contra esses ataques.

    Como?

    - Levantar os problemas que passamos diariamente nas escolas e denunciá-los à comunidade com a qual trabalhamos.

    - Juntar todos esses diagnósticos na construção de nossa Campanha Salarial de outubro desse ano e cobrar soluções da Prefeitura em um ato público.

    - Construir com a comunidade escolar esse processo, inclusive o ato público, de defesa e recuperação da educação pública de Curitiba.

    Para quando?

    Para esse mês, quando estaremos em Campanha também pelo pagamento da nossa data-base.


    Matéria publicada na edição de outubro do jornal Diário de Classe

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